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Acre

Detento de alta periculosidade foge de hospital em Rio Branco

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Conhecido como “Caverinha LD 2”, Dario Bezerra Souza é integrante de facção criminosa e já foi condenado por diversos crimes.

O detento Dario Bezerra Souza, considerado de alta periculosidade, fugiu na noite desta quinta-feira (19) do Pronto-Socorro de Rio Branco, onde estava internado após passar por um procedimento cirúrgico. Conhecido pelo apelido de “Caverinha LD 2”, Dario é apontado como membro da facção criminosa Comando Vermelho e possui uma extensa ficha criminal.

De acordo com informações, o fugitivo já foi condenado a 5 anos e 7 meses de prisão pelo crime de integração em organização criminosa, sentença proferida em 7 de outubro de 2024. Além disso, Dario é réu em outro processo criminal, acusado de participar de um ataque na região do Taquari, ocorrido em agosto de 2023. Na ocasião, o grupo criminoso foi responsável pelo assassinato de Maycon Douglas e pelo ferimento da esposa da vítima, que foi baleada durante a ação.

O Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) informou que um procedimento de investigação foi aberto para apurar as circunstâncias da fuga. As autoridades buscam entender como o detento conseguiu escapar, já que ele deveria estar sob custódia durante o tratamento médico.

A polícia já iniciou as buscas para recapturar Dario Bezerra, que é considerado altamente perigoso. Informações sobre o paradeiro do fugitivo podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181. A fuga de um preso desse perfil preocupa as autoridades de segurança, especialmente por seu suposto envolvimento em crimes violentos e sua ligação com uma facção criminosa.

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Acre

Desperdício de peixes em Cruzeiro do Sul revolta moradores e gera polemica

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Vídeo mostra grande quantidade de pescado sendo descartada no lixo; vendedores alegam cumprimento de normas sanitárias, enquanto população critica preços abusivos

Um vídeo que viralizou nas redes sociais expõe o descarte de centenas de peixes diretamente em um caminhão de lixo no Mercado do Peixe de Cruzeiro do Sul, no Acre. As imagens, registradas por um morador indignado, mostram o produto sendo jogado fora enquanto o cinegrafista critica os altos preços cobrados pelos comerciantes: “Preferem estragar do que fazer promoção, não abaixam nem um real”, dispara.

O presidente da Associação de Vendedores de Peixe, Francisco Valdecir, explicou que o descarte ocorreu após um comerciante comprar quantidade superior à capacidade de armazenamento. Com o excedente já deteriorado, a Vigilância Sanitária foi acionada e determinou o descarte. “Foi medida preventiva para proteger a saúde pública”, justificou.

O caso reacendeu o debate sobre desperdício de alimentos e acessibilidade em mercados públicos, evidenciando a contradição entre produtos perecíveis caros para a população e toneladas de comida sendo destruídas.

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Acre

Homem é brutalmente agredido por facção em Rio Branco

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Vítima de 46 anos foi espancada com socos, chutes e ripadas após ser submetida a “disciplina” criminosa

Edimar Alves Roiz, de 46 anos, foi alvo de violência extrema na noite desta sexta-feira (4), no bairro Palheiral, em Rio Branco. Membros de uma organização criminosa o atacaram com socos, chutes e golpes de ripa após imporem uma suposta “disciplina”.

De acordo com a polícia, Edimar foi abordado enquanto caminhava pela Rua Tião Natureza e levado para um local isolado, onde sofreu agressões no rosto, costas, braços, abdômen e costelas. Os criminosos fugiram após o espancamento.

O SAMU socorreu a vítima e a encaminhou em estado estável para a UPA Franco Silva. A Polícia Militar fez buscas, mas não prendeu suspeitos. O caso agora é investigado pela Polícia Civil.

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Acre

Acre teve mais de 8 mil casos de dengue entre janeiro e março

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O Acre registrou, somente entre janeiro e março deste ano, 8.138 casos prováveis de dengue. Desse total, 3.830 casos foram confirmados pelas autoridades de saúde, com três mortes causadas pela doença.

Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. Segundo o órgão, a incidência dos casos confirmados é de 434,9 para cada 100 mil habitantes.

A letalidade da doença no estado, considerando apenas os casos confirmados, é de 0,08%. Já entre os casos considerados graves, esse índice sobe para 10,34%.

Em um comparativo mensal, observa-se uma redução nos casos prováveis ao longo do trimestre: março registrou 544 casos, fevereiro 1.437, e janeiro lidera com 1.708 casos.

O levantamento também apresentou dados sobre outras arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No mesmo período, foram registrados 170 casos prováveis de zika e 166 de chikungunya no estado.

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