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DNIT apresenta plano de recuperação das BRs 364 e 317 durante reunião na Fieac

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Dnit dispõe de aproximadamente R$ 420 milhões para investir nas obras de recuperação das BRs 364 e 317.

Dnit dispõe de aproximadamente R$ 420 milhões para investir nas obras de recuperação das BRs 364 e 317

Na tarde de terça-feira, 7 de maio, o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte de Infraestrutura de Transporte no Acre (DNIT), Ricardo Araújo, reuniu-se com os diretores da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e presidentes de sindicatos industriais para discutir o Plano de Recuperação das BRs 364 e 317.

Durante a apresentação, Araújo destacou a situação atual das rodovias e as medidas propostas para melhorar sua qualidade e durabilidade. Ele enfatizou a redução da quilometragem dos lotes antigos e a introdução de novos lotes, visando aumentar a quantidade de pedra utilizada. O superintendente explicou que cerca de 100 quilômetros de macadame serão colocados entre Sena Madureira e o Liberdade, com uma base de 30 centímetros de pedra, 8 centímetros de capa asfáltica e drenagem adequada para evitar danos causados pela água.

Para o ano de 2024, o Dnit dispõe de aproximadamente R$ 420 milhões para investir nas obras de recuperação das BRs 364 e 317. No entanto, Araújo ressaltou a necessidade de um orçamento maior, entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões, para executar um número suficiente de macadames nos trechos estruturantes, devido à fragilidade do solo e à resistência limitada do pavimento. “O que precisaríamos seria aproximadamente de R$ 700 milhões a R$ 800 milhões, para que pudéssemos executar o maior número possível de macadames nos trechos estruturantes, pois a estrada não aguenta mais ficar somente em intervenções de tapa-buraco. O solo não está mais aguentando e o pavimento não tem mais tanta resistência” afirmou Araújo.

BR 364 chegou ao ponto de ser considerada a pior estrada do Brasil em 2023. Foto: divulgação 

O deputado estadual Pedro Longo, presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), elogiou a apresentação do Dnit e destacou a importância de ações efetivas para melhorar as condições das BRs 364 e 317. Longo afirmou que o Parlamento estadual está acompanhando de perto a situação das rodovias e se comprometeu a agendar uma apresentação na Aleac para discutir novas ações em conjunto com o Dnit. “São ações muito efetivas. Estamos confiantes no trabalho que o Ricardo Araújo e sua equipe têm desempenhado e pactuamos aqui algumas novas ações. Além de sermos informados sobre aquilo que já está programado, vamos também agendar essa apresentação na Aleac, visando somarmos esforços para que, efetivamente, essa estrada tenha melhorias. O que defendemos é uma reconstrução ao longo do tempo, mas, de imediato, soluções paliativas que possam proporcionar mais conforto à nossa população”, ressaltou Pedro Longo.

José Adriano, presidente da FIEAC, agradeceu ao Dnit pela apresentação detalhada e anunciou que a FIEAC elaborará um documento com sugestões para as obras das BRs 364 e 317. Foto: assessoria

José Adriano, presidente da FIEAC, ressaltou a necessidade de priorizar as melhorias na trafegabilidade das rodovias que cortam o estado. Ele agradeceu ao Dnit pela apresentação detalhada e anunciou que a FIEAC elaborará um documento com sugestões para as obras das BRs 364 e 317. Adriano destacou ainda o apoio da Aleac e da bancada federal para garantir os investimentos necessários, destacando a importância da infraestrutura rodoviária para o desenvolvimento do Acre.

No entanto, Araújo ressaltou a necessidade de um orçamento maior, entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões, para executar um número suficiente de macadames nos trechos estruturantes, devido à fragilidade do solo e à resistência limitada do pavimento. Foto: assessoria

O superintendente explicou que cerca de 100 quilômetros de macadame serão colocados entre Sena Madureira e o Liberdade, com uma base de 30 centímetros de pedra, 8 centímetros de capa asfáltica e drenagem adequada para evitar danos causados pela água. Foto: assessoria

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Cheias do Rio Acre causam prejuízo de mais de R$ 18 milhões à produção rural de Rio Branco

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Três inundações consecutivas devastaram plantações e criações, afetando mais de 6 mil pessoas; coordenador da Defesa Civil articula ajuda humanitária em Brasília

R$ 12 milhões correspondem a perdas na agricultura, enquanto R$ 6 milhões referem-se a danos na pecuária e na piscicultura. As culturas mais afetadas foram: mandioca, milho, banana e horticultura. Foto: captada 

As três cheias consecutivas do Rio Acre no início deste ano causaram um prejuízo superior a R$ 18 milhões à produção agrícola e pecuária da zona rural de Rio Branco, afetando diretamente mais de seis mil pessoas. O coordenador da Defesa Civil Municipal, coronel Cláudio Falcão, informou que os danos incluem R$ 12 milhões em perdas na agricultura e R$ 6 milhões na pecuária e piscicultura.

As culturas mais atingidas foram mandioca, milho, banana e a produção de hortaliças. Falcão destacou que, além do sustento, muitas famílias perderam sua principal fonte de renda. “Já estou trabalhando, estou em Brasília agora, inclusive, trabalhando uma ajuda humanitária para os produtores rurais, onde a gente vai levar cestas de alimentos. Isso é recorrente, a gente ajudar os produtores que ficam perdendo a produção”, explicou.

A Defesa Civil segue mobilizada para garantir o suporte básico e planejar a desmobilização gradual dos abrigos, com foco na segurança alimentar das comunidades impactadas. A articulação com o governo federal busca repetir ações de auxílio realizadas em anos anteriores.

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Bocalom afirma que pretende manter pré-candidatura ao governo pelo PL, mas não descarta mudança de partido

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Prefeito de Rio Branco recebeu convite do prefeito de Manaus para disputar pelo Avante; resistência dentro do PL será discutida com a cúpula nacional

Bocalom também destacou a importância de os partidos ampliarem presença em estados e municípios, com candidaturas próprias. Foto: captada 

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), declarou que pretende manter sua pré-candidatura ao governo do Acre pelo Partido Liberal, apesar de ter recebido um convite para migrar para o Avante. O convite foi feito pelo prefeito de Manaus, David Almeida, que, segundo Bocalom, colocou a legenda à sua disposição.

Bocalom admitiu que há “resistência de parte do partido” no Acre, situação que será levada à direção nacional do PL. “Nós temos a nossa pré-candidatura já colocada, com alguma resistência por parte de segmento do PL aqui a nível de Estado, mas que nós precisamos verificar isso em Brasília”, afirmou.

O prefeito destacou que “far[á] de tudo para não deixar o PL”, mas não descartou completamente a mudança de legenda. Em suas declarações, Bocalom também enfatizou a importância de os partidos terem candidaturas próprias para ampliar sua presença política: “O que todo partido sonha é ter palanque próprio. Para o partido crescer, tem que ter representantes em várias cidades e estados”.

Sobre a estratégia eleitoral, afirmou que continuará priorizando o diálogo direto com a população.

“Não adianta ficar aliado apenas em acordos políticos. No Brasil, as pessoas votam em nomes. É continuar trabalhando e conversando com a população”, concluiu.

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Acre

Cinco famílias seguem fora de casa por risco estrutural em Rio Branco

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Foto: David Medeiros

Mesmo com a redução do nível do Rio Acre, que está abaixo dos 10 metros nesta segunda-feira, 09, e o início da operação de retorno das famílias que estavam abrigadas no Parque de Exposições Wildy Viana, cinco famílias, totalizando cerca de 12 pessoas, não poderão voltar para suas residências devido a riscos estruturais identificados nos imóveis.

A informação foi confirmada pelo representante da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Rio Branco, Ivan Ferreira, durante entrevista nesta segunda-feira, 09, ao repórter do ac24horas Play, David Medeiros..

Foto: David Medeiros

Segundo Ivan, a Prefeitura está realizando a operação logística para garantir o retorno seguro da maioria das famílias, com transporte, entrega de kits de limpeza e apoio social. No entanto, ao chegar às áreas afetadas, parte das residências apresentou problemas graves.

“Olha só, ainda na data de ontem a gente conseguiu fazer uma logística de veículos para levar essas pessoas, onde a gente entregou o kit de limpeza, então a gente deixou essas famílias em casa, buscou, foi feita a limpeza necessária e hoje ao sair daqui elas estão também levando a sua cesta básica”, afirmou.

Apesar do avanço da operação, Ivan explicou que nem todas as famílias conseguiram retornar, justamente por conta dos danos causados pela cheia. “Nós tivemos algum incidente com algumas famílias que neste momento não vão poder voltar para suas casas. São cinco, porque ao voltar para lá teve desbarrancamento, teve deslizamento e também a parte das suas casas foi comprometida com a infraestrutura”, relatou

Foto: David Medeiros

Diante da situação, equipes da Defesa Civil e da Assistência Social estiveram nos locais atingidos para avaliar os riscos e elaborar relatórios técnicos. Como medida de segurança, a Prefeitura decidiu conceder aluguel social às famílias que não têm condições de retornar aos imóveis.

“E a coordenadoria de defesa civil junto com a assistência social estiveram no local, confeccionaram o relatório e para garantir que essas famílias não corram risco, nós vamos conceder o aluguel social, que é o auxílio moradia transitória para essas cinco famílias que neste momento não tem condição de voltar para os seus imóveis”, explicou Ivan.

Foto: David Medeiros

Questionado sobre o destino das demais famílias que estavam no abrigo, Ivan garantiu que todas serão desmobilizadas até o fim do dia, seja retornando às próprias casas ou seguindo para alternativas provisórias. “Todas as famílias vão ser, a operação de volta para casa vai acontecer até o final da tarde desta segunda-feira, as famílias que por ventura não conseguirão voltar para suas casas já estão em busca do aluguel social, vão para casa de parente, mas todas irão ser devolvidas hoje”, afirmou.

 

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