Parceria entre Estado e Município leva desenvolvimento e conectividade às comunidades do interior. Foto: Ascom/Deracre
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), em parceria com a prefeitura de Xapuri, trabalha nesta quarta-feira, 20, no melhoramento do Ramal Cachoeira, em Xapuri, dentro das ações da Operação Verão 2025.
O serviço contempla o piçarramento de 10 quilômetros da via, dos quais 8 quilômetros já foram concluídos. O trabalho segue em ritmo acelerado, com previsão de conclusão na sexta-feira, garantindo melhores condições de trafegabilidade para veículos e pedestres.
Deracre acelera obras no Ramal Cachoeira, fortalecendo logística e acesso a serviços essenciais. Foto: Ascom/Deracre
A iniciativa visa fortalecer o agronegócio local, facilitar o acesso das comunidades aos centros urbanos e garantir a chegada a serviços essenciais, como educação e saúde.
“Estamos levando infraestrutura rural de qualidade para promover desenvolvimento, inclusão social e conectividade às comunidades do interior”, destacou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.
O trabalho no Ramal Cachoeira faz parte do esforço contínuo do governo do Acre em assegurar que os ramais do estado estejam em condições adequadas para circulação, reforçando a logística regional e a mobilidade das famílias que vivem e produzem no interior.
Do total, 169 oportunidades são do Fies Social, para estudantes de baixa renda; cursos incluem Medicina, Direito, Enfermagem e Administração
Oportunidades são para Rio Branco e Cruzeiro do Sul; Medicina e Enfermagem estão entre os cursos ofertados. Foto: captada
O Acre terá 325 oportunidades no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o primeiro semestre de 2026. As inscrições foram abertas nesta terça-feira (3) e seguem até as 23h59 de sexta-feira (6), exclusivamente pelo site acessounico.mec.gov.br/fies. O resultado da chamada regular está previsto para 19 de fevereiro, após o Carnaval.
Do total de vagas, 169 são destinadas ao Fies Social, voltado a estudantes em situação de vulnerabilidade econômica, e 156 para a modalidade tradicional. As oportunidades estão concentradas em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, as duas maiores cidades do estado.
Os candidatos podem inscrever até três opções de curso e alterá-las até o fim do prazo. A seleção ocorre em etapa única, utilizando as notas do Enem. O Fies financia mensalidades em instituições privadas, e o pagamento começa após a conclusão da graduação, de acordo com a renda do estudante.
Quem não for selecionado na chamada regular entrará automaticamente em uma lista de espera, que será usada para preenchimento de vagas remanescentes entre 26 de fevereiro e 10 de abril.
Distribuição das vagas:
Fies Social: 169 vagas (juros zero para famílias com renda per capita de até 3 salários mínimos)
Fies tradicional: 156 vagas
Cidades: Rio Branco e Cruzeiro do Sul
Cursos com vagas financiadas:
Cruzeiro do Sul: Medicina e Enfermagem
Rio Branco: Administração, Biomedicina, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Sistemas de Informação
Processo seletivo:
Critério: Notas do Enem a partir de 2020 (média mínima de 450 pontos e nota acima de zero na redação)
Etapa única: Candidato pode escolher até três opções de curso e alterar até o fim das inscrições
Resultado: Previsão para 19 de fevereiro (após o Carnaval)
Lista de espera: De 26 de fevereiro a 10 de abril para vagas remanescentes
Como funciona o financiamento:
O Fies cobre até 100% das mensalidades em instituições privadas. O pagamento começa após a formatura, com parcelas mensais calculadas conforme a renda do egresso. Os selecionados terão prazo para comprovar documentação e assinar contrato com o banco operador (geralmente Caixa Econômica Federal).
O Fies Social é a principal porta de entrada para o ensino superior privado no estado, onde menos de 15% dos jovens de 18 a 24 anos estão na universidade – índice abaixo da média nacional.
Sondagem em grupo de WhatsApp indica demanda aquecida; pecuaristas veem sinal positivo, e dados sobre exportação de animais são corrigidos
O número de animais com mais de 36 meses que saíram do Acre para serem finalizados em outros estados durante todo o ano de 2025 foi de 10.591 bovinos. Foto: captada
A demanda por boi gordo do Acre segue aquecida mesmo após a redução do ICMS sobre a saída do animal em Rondônia – de 12% para 4%. Um áudio de um corretor de São Paulo em um grupo de WhatsApp de produtores de Rio Branco, no dia 3 de fevereiro, pedindo informações sobre preços no estado, é visto como um sinal de que o mercado nacional mantém interesse no gado acreano pronto para abate.
A sondagem sugere que, apesar da vantagem tributária no estado vizinho, corretores avaliam logística, qualidade do rebanho e disponibilidade no Acre. A movimentação é recebida com otimismo por pecuaristas locais, que temiam que a medida de Rondônia pudesse esfriar as negociações por aqui.
Dados corrigidos
A reportagem também corrige informações anteriormente divulgadas: em 2025, saíram do Acre para abate em outros estados 10.591 bovinos com mais de 36 meses – e não 173.368 animais, como havia sido informado. Este último número corresponde, na verdade, aos bois abatidos dentro do estado entre agosto e dezembro do ano passado. A revisão foi feita com base em dados da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac).
O Prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, esteve na tarde desta terça-feira (3), no bairro Santo Afonso para acompanhar o avanço das obras do programa habitacional 1001 Dignidades, o maior projeto de moradia já realizado pela gestão municipal. As primeiras oito casas do programa foram montadas e estão em fase de acabamento.
No local, 53 radiers – fundações rasas em forma de laje de concreto armado que garantem a distribuição uniforme das cargas da construção – já foram concluídos. Esses radiers irão abrigar, ao todo, 83 unidades habitacionais. O projeto tem como objetivo oferecer moradia digna às famílias que vivem em áreas alagadiças e em situação de vulnerabilidade social.
“Estamos atendendo àquelas famílias que perderam suas casas durante as alagações. Vamos oferecer a elas um lar seguro, onde não precisarão mais temer as enchentes”, destacou Bocalom. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Em seu pronunciamento, o Prefeito Tião Bocalom expressou sua satisfação com o avanço do projeto. “Estou feliz, porque já estamos vendo a transformação da dignidade dessas famílias em realidade. Já temos 200 kits de casas prontos na Serraria, que serão montados aqui. Através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, estamos atendendo àquelas famílias que perderam suas casas durante as alagações. Vamos oferecer a elas um lar seguro, onde não precisarão mais temer as enchentes”, destacou Bocalom.
Além das casas no Santo Afonso, o prefeito mencionou a construção de 250 unidades habitacionais de alvenaria no bairro Rosalinda, além da construção de mais de 440 apartamentos. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Além das casas no bairro Santo Afonso, o prefeito mencionou a construção de 250 unidades habitacionais de alvenaria no bairro Rosalinda, além da construção de mais de 440 apartamentos. O projeto de habitação de Rio Branco soma mais de duas mil unidades que beneficiarão mais de duas mil famílias.
Cid Ferreira, secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, também comentou sobre o andamento do projeto, ressaltando as dificuldades impostas pelas condições climáticas e a distância dos centros de distribuição de insumos. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
Cid Ferreira, secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, também comentou sobre o andamento do projeto, ressaltando as dificuldades impostas pelas condições climáticas e a distância dos centros de distribuição de insumos.
“Mesmo com o inverno amazônico e os desafios de logística, seguimos trabalhando para transformar Rio Branco em uma cidade moderna e que atenda às necessidades da população. Este é um esforço contínuo para levar dignidade às famílias que moram em áreas de vulnerabilidade”, afirmou Ferreira.
“O poder público existe para enxergar e acolher as pessoas que mais precisam” destacou João Marcos Luz..(Foto: Marcos Araújo/Secom)
João Marcos Luz, secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, ressaltou o impacto social do projeto. “O poder público existe para enxergar e acolher as pessoas que mais precisam. O 1001 Dignidades tem o objetivo de resolver a vida de muitas famílias que vivem em condições precárias, como nas áreas de desbarrancamento e deslizamento, como é o caso da Sapolândia e Hélio Melo. Além disso, já atendemos 330 pessoas em aluguel social. Estamos felizes com o avanço do programa e esperamos em breve ver essas famílias vivendo em suas casas novas”, concluiu Luz.
O programa 1001 Dignidades segue com seu cronograma de execução, trazendo mais qualidade de vida e segurança para as famílias de Rio Branco.
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