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Dois detentos são condenados por tortura seguida de morte no presídio

Ozias de Souza Almeida e José Emídio Neto, terão que cumprir cada um, três anos de prisão em regime fechado.
Dos 17 presos, denunciados pelo crime de tortura seguida de morte do detento João Craveiro Chaves Junior, dois foram condenados.
Ozias de Souza Almeida e José Emídio Neto, terão que cumprir cada um, três anos de prisão em regime fechado.
A sentença é do juiz da 2ª Vara Criminal de Rio Branco Elielton Zanoli.
João Craveiro Chaves Junior, que estava preso pela acusação de homicídio foi assassinado em três de junho do ano passado, na cela 02, do pavilhão “J” do presídio Francisco de Oliveira Conde.
Consta na denúncia, que a vítima foi agredida a chutes, socos e com um cabo de vassoura até a morte.

Detento João Craveiro Chaves Junior não resistiu ao espancamento e morreu.
A intenção dos assassinos, era que João Craveiro, confessasse a autoria do furto de um droga no interior da cela 02.
Ainda dentro da cadeia, os autores do crime, teriam pedido autorização do líder de uma facção, para aplicar um corretivo na vítima, mas, que acabou em tortura seguida de morte.
Ozias de Souza e José Emídio não poderão recorrer da condenação em liberdade.
O promotor de justiça Walter Teixeira Filha, responsável pela denúncia do caso, não concordou com sentença e vai recorrer da decisão à Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre.
João Craveiro Chaves Júnior, tinha sido preso no dia 21 de julho de 2021, por investigadores da DHPP, na região do Taquari.
Ele era acusado de ser o mandante do assassinato de Evandro Silva e Silva, morto a tiros em 26 de abril de 2021 após ter a casa invadida criminosos.
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Suspeito é preso com arma e moto roubada durante denúncia de cárcere privado em Rio Branco
Polícia encontrou revólver municiado, droga e veículo com restrição dentro de residência na Cidade do Povo
Policiais militares da Força Tática do 2º Batalhão prenderam Alan da Silva Cruz, de 23 anos, na noite desta segunda-feira (23), durante atendimento a uma ocorrência no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.
A guarnição foi acionada via COPOM após denúncia de cárcere privado. Segundo as informações, três indivíduos teriam invadido uma residência levando uma pessoa amarrada. Também foi relatado que um dos suspeitos seria foragido da Justiça e que o grupo estaria armado.
Diante da gravidade, os militares solicitaram apoio e se deslocaram até o endereço, localizado na Quadra 08C, nas proximidades de um campo de futebol. Ao chegarem, os policiais ouviram vozes em tom elevado e movimentação dentro do imóvel.
A proprietária autorizou a entrada da equipe. Durante a averiguação, os policiais sentiram forte odor de entorpecente e localizaram uma porção de substância semelhante à maconha sobre o balcão da cozinha.
Questionado, Alan confessou possuir um revólver calibre .32, que, segundo ele, seria para proteção pessoal. A arma foi encontrada debaixo de uma cadeira, municiada com seis cartuchos. Durante a checagem, os policiais identificaram inconsistências na numeração, levantando suspeita de adulteração.
No local, também foi encontrada uma motocicleta com a placa amassada. Após consulta, foi constatado que o veículo possuía restrição de roubo ou furto desde janeiro de 2026. O suspeito afirmou ter comprado a moto, mas não soube informar a procedência.
Diante dos fatos, Alan assumiu a posse dos materiais ilícitos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foi apresentado sem lesões.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito, conhecido como “Alanzinho”, já é investigado por possível envolvimento em crimes como homicídios e tentativas. Um aparelho celular também foi apreendido para auxiliar nas investigações.
O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil.




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