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Brasil

Doses da Coronavac importadas pelo Butantan devem chegar ao Brasil em 2 semanas

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A primeira grande remessa da Coronavac deve chegar no Brasil em duas semanas, nos primeiros dias de novembro.

61 pessoas entre os 9 mil da primeira fase do estudo tiverem a doença que os resultados de eficácia serão informados.

Pedro Duran, da CNN, em São Paulo

São 6 milhões de doses prontas pra uso, mas que vão ficar na geladeira — literalmente. É que a vacina ainda não tem comprovação de eficácia no estudo brasileiro e nem registro da Anvisa pra ser usada em larga escala.

Os testes ainda estão em curso. O estudo divide os pacientes entre os que receberam a Coronavac e outros que receberam um placebo.

Para que a pesquisa seja concluída, o estudo depende que pessoas que tomaram o placebo (e, portanto, não foram imunizadas pela vacina em teste) desenvolvam a Covid-19.

Só quando 61 pessoas entre os 9 mil da primeira fase do estudo tiverem a doença que os resultados de eficácia serão informados.

A previsão de chegada ao país é do presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas. À reportagem da CNN, ele comemorou a decisão da Anvisa de liberar a importação da primeira remessa com 6 milhões de doses da coronavac. “É uma decisão correta, não havia motivo pra não apressar essa decisão”, disse ele.

Na opinião de Dimas Covas, essa autorização ainda sinaliza positivamente para um outro pedido do Butantan, o de importar os insumos para fabricar 40 milhões de doses no Brasil. Para eles, essa é a autorização mais importante.

A distribuição das doses depende da estratégia do Ministério da Saúde, por meio do Plano Nacional de Imunização. O Butantan e o governo de São Paulo ainda acreditam que, assim que a eficácia da coronavac for comprovada, o Ministério assuma o compromisso de distribuir o imunizante.

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Jovem morre no Paraná após ser linchado por crime que não cometeu

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Reprodução/Redes sociais
Imagem colorida mostra Deivison Andrade de Lima, jovem que morreu no Paraná após linchamento por crime que não cometeu - Metrópoles

Um jovem de 23 anos morreu na última segunda-feira (26/1) após ser vítima de um linchamento em Ponta Grossa, Paraná. Deivison Andrade de Lima estava internado desde o dia 18 de janeiro, quando sofreu agressões após ser acusado, de forma equivocada, de envolvimento na morte de Kelly Cristina Ferreira de Quadros. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), ele não teve participação no crime.

Deivison foi atacado por pessoas que acreditavam que ele seria o autor do homicídio de Kelly, encontrada morta em uma área de mata no dia 16 de janeiro. Os agressores o espancaram dois dias depois. O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu após oito dias de internação.

A mãe de Deivison relatou que, ao encontrar o filho ainda consciente em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, na noite de 18 de janeiro, ele contou que foi colocado à força dentro de um carro por três homens, que disseram que o levariam para uma área de mata. Segundo o relato, eles afirmaram que fariam com o jovem o mesmo que, de acordo com eles, havia sido feito com Kelly.

Deivison teria negado diversas vezes qualquer envolvimento no crime, mas, ainda assim, foi agredido.

“Ele disse que apanhou porque confundiram ele com a pessoa que matou essa moça. Meu filho era inocente. Eu só quero justiça”, afirmou.

Verdadeiro autor do assassinato foi preso

O delegado responsável pelo caso, Luis Gustavo Timossi, explicou que não há qualquer indício de que Deivison tenha participado do homicídio de Kelly. Segundo ele, a investigação do assassinato da mulher já identificou o verdadeiro autor, que foi preso, confessou o crime e apresentou provas materiais, incluindo imagens de câmeras de segurança e informações sobre a motivação e os objetos utilizados.

“O que posso afirmar é que não há nenhum indício de envolvimento do Davidson com o homicídio da Kelly”, disse o delegado. Ele confirmou que Deivison conhecia a vítima, mas ressaltou que isso, por si só, não indica participação no crime.

A PCPR informou que segue em diligências para identificar e responsabilizar os autores das agressões que resultaram na morte de Deivison Andrade de Lima.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Tarcísio visita Bolsonaro na Papudinha nesta quinta-feira (29/1)

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Giovana Alves/Metrópoles
Governador Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro na Papudinha, em Brasília - Metrópoles

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visita, nesta quinta-feira (29/1), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 19º Batalhão da Polícia Militar. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha, em Brasília (DF), por liderar a trama golpista.

A visita, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levanta a expectativa de que o encontro seja para para tratar do apoio do mandatário paulista à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho 01 do ex-chefe do Planalto, à Presidência da República.

Este é o primeiro encontro entre os dois políticos desde setembro, quando Bolsonaro ainda cumpria prisão domiciliar. A primeira ida de Tarcísio à Papudinha estava prevista para ocorrer na quinta-feira (22/1), mas o mandatário paulista cancelou a visita por motivos familiares.

O governador paulista chegou ao local às 10h56.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ministra Cármen Lúcia foi quem autorizou operação contra deputado Eduardo Velloso e ex-prefeito Mazinho Serafim por desvio de recursos

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Ministra Cármen Lúcia autorizou ação, que mira suspeita de desvio de R$ 912 mil em contratos de shows em Sena Madureira; alvos têm endereços buscados no Acre e em Brasília

A PF e a Controladoria Geral da União investigam suspeitas de desvios de recursos na ordem de R$ 912 mil, proveniente desse modelo de emenda parlamentar, que permite repasses diretos da União. Foto: captada 

A Operação Draco contra o deputado federal Eduardo Velloso e o ex-prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. A ação, autorizada pela ministra do STF Cármen Lúcia, investiga suspeitas de desvio de R$ 912 mil de recursos federais por meio de emendas parlamentares do tipo PIX — que permitem repasses diretos da União a municípios.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços de Velloso em Rio Branco e em seu apartamento funcional em Brasília, além de locais ligados a Serafim. Segundo a PF e a Controladoria-Geral da União, o dinheiro foi usado para contratar uma empresa responsável por shows em Sena Madureira, com pagamentos feitos pela Secretaria Municipal de Cultura.

As investigações apontam indícios de associação criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. O gabinete do deputado não foi alvo das buscas. A operação ainda está em andamento e pode resultar em novas medidas.

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