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Deputado Tadeu Hassem alerta sobre queimadas no Acre e cobra atuação do IMAC
Na sessão desta terça-feira, 3 de setembro, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), um deputado Tadeu Hassem (Republicanos), manifestou grande preocupação com o aumento das queimadas no estado e cobrou uma atuação mais efetiva do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC). O parlamentar destacou que o Acre está enfrentando uma situação alarmante, com quase 3 mil focos de incêndio identificados apenas em agosto.
Ele mencionou que, no mesmo período do ano passado, houve um controle mais eficaz das queimadas, com uma redução significativa dos focos graças ao trabalho dos órgãos fiscalizadores, sob a coordenação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente. “Esse ano está uma explosão. O Acre realmente está em chamas”, afirmou.
O deputado lamentou ainda a ausência de uma participação incisiva do IMAC no combate às queimadas e ressaltou a necessidade de um levantamento detalhado e de ações concretas por parte do instituto. “Nós sabemos que todos somos responsáveis por zelar pelo meio ambiente, mas por lei a competência é exclusiva do IMAC. E até o presente momento, eu não vi uma participação incisiva da direção do Instituto de Meio Ambiente do Acre”, criticou.
Tadeu Hassem também alertou para os impactos das queimadas na saúde pública, mencionando o agravamento de doenças respiratórias e a interrupção das aulas em escolas municipais. Diante da situação, o deputado sugeriu a convocação de autoridades para debater o tema na Assembleia Legislativa e exigir uma atuação mais firme do IMAC. “Nós precisamos agir antes que a situação se torne ainda mais grave”, concluiu.
Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac
Foto: Sérgio Vale
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COMUNICADO IMPORTANTE – TRANS ACREANA
COMUNICADO – ALTERAÇÃO DE HORÁRIOS
A Trans Acreana informa que, devido aos recentes aumentos no preço do combustível, impactados também por fatores e oscilações do cenário internacional, serão realizados ajustes operacionais em algumas linhas.
A partir do dia 18 de março, passam a vigorar os seguintes horários:
Rio Branco x Bujari
06:00 • 07:00 • 09:30 • 11:30 • 13:50 • 17:30 • 19:30
Bujari x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:00 • 10:40 • 12:50 • 15:40 • 18:30
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Rio Branco x Senador Guiomard
06:00 • 07:00 • 09:30 • 12:00 • 14:10 • 17:30 • 19:30
Senador Guiomard x Rio Branco
06:00 • 07:00 • 08:30 • 11:00 • 13:10 • 16:00 • 18:30
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Rio Branco x Porto Acre
08:00 • 18:30
Porto Acre x Rio Branco
06:00 • 17:00
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Cruzeiro do Sul x Mâncio Lima
08:00 • 11:30 • 14:30 • 17:00
Mâncio Lima x Cruzeiro do Sul
05:30 • 09:00 • 13:30 • 16:00
As alterações visam manter a continuidade dos serviços e o atendimento aos passageiros.
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MPAC apura irregularidades no Fundo da Criança e do Adolescente em Epitaciolândia
Procedimento acompanha falhas na gestão e busca garantir regularização e aplicação correta de recursos destinados à infância
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Governo do Acre confirma caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia
Paciente suspeito já era alvo de especulações; autoridades de saúde iniciam monitoramento e rastreamento de contatos
O Governo do Acre confirmou, na manhã desta terça-feira (17), um caso de Mpox na região de fronteira com a Bolívia. A informação foi divulgada por meio de comunicado oficial da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), após dias de especulações nas cidades acreanas e em Cobija, no lado boliviano.
Inicialmente, havia informações desencontradas sobre o paciente, incluindo a possibilidade de se tratar de um acadêmico de medicina. Também circulavam rumores de que o caso estaria sendo acompanhado fora do Brasil, o que gerou incertezas entre moradores da região.
A Mpox é uma doença viral, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, fluidos corporais ou materiais contaminados de pessoas infectadas.
Entre os principais sintomas estão erupções cutâneas, febre, ínguas, dores no corpo e sensação de fraqueza. O quadro clínico costuma durar entre duas e quatro semanas, e o tratamento é voltado para o alívio dos sintomas.
Após a confirmação, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nacional e o CIEVS de Fronteira foram acionados para dar início aos protocolos de monitoramento. Autoridades sanitárias de São Paulo e de Cobija também foram comunicadas para auxiliar no rastreamento de possíveis contatos.
A Sesacre informou que equipes da Vigilância Epidemiológica, do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e de outros órgãos foram mobilizadas para acompanhar o caso e aplicar as medidas previstas pelo Ministério da Saúde, incluindo o monitoramento e orientação de pessoas que tiveram contato com o paciente.
Segundo dados atualizados, o Brasil segue monitorando casos da doença em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo, sem registro de óbitos até o momento.





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