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Acre

Deputado petista diz que diretor do Deracre precisa deixar de fazer política e começar a trabalhar

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 “É preciso ter planejamento e começar a trabalhar para garantir os serviços essenciais”, disse o deputado Jonas Lima

O diretor do Deracre, Cristovam Moura, recebeu duras críticas do deputado Jonas Lima (PT). O petista disse que Moura deveria deixar de fazer política e começar a trabalhar e denunciou que maquinários da autarquia que estão paralisados por falta de combustível. O parlamentar disse que é preciso trabalhar por conta da população que vai cobrar quando a base do Governador for pedir votos nas próximas eleições.

Lima destacou que maquinários alugados e do Deracre estão paralisados e serviços não estão sendo realizados pela falta de combustível. “O diretor do Deracre precisa começar a trabalhar e deixar de fazer política. Os maquinários estão paralisados no interior por falta de combustível. É preciso ter planejamento e começar a trabalhar para garantir os serviços essenciais para a população dos municípios”, disse o deputado.

Cristovam Moura durante encontro com o governador Tião Viana. Foto: Reprodução

O diretor do Deracre é procurador do Estado e atendeu uma solicitação do governador Tião Viana para assumir a direção do órgão. De acordo com informações de bastidores, Cristivam poder ser candidato a deputado federal pelo PDT em 2018 e por conta disso alguns parlamentares da base do governo estão realizando as críticas ao gestor.

A crítica ao diretor do Deracre também foi feita pelo deputado Jairo Carvalho (PSD) que denunciou o descaso que vem ocorrendo na região da Bonal na zona rural do município de Senador Guiomard que estão sem os serviços do Deracre por falta de combustível.

“As caçambas, tratores e outros maquinários estão paralisados lá na região por falta de combustível. O que falta é um trabalho comprometido com a região. Precisamos saber se falta planejamento, já que esses maquinários custam em torno de R$ 60 mil por mês ao Deracre e estão parados”, disse Jairo.

“O deputado diz que estou fazendo politicagem e ele que está preocupado em pedir votos”, rebate diretor do Deracre 

Depois das críticas que recebeu do deputado Jonas Lima (PT), o diretor do Deracre disse ao parlamentar que quem está preocupado em pedir votos é o deputado e pediu união no momento de dificuldade financeira do Estado.

Segundo o diretor do Deracre, o deputado Jonas Lima quer fazer politicagem em cima de problemas ocorridos devido às dificuldades financeiras do Estado. “Tenho estado todos os dias no Deracre e com as equipes nos trechos de nossa responsabilidade. Nossa equipe vem trabalhando duro e temos alcançado resultados mesmo num cenário de crise”, destacou.

Cristovam informou ainda que o Deracre perdeu R$ 300 milhões de recursos da União que de acordo com ele tem prejudicado as atividades do Estado. “O deputado diz que estou fazendo politicagem e ele que está preocupado em pedir votos. Precisamos de união e enfrentar os desafios”, finalizou Moura.

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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