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Acre

Dos Estados mais seguros do país, Acre se torna um dos mais violentos com Sebastião

Fim do período de tranquilidade no Acre registrado nos governos Jorge Viana (1999-2006) e Binho Marques (2007-2010) e a ascensão dos assassinatos com Sebastião Viana entre 2012 e 2016.

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Entre 2007 e 2008 o Estado registrou taxas de 19 homicídios para cada 100 mil habitantes; abaixo da média nacional de 26,5 para 100 mil pessoas.

De acordo com o Atlas da Violência, entre 2015 e 2016 a taxa de homicídios no Acre evoluiu 64,6% (Foto: internet)

Com Ac24horas

De um Estado com taxas de homicídio entre as mais baixas do país – sempre abaixo da média nacional – entre 2006 e 2011, o Acre passou a figurar entre os mais violentos, com crescimento constante e assustador em suas taxas de homicídios a partir de 2011, período anterior à invasão das facções criminosas em sua guerra pelas rotas internacionais do tráfico de drogas.

É o que apontam os dados do último Atlas da Violência 2018 elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os números refletem o fim do período de tranquilidade no Acre registrado nos governos Jorge Viana (1999-2006) e Binho Marques (2007-2010) e a ascensão dos assassinatos com Sebastião Viana entre 2012 e 2016.

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Entre 2011 (começo do primeiro mandato de Sebastião) e 2016 (segundo ano do segundo mandato) o Acre teve um crescimento de 102,3% em sua taxa de homicídio – no país ela foi de 10,5%. Essa elevação superou a registrada em uma década (2006-2016) de 93,2%.

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O período de maior paz vivenciado pelos acreanos se deu no curto governo de Binho Marques. Entre 2007 e 2008 o Estado registrou taxas de 19 homicídios para cada 100 mil habitantes; abaixo da média nacional de 26,5 para 100 mil pessoas. Até 2012 o Acre fica com índices abaixo dos registrados no país.

É a partir daquele ano que as taxas começam a apresentar um crescimento significativo. Em , a taxa brasileira já é superada pela acreana: enquanto em todo o país foram registrados 28,6 assassinatos para um universo de 100 mil habitantes, no Acre essa relação foi de 30,1.

Entre 2014 e 2015 há uma redução, mas bem abaixo do que ocorria alguns anos antes, e sempre nivelado com os dados nacionais. O ápice ocorreu em 2016 quando o Estado registrou 44,4 assassinatos por 100 mil habitantes, contra 30,3 no país. De acordo com o Atlas da Violência, entre 2015 e 2016 a taxa de homicídios no Acre evoluiu 64,6%.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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Acre

Ciclista morre atropelado no dia do aniversário na Baixada da Sobral, em Rio Branco

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Vítima ainda foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância

O ciclista Rizomar Nascimento de Almeida, de 44 anos, morreu na noite deste domingo (22) após ser atropelado no bairro Bahia Velha, na região da Baixada da Sobral, em Rio Branco. A tragédia aconteceu no mesmo dia em que ele comemorava aniversário.

Segundo informações apuradas no local, a vítima trafegava de bicicleta pela Rua Mende Sá quando tentou atravessar a via e foi atingida por um caminhão vermelho que seguia no sentido centro-bairro.

Com o impacto, a bicicleta ficou presa debaixo do veículo e há suspeita de que as rodas do caminhão tenham passado sobre o abdômen do ciclista, provocando um grave trauma abdominal, além de possível fratura na região do quadril.

Populares prestaram os primeiros socorros e acionaram a Polícia Militar do Acre e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Duas ambulâncias, sendo uma de suporte básico e outra de suporte avançado, foram enviadas ao local. As equipes médicas realizaram manobras de reanimação, mas, apesar dos esforços, Rizomar não resistiu e morreu dentro da ambulância.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O Policiamento de Trânsito isolou a área para os trabalhos da perícia. Após os procedimentos, o motorista do caminhão foi preso e conduzido à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde deverá prestar esclarecimentos.

A bicicleta da vítima foi entregue aos familiares.

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Acre

Rio Branco recebe mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher

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O governo do Acre, por meio da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) e da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realiza neste domingo, 22, um mutirão de cirurgias voltado à saúde da mulher. A ação integra o programa nacional Mais Especialistas, do Ministério da Saúde, e ocorre em alusão ao Mês da Mulher.

A iniciativa ocorre de forma simultânea em todo o país, envolvendo unidades hospitalares públicas, privadas e filantrópicas. O objetivo central é ampliar o acesso da população a procedimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na Fundhacre, os atendimentos foram concentrados no centro cirúrgico da unidade, beneficiando pacientes previamente reguladas. Ao todo, foram executados procedimentos de diversas especialidades, visando garantir agilidade e reduzir as filas de espera.

Durante a mobilização, estão sendo executados procedimentos de diversas especialidades, como tireoidectomia total, plástica mamária não estética, reparo de manguito rotador, ressecção de cisto sinovial e tratamento de varizes. A ação contempla também demandas ginecológicas, incluindo histerectomias e curetagens, garantindo agilidade no atendimento e redução das filas de espera.

Antonia Neide, paciente contemplada pela ação relata. “Eu sentia muita dor no ombro e, quando trouxe os meus exames, o médico recomendou a cirurgia imediatamente. Graças a Deus, esse procedimento será realizado hoje. Esses mutirões são muito importantes, porque ampliam o acesso aos atendimentos. No meu caso, como eu trabalhava fazendo movimentos repetitivos, acabei desenvolvendo alguns problemas no ombro”, afirmou.

A inclusão da Fundhacre na mobilização nacional foi viabilizada após agenda institucional junto ao Ministério da Saúde, no início de março. O alinhamento reforça o compromisso do Estado com estratégias nacionais de atenção especializada e atendimento humanizado.

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