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Em Manaus, Bolsonaro garante asfaltamento da BR-319
Para o presidente da República, a divulgação de dados que apontam o crescimento do desmatamento da Amazônia prejudicam as relações internacionais e o processo de negociação internacional do Brasil.

Do Bncamazonas e a Crítica
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assegurou a recuperação da BR-319 será executada no Governo dele, apesar da escassez de recursos. Disse que com a criação de um gabinete de ministérios técnicos será possível asfaltar a rodovia que liga Manaus a Porto Velho, num trecho do meio de 400 quilômetros.
“A BR-319 será asfaltada, apesar do país destruído economicamente e com orçamento minguado”, destacou Bolsonaro ao se referir a estrada de mais de 800 quilômetros de extensão. Ressaltou que seu governo tem interesse em atender a todas as regiões, “porque trabalhamos para o Brasil”.
A garantia da obra foi dada na mesa dos trabalhos do Conselho de Administração da Suframa (CAS), nesta quinta-feira, dia 25, onde deu início à análise de projetos industriais para a região. Ele cumpriu agenda em Manaus.
O presidente também declarou que os números sobre questões ambientais e o desmatamento da Amazônia “por vezes mentem e são exagerados”. Na avaliação do presidente, as estatísticas de preservação ambiental não correspondem à realidade.
“O Brasil é um país que mais preserva. Tem um País na Europa que não tem um por cento de suas florestas preservadas. Nós queremos preservar o meio ambiente, mas não podemos entrar na psicose ambiental. Nós precisamos investir no Brasil e casar o desenvolvimento com a preservação ambiental. Pra mim, números por vezes mentem e são exagerados. Isso devemos evitar”, declarou em coletiva de imprensa, após cerimônia de entrega de medalhas a estudantes amazonenses que participaram da Olimpíada Internacional Matemática Sem Fronteiras 2019 (OIMSF).
Bolsonaro criticou a presença de integrantes de ONGs internacionais na estrutura governamental do Estado. Para o presidente da República, a divulgação de dados que apontam o crescimento do desmatamento da Amazônia prejudicam as relações internacionais e o processo de negociação internacional do Brasil.
“Nós não podemos ter órgãos do governo, como ainda temos, aparelhados com pessoas que ainda tem fidelidade a ONGs internacionais. Então esses dados servem para alguém lá na ponta da linha ficar feliz e nos prejudicar nas relações que temos com o mundo. Estamos avançando no Mercosul, com os Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão”, disse Bolsonaro.
“Nós duvidamos que os dados sejam verdadeiros. Essa decisão de checar os dados estão nas mãos dos Ministros do Meio Ambiente, Ricardo Sales, e da Ciência e Tecnologia, astronauta Marcos Pontes. Não temos medo da verdades. Dados jogados pra cima para fazer onda e oba-oba não procedem. Não podemos admitir isso”, afirmou Bolsonaro.
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Senado aprova aumento de penas para furto, roubo e receptação

O Senado aprovou, nesta terça-feira (3/3), um projeto de lei que aumenta as penas para os crimes de furto, roubo e receptação. O projeto já tinha sido aprovado na Câmara dos Deputados, mas como o texto teve muitas alterações, voltará à Casa para nova votação.
O projeto também passa a incluir no Código Penal novos crimes ou qualificações, como o furto e a receptação de animais domésticos e o roubo de arma de fogo, que passa a ser punido com pena de 4 a 10 anos de reclusão e multa.
A redação também permite a prisão preventiva para os crimes de furto, mesmo para criminosos não reincidentes.
Furto
Roubo
Receptação
Para receptação de produto roubado, a pena passaria a ser de 1 a 6 anos de reclusão e multa (hoje é de 1 a 4 anos mais multa).
A proposta também insere no Código Penal o crime de receptação de animal doméstico, com pena de 2 a 6 anos de reclusão mais multa.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Votação na comissão especial da PEC da Segurança é cancelada

A Comissão Especial para a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18/2025, conhecida como a PEC da Segurança Pública, cancelou a votação do relatório apresentado por Mendonça Filho (União Brasil-PE) (foto em destaque) prevista para esta quarta-feira (4/3). A previsão inicial era de que a proposta fosse para o plenário ainda hoje.
Pouco antes do início da sessão, prevista para as 10h, a análise foi postergada para as 12h. Foi um pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que se reuniu com o relator e o presidente da comissão especial, Aluísio Mendes (Republicanos-MA) na residência oficial para tratar da PEC.
Segundo apurou o Metrópoles, o imbróglio ainda gira ao redor do trecho sobre o plebiscito da redução da maioridade penal. O presidente da Câmara tem sugerido que o trecho fosse retirado para poder contar com a adesão do governo Lula na votação. Aluísio e Mendonça, por outro lado, se manifestaram a favor da manutenção.
A avaliação é de que a medida tem apoio da maioria dos parlamentares e que o substitutivo está pronto para ser votado.
O relator estipulou a realização de um plebiscito sobre a redução da maioridade penal no seu parecer, ponto ao qual o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se opõe. Apesar da oposição, a base do Planalto sinalizou que não tentaria adiar a votação na comissão especial, temendo desgaste com a cúpula da Câmara. A PEC da Segurança é uma proposta prioritária para o governo Lula neste ano eleitoral.
Ante o cancelamento, o presidente Hugo Motta convocou uma nova reunião de líderes nesta quarta-feira para tentar chegar a um acordo sobre o texto.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Israel afirma ter iniciado uma onda de ataques em larga escala em Teerã

As Forças de Defesa de Israel (IDF) iniciaram “ataques em larga escala contra alvos do regime terrorista iraniano em Teerã”, informou o Exército em um comunicado na manhã de quarta-feira.
Esta é a décima onda desse tipo de ataques desde o início do conflito mais recente, no sábado, segundo as IDF. Mais cedo nesta quarta-feira, o Exército afirmou que bombardeios realizados durante a madrugada atingiram o que descreveu como centros de comando usados pelas temidas forças de segurança interna do Irã e pela milícia Basij.
“Eles atacaram com bastante força na noite passada, foi uma noite ruim”, disse um morador do norte de Teerã à CNN. “Não sei exatamente onde atingiram, mas parecia que podíamos ouvir explosões ao nosso redor.”
O morador acrescentou que queria sair da cidade e fugir para as montanhas. “Mas também não sabemos onde estão os alvos militares, então é difícil dizer onde seria seguro”, afirmou.
A mídia estatal iraniana informou que explosões foram registradas em várias partes do país na manhã de quarta-feira. Uma foto geolocalizada pela CNN mostra uma grande coluna de fumaça escura perto da cidade de Isfahan.

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