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Em nota técnica, governo esclarece dados sobre redução do desmatamento ilegal no Acre
A primeira fase da ação foi realizada em Feijó e Tarauacá, e a segunda deflagrada em Acrelândia, onde foram registradas as maiores incidências de ilícitos ambientais no ano de 2024

Em nota técnica, governo reafirma compromisso com redução do desmatamento ilegal no Acre. Foto: Pedro Devani/Secom
O governo do Acre, por meio do Centro Integrado de Georreferenciamento e Monitoramento Ambiental (Cigma), órgão da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), emitiu uma nota técnica nesta sexta-feira, 16, em resposta aos dados divulgados pela rede MapBiomas, que aponta um crescimento do desmatamento no estado, com base nos dados do Relatório Anual do Desmatamento no Brasil 2024 (RAD).
O governo do Acre esclarece que utiliza os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do governo federal, como fonte oficial para o monitoramento do desmatamento. O documento define a metodologia de aferição do desempenho frente aos valores absolutos e relativos para a taxa e incremento do desmatamento, bem como para emissões de CO², e norteia a implementação das políticas públicas.
Com base nos dados do Inpe, o Acre apresentou em 2023 uma redução de 28% na taxa de desmatamento em relação ao ano anterior (2022) e de 25%, segundo a estimativa da taxa para o ano de 2024, em relação ao ano anterior (2023).
“A taxa de desmatamento do Prodes para o ano florestal 2022-2023 para o estado do Acre foi 601 km², com redução de 28% em relação ao ano florestal 2021/2022 que foi de 840 km². A estimativa da taxa de desmatamento do Prodes para o ano florestal 2023-2024 para o estado do Acre é de 448 km², representando uma redução de 25% em relação ao período anterior 2022-2023 para o estado do Acre foi 601 km²”, reforça trecho da nota.
Com base nos dados divulgados pelo Inpe, o Acre tem reduzido a taxa de desmatamento de forma consistente e seguindo na trajetória de alcançar o cumprimento das metas do Plano de Prevenção, Controle do Desmatamento e Queimadas do Estado do Acre (PPCDQ-AC), que prevê uma redução anual de 10% da taxa do desmatamento em todo o estado, com início no ano de 2023 e atingindo 50% até 2027.
Operação Contenção Verde
Para dar uma resposta rápida frente aos ilícitos ambientais, o governo do Acre, por meio do Grupo Operacional de Comando e Controle (Gocc) tem planejado as ações e se antecipou ao período de estiagem, lançando, em fevereiro, a operação Contenção Verde, de combate às queimadas e desmatamento ilegal no Acre.
A primeira fase da ação foi realizada em Feijó e Tarauacá, e a segunda deflagrada em Acrelândia, onde foram registradas as maiores incidências de ilícitos ambientais no ano de 2024. A operação terá atuação contínua em todo o estado, com foco na fiscalização, conscientização e punição de responsáveis por crimes ambientais.

Segunda etapa da Operação Contenção Verde abrangerá a regional do Baixo Acre, com ações em Acrelândia, Plácido de Castro e Senador Guiomard. Foto: Felipe Freire/Secom
“O governo do Acre tem se antecipado, de forma preventiva, para coibir a incidência de crimes ambientais, unindo esforços com todos os órgãos do sistema de meio ambiente, em prol de um bem maior: o nosso meio ambiente e a saúde da nossa população. A reunião do GCF [Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas] será oportuna para dialogarmos com governadores da Amazônia para a tomada das melhores decisões, inclusive em conjunto com os países vizinhos, Peru e Bolívia, para que possamos ampliar as ações destinadas a minimizar os impactos e o aumento do desmatamento”, observa o secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho.
Governo abre vagas para brigadistas em unidades de conservação
Outra importante estratégia para se antecipar ao combate de incêndios florestais durante o período de queimadas, nas unidades estaduais de conservação (UCs), foi a realização do processo seletivo para o preenchimento de 50 vagas de brigadistas comunitários, já em fase de homologação final.

Candidatos já passaram pela etapa de testes físico e de habilidades no processo seletivo de brigadistas comunitários. Foto: Evander Freitas/IMC
A iniciativa, pioneira no Acre, busca fortalecer a atuação na prevenção e combate a incêndios nas UCs. As vagas são exclusivas para moradores das comunidades das áreas de proteção ambiental (APAs) Igarapé São Francisco e Lago do Amapá, além da Floresta Estadual do Antimary, do Complexo de Florestas Estaduais do Rio Gregório (Cferg) e da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) Japiim Pentecoste. Os brigadistas aprovados receberão um valor mensal de R$ 1.476.
Para saber mais, acesse a íntegra da nota técnica.
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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