Acre
Eliane Sinhasique intercede por família abandonada na Assembleia Legislativa
A deputada estadual Eliane Sinhasique (PMDB), usou a Tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), na manhã desta quarta-feira (13), para pedir que o Estado solucione o caso da senhora Laísse da Conceição Magalhães abandonada no hall do prédio.
Dona Laísse, viúva e mãe de 6 filhos, foi despejada, invadiu uma residência no Andirá, foi retirada de lá pela Polícia e deixada por eles no hall da Assembleia Legislativa, onde famílias do Beco do H, Embratel e Beco da Tuca estão acampadas.
Segundo Sinhasique, as Secretarias da Mulher, de Direitos Humanos e de Assistência Social já tem ciência do caso e nada fizeram por essa senhora. “É um desrespeito muito grande! Os órgãos que deveriam prestar atendimento a uma mãe vulnerável e em situação de risco com os seus filhos não estão agindo”.
Eliane lamenta que as Secretarias do Estado não ofereçam assistência para essa família. “Por que é que a Secretaria de Direitos humanos não se manifesta? Por que é que a Secretaria de Assistência Social faz vista grossa? A Secretaria da Mulher me envergonha porque tem dinheiro para colocar cargos comissionados, mas não tem um centavo para alugar um quarto para abrigar essa senhora com os seus 6 filhos”.
Para ela é inaceitável que o Estado acolha tão bem os imigrantes e deixe os acreanos desassistidos. “Eu fico estarrecida de ver que para receber os haitianos as Secretarias arrumam dinheiro, alugam espaços e não podem acomodar uma acreana”.
Após encaminhar essa família à todas essas Secretárias do Estado e não obter respostas, Sinhasique pediu intervenção do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim).
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.










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