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Em alusão ao Dia do Índio, Fundhacre realiza atividades na unidade hospitalar

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Em alusão ao Dia do Índio, comemorado nesta terça-feira, 19, a Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre), por meio do Núcleo de Saúde Indígena da unidade, realizou uma atividade que contou com uma exposição de artesanato, apresentação de dança tradicional, além da distribuição de folders abordando sobre a importância dos direitos dos povos indígenas.

Em alusão ao Dia do Índio, Fundhacre realiza atividades na unidade hospitalar. Foto: Willian Silva

“A Fundação Hospitalar, por ser uma unidade de referência para todo o estado e representar grande parte das políticas públicas de saúde, não poderia deixar, no dia de hoje, de ouvir essas solicitações dos povos indígenas, no sentindo de um atendimento de mais qualidade. Com relação  a isso, a Fundhacre tem se organizado com suas enfermarias, além da oferta de insumos que são específicos para essa população”, destaca a chefe do Planejamento, Duciana Araújo.

“A Fundhacre tem se organizado com suas enfermarias, além da oferta de insumos que são específicos para essa população”, destaca a chefe do Planejamento, Duciana Araújo.  Foto: Willian Silva

Toda a atividade contou com a presença de representantes dos povos indígenas dos municípios de Feijó, Mâncio Lima, Boca do Acre, Tarauacá, Santa Rosa e Jordão, referente às seguintes tribos: Huni kui, Nukini, Kaxinawá, Apurinã, Naua e Manchinere, Poianawa e Shanenawá.

Para o agente de saúde Ilson Silvestre Souza, que atua na liderança dos povos Nukini, da Aldeia Kampô, localizada no município de Mâncio Lima, o momento foi de muita satisfação em ver a unidade hospitalar destacar a importância da cultura indígena.

Atividade contou com uma exposição de artesanato, apresentação de músicas e danças típicas indígena. Foto: Willian Silva

“Foi um evento muito bonito. Estou muito satisfeito em ver toda essa ação que nos mostrou que eles estão nos apoiando, e dizem sim para a causa indígena. Isso muito nos fortalece, em ver que não estamos desamparados pelo Estado. Agradeço ao nosso governador, Gladson Cameli, e todos os organizadores da Fundhacre, que nos recepcionaram com muito carinho”, afirma o agente.

O chefe do Núcleo de Saúde das Populações Prioritárias e Vulneráveis, Vanderson Gomes de Brito, da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), afirma que o núcleo vem atuando na busca de encontrar melhorias, por meio de uma gestão participativa.

 

Ação contou com a presença dos povos indígenas dos municípios de Feijó, Mâncio Lima, Boca do Acre, Tarauacá, Santa Rosa e Jordão. Foto: Willian Silva

 

“A Sesacre vem trabalhando junto com os povos indígenas, lideranças e outras instituições, para que possamos alcançar o objetivo de proporcionar saúde indígena da forma mais respeitosa possível. Inclusive, ainda hoje teremos uma ação de implementação de leitos de saúde indígena. Assim, vamos acompanhando esse processo de desenvolvimento da saúde junto a essa população”, frisou.

Txuã Huni Kui é técnico de enfermagem da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai) e esteve representando os povos Huni Kuin do estado. Em sua fala enfatizou a relevância da interação com os povos indígenas. “Essa é uma ação de suma importância, onde agrega o atendimento de toda a população. A Fundação é uma unidade que tem atendido os pacientes indígenas com muita assistência. Essa interação de hoje entre os povos e a equipe da unidade foi fundamental, um gesto em que nos sentimos ainda mais acolhidos”, ressaltou.

Txuã Huni Kui é técnico de enfermagem da Casa de Apoio à Saúde Indígena (Casai), esteve representando o povo Huni Kuin do estado. Foto: cedida

Toda a ação foi uma iniciativa do Núcleo de Saúde Indígena da Fundhacre. A coordenadora do setor, enfermeira Antônia Rocha, comenta que a unidade vem realizando um atendimento humanizado, dentro dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Procuramos atendê-los com essa diferenciação, buscando humanização no acolhimento. Quando se internam aqui no hospital temos esse cuidado em aproximá-los ao máximo da cultura deles. As enfermarias são caracterizadas com atadores de redes, além de outras adaptações necessárias”, destacou.

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“DJ” que desdenhava da Polícia Civil nas redes sociais é preso por descumprimento de medida protetiva em Rio Branco

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A prisão ocorreu no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco, durante uma ação integrada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), do Departamento de Inteligência (DI) e do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI)

Após meses de investigação, a PCAC prendeu investigado que ameaçava a ex-companheira e ironizava o trabalho policial. Foto: cedida

O que seria mais uma prisão por lesão corporal e descumprimento de medida protetiva no âmbito da Lei Maria da Penha acabou se tornando um exemplo da resolutividade e eficiência do trabalho da Polícia Civil do Acre (PCAC). Na manhã desta quarta-feira, 21, oficiais investigadores lograram êxito na captura de um homem que, além de perseguir e ameaçar a ex-companheira, desdenhava publicamente da atuação policial.

O investigado, identificado pelas iniciais F.F.D.G., de 31 anos, que se apresenta como “DJ”, já vinha sendo procurado há meses pela Polícia Civil. Inconformado com o fim do relacionamento, ele passou a descumprir reiteradamente medidas protetivas de urgência determinadas pela Justiça, além de responder por lesão corporal no contexto de violência doméstica.

A prisão ocorreu no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco, durante uma ação integrada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), do Departamento de Inteligência (DI) e do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI). A operação foi resultado de um trabalho investigativo minucioso, desenvolvido de forma estratégica pelas equipes envolvidas.

O que chamou ainda mais atenção no caso foi a postura do investigado, que chegou a utilizar redes sociais para zombar da Polícia Civil, duvidando da capacidade da instituição em capturá-lo. Em algumas publicações, o DJ escreveu em tom irônico “Não foi dessa vez tenta mais tarde k [sic]”. Um dos artifícios para ameaçar sua ex-companheira e intimida-la era dizer que ele estava em companhia de supostos integrantes de facção criminosa.

Apesar das tentativas de intimidação e do desdém demonstrado, o homem acabou surpreendido pela atuação silenciosa e eficiente da Polícia Civil. Após a prisão, F.F.D.G. foi encaminhado à Deam, onde será ouvido pela autoridade policial e ficará à disposição da Justiça para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.

Na manhã desta quarta-feira, 21, oficiais investigadores lograram êxito na captura de um homem que, além de perseguir e ameaçar a ex-companheira, desdenhava publicamente da atuação policial. Foto: cedida 

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Gladson sanciona leis que equiparam férias de defensores às de juízes e reajustam salários de comissionados da DPE

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O governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas), sancionou nesta quarta-feira, 21, duas leis complementares que promovem mudanças na Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE-AC). As medidas preveem desde equiparação de férias aos membros da magistratura e do Ministério Público do Acre (MPAC) até a reestruturação do quadro de cargos comissionados e reajuste salarial.

A Lei Complementar nº 509/2026 altera a Lei Orgânica da Defensoria Pública, garantindo que os defensores públicos tenham direito a férias fracionadas em até três períodos ou acumuladas em até dois períodos em casos excepcionais. Além disso, a lei estabelece que membros da DPE que estiverem respondendo à sindicância ou processo administrativo disciplinar não poderão usufruir de férias, exceto se a fase de instrução já estiver concluída.

A legislação também amplia as atribuições institucionais da Defensoria, autorizando a promoção de cursos de especialização, seminários, estágios, palestras e conferências, com o objetivo de qualificar os profissionais e fortalecer o atendimento à população.

Já a Lei Complementar nº 508/2026 reestrutura o quadro de pessoal de apoio da DPE, incluindo cargos em comissão e chefias de gabinetes, diretores setoriais e coordenadorias. A lei ainda prevê reajuste salarial de 5,08% para todos os cargos em comissão, a ser aplicado a partir de junho de 2026, com valores que vão de R$ 2.558,59 até R$ 18.327,63, dependendo do cargo.

Segundo as leis, todas as despesas serão custeadas dentro das dotações orçamentárias da Defensoria Pública, condicionadas à disponibilidade financeira, e entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026.

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Lei autoriza transferência de recursos da DPE do Acre para militares da reserva

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Foto: Joabes Guedes/PMAC

A Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE) está autorizada a transferir até R$ 403.926,80 anualmente para a Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC) com o objetivo de custear despesas com a designação temporária de militares da reserva remunerada para atuar na segurança das unidades da DPE.

A autorização foi formalizada por meio da Lei nº 4.770, sancionada pelo governador Gladson Cameli nesta quarta-feira (21). A transferência dos recursos dependerá da celebração de convênio específico entre a DPE e a PMAC e deverá seguir normas previstas na legislação federal e na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo a lei, os recursos deverão ser atualizados anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou outro índice que venha a substituí-lo, e todas as despesas serão custeadas pelo orçamento da Defensoria Pública. A lei já entra em vigor na data de sua publicação.

O repasse busca reforçar a segurança institucional das unidades da Defensoria, garantindo proteção a servidores e cidadãos que utilizam os serviços do órgão.

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