Acre
Edvaldo Souza participa de audiência pública sobre regularização fundiária na Capital

Deputado Edivaldo de Souza (PSDC), vem acompanhando de perto a questão de regularização das terras no Acre – Foto: Assessoria
Da redação, com assessoria parlamentar
Deputado estadual com o maior número de votos em Rio Branco, Edvaldo Souza, PSDC, tem focado o seu mandato em ações voltadas para as comunidades mais carentes. Um dos pontos bastante debatidos pelo parlamentar tem sido a questão da regularização fundiária de bairros que tiveram como origem ocupações irregulares.
O parlamentar foi o primeiro deputado a se preocupar com a questão quando fez uma propositura ao governo do Estado para regularização do Caladinho, onde hoje todos os moradores tem título definitivo de seus terrenos.
Edvaldo Souza continuou o seu trabalho em outros bairros. A proposta de regularização fundiária dos bairros Montanhês, Jorge Lavocat e Wanderley Dantas também é de sua autoria.
Neste sábado em audiência pública promovida pelo Iteracre, Cohab e Secretaria de urbanismo o parlamentar se fez presente e mais um vez defendeu os interesses dos moradores que ocupam lotes em situação irregular.
“ Eu não defendo a irregularidade. O que eu defendo é que essas pessoas tenham uma vida digna e melhores condições de moradia. Isso é possível a partir do momento em que o Estado faz a sua parte, enfatizou Edvaldo Souza”.
O parlamentar aproveitou para elogiar as ações desenvolvidas pela Cohab, Iteracre, Procuradoria e demais instituições envolvidas no trabalho.
“esse trabalho de regularização fundiária é demorado e exige paciência dos moradores. O importante depois de tudo é receberem seus títulos definitivos, o que garante acima de tudo segurança para a família.
A meta é que os títulos sejam entregues no máximo até o mês de fevereiro do próximo ano. Um total de 1.200 famílias do bairro Jorge Lavocat e 1.398 famílias do bairro Montanhês serão beneficiadas.
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Acre
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Acre
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Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

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