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Acre

Disputa de sindicatos tem dinheiro como referência

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Em nenhum momento Educação é debatida

0411-cotidiano-brigasindicatos-tvgazeta_410_305Da agazeta.net

Os sindicatos que representam os professores do Acre estão em uma guerra jurídica por causa dos descontos do imposto sindical, no qual, cada trabalhador paga um dia de trabalho por ano e o dinheiro vai direto para as contas dos respectivos sindicatos. A briga vale a pena, pois estão em jogo R$ 1,7 milhão, referente aos anos de 2013 e 2014.

A presidente do antigo Sindicato dos Professores Licenciados (Sinplac) Alcilene Gurgel, faz duras acusações contra Rosana do Nascimento, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac), chegando a chamar a colega de trabalho de “pilantra”.

A briga entre as duas entidades começou em 2009, quando o Sinteac entrou com uma ação na Justiça pedindo o cancelamento do registro do Sinplac, que agora mudou para Sinproac. O argumento é que a CLT, a Consolidação de Leis de Trabalho, proíbe mais de um sindicato por categoria no mesmo estado.

Como a Justiça do Acre não havia se posicionado sobre quem ficaria com o dinheiro do imposto, as duas entidades decidiram fazer um acordo. Alcilene Gurgel mostrou um contrato assinado entre os dois sindicatos onde o Sinteac aceita ficar com 60% do dinheiro e repassar 40% para o Sinproac. O acordo foi feito para que o processo fosse arquivado e o dinheiro sacado mais rapidamente.

Segundo Gurgel, o dinheiro foi depositado na conta do Sinteac há 20 dias e quando foi buscar sua parte recebeu uma negativa como resposta. “Eu nunca esperei que a Rosana fizesse isso, antes mesmo de assinar qualquer papel havia uma pré-conversa, um acordo, no qual foi desrespeitado de forma vil”, comentou.

Já presidente do Sinteac, Rosana do Nascimento, informou que o contrato assinado entre as duas entidades não tem valor jurídico. A Justiça não aceitou o acordo disse ela que completou afirmando que o juiz do caso decidiu não aceitar a criação do Sinproac e a sentença foi favorável ao Sinteac.

“Se houve uma decisão judicial, não tem como manter um contrato que se quer foi aceito juridicamente. Isso significa que para a Justiça só existe um sindicato que representa os trabalhadores em Educação, que é o Sinteac, que nasceu há 50 anos”, disse.

Alcilene Gurgel vai entrar com uma nova ação judicial contra o Sinteac, desta vez cobrando o contrato assinado entre os dois sindicatos e quem sabe recuperar cerca de R$ 600 mil.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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