Acre
Emylson Farias promete revelar indiciados pelo roubo de milho em silo graneleiro do governo
A Policia Civil do Acre quebrou o silêncio e prometeu no final da tarde de ontem (30) revelar os autores do sumiço de 25 toneladas de milho do Silo Graneleiro da cidade de Plácido de Castro, ocorrido há quase um ano. A informação foi do secretário de Policia Civil, Emylson Farias.
Sem entrar em detalhes sobre a indenização dos produtores prejudicados, Farias revelou ao ac24horas que a competência da Policia Civil é a de apresentar os autores do sumiço do milho. Desde que o caso se tornou público, através da Assembleia Legislativa do Acre, o secretário Lourival Marques não informou quais medidas foram tomadas pelo Estado. Não se tem conhecimento de processo administrativo aberto pela secretaria de agricultura e nem do afastamento dos envolvidos.
Os deputados aprovaram requerimento do deputado Luiz Tchê (PDT) que solicita a presença do secretário para dar explicações sobre o sumiço de milho e ações investigatórias abertas pelo Ministério Público Estadual.
O deputado Major Rocha (PSDB), chegou a propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denuncias. Antes de embarcar para Aracajú, onde participa de um encontro com militares, o tucano disse que o governador Sebastião Viana já deveria ter indenizados os 32 produtores prejudicados.
“A responsabilidade civil do Estado nesse caso é objetiva e consiste em reparar os danos patrimoniais que desapareceu do Silo Graneleiro e eventuais perdas que o produtor teve para recuperar o milho e até danos morais pelo sentimento de ter sido lesado pelo próprio estado”, disse Rocha.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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