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Energisa reafirma compromisso com o Acre ao investir mais de meio bilhão de reais neste ano

Acre completa 61 anos nesta semana com melhoria no fornecimento de energia
Mais de R$ 570 milhões. Esse é o volume do investimento que a Energisa vai investir somente neste ano. Desde que chegou ao Acre, a Distribuidora já investiu mais R$ 1,5 bilhão em obras estruturantes para proporcionar mais qualidade e ampliar o fornecimento de energia.
Isso é fundamental para suportar o desenvolvimento e o crescimento econômico da região, nos setores industrial, comercial e residencial, contribuindo para a geração de empregos e renda da população.
As obras vão beneficiar todos os municípios do estado, contribuindo para a melhoria e a ampliação do fornecimento de energia. Entre as obras destacam-se: construção de sete subestações e linhas de distribuição de energia nos municípios de Rio Branco, Acrelândia, Cruzeiro do Sul, Tarauacá, Feijó e Mâncio Lima, e melhorias na subestação de Sena Madureira. Também serão construídas novas redes de distribuição para atender aos municípios de Porto Acre e Bujari.

As subestações de Transacreana e Mâncio Lima já estão em funcionamento proporcionando a maior qualidade da energia fornecida os clientes nessas regiões. Ainda este ano, serão inauguradas as subestações de Acrelândia, Feijó e Tarauacá e a Floresta, localizada em Rio Branco.
Ao chegar ao Estado, a Energisa em 2019, ampliou a subestação em Epitaciolândia que beneficiou os clientes residenciais, comerciais, rurais e industriais dos municípios de Epitaciolândia, Brasileia e Xapuri.
Ainda em 2019, a subestação Alto Alegre, localizada em Rio Branco, aumentou a disponibilidade energética em cerca de 30% na Capital, Porto Acre, Bujari e a Vila do V.
Em dezembro de 2020, uma nova linha e subestação em Manoel Urbano e Assis Brasil entraram em funcionamento com o objetivo de aumentar a disponibilidade e melhorar a qualidade do fornecimento de energia na região.
“O nosso objetivo é fornecer uma energia confiável e de qualidade para melhor atender os nossos clientes e proporcionar a sustentabilidade em energia para o desenvolvimento e o crescimento econômico do Estado do Acre”, concluiu o diretor-presidente da Energisa Acre, Ricardo Xavier.

PROGRAMA LUZ PARA TODOS
A vida de mais de 6 mil famílias no Acre mudou com a chegada da energia elétrica por meio do programa Luz Para Todos. Com isso, desde 2019, tomar água gelada ou conservar alimentos refrigerados passou a ser possível a esses clientes.
Nesse período, as obras como por exemplo, construção de quase 2,2 mil quilômetros de rede de distribuição, ocorreram em todos os munícipios do estado, com investimento de R$ 125,5 milhões para levar qualidade de vida aos acreanos.
Para o biênio 2023/2024 estão previstas outras 4 mil novas ligações. O Luz Para Todos é um programa do Governo Federal que tem objetivo de levar energia elétrica para áreas rurais que ainda não possuem acesso a esse serviço essencial.
PROGRAMA MAIS LUZ PARA AMAZÔNIA
A Energisa realizou ano passado 1.368 novas ligações com energia solar em casas localizadas nos pontos mais remotos do estado, levando energia limpa, segura e sustentável 24 horas por dia, por meio do programa Mais Luz para a Amazônia, do Governo Federal. Para 2023 estão previstas 2,5 mil novas ligações.
As instalações dos sistemas de geração de energia solar são feitas em áreas de difícil acesso, distantes das redes elétricas convencionais. Em muitos casos, as famílias nunca tiveram acesso à eletricidade. Em outros, a iniciativa substitui o uso de pequenos geradores a diesel ou gasolina, que funcionam apenas por algumas horas ao dia, e hoje são a fonte de energia elétrica de muitas famílias que vivem nestas regiões.
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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco
Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada
Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.
O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.
Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.
O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.
Veja vídeo:
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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter
Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada
Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.
Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.
A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa
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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP
A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.
A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.
O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.
Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.
Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.
Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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