Acre
Escândalo em Cobija: Ex-secretário é acusado de desviar mais de 2 milhões de bolivianos; funcionários ficaram sem salários
Investigação aponta documentos com assinaturas falsas e falta de transparência na gestão pública; prefeitura do MAS é alvo de denúncia

De acordo com as investigações que está em andamento, o caso teria deixado dezenas de funcionários sem receber seus salários por messes. Foto: captada da TVU
Uma denúncia grave envolvendo o desvio de mais de 2 milhões de bolivianos abalou o Governo Autônomo Municipal de Cobija, capital do Departamento de Pando.
O ex-secretário administrativo-financeiro, Giovanni Monje, que trabalhava sob a gestão da prefeita Ana Lucia Reis (MAS), é o principal acusado. As investigações em andamento revelam que o suposto esquema deixou dezenas de servidores sem receber salários por meses em Cobija.
- Funcionários sem pagamento: Servidores públicos teriam ficado sem receber por meses, mesmo com registros de pagamento.
- Assinaturas falsificadas: Investigadores identificaram documentos com rubricas adulteradas.
- Prefeitura sob pressão: A administração de Ana Lucia Reis (MAS) é questionada sobre fiscalização.
- Ações judiciais: Ministério Público e órgãos de controle já foram acionados para apurar o caso.
Documentos com assinaturas falsas foram identificados, levantando dúvidas sobre a transparência na administração dos recursos públicos. As autoridades já foram acionadas para apurar as irregularidades, que envolvem também outras unidades da prefeitura.
O caso que envolve dinheiro público, debate sobre transparência na gestão pública em Pando, enquanto a oposição cobra explicações da prefeitura. A defesa de Monje ainda não se manifestou oficialmente.
Valor em real:
2 milhões de bolivianos equivalem a aproximadamente R$ 1,6 milhão (câmbio atual).

Suposto desvio de mais de 2 milhões de bolivianos (cerca de R$ 1,6 milhão) envolvendo o ex-secretário administrativo-financeiro Giovanni Monje, atuava na gestão da prefeita Ana Lucia Reis (MAS). Foto: captada
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.









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