Acre
Deputado pede ação mais efetiva de órgãos ambientais no combate às queimadas
Da redação, com ac24horas
O deputado Edvaldo Souza (PSDC) usou a tribuna da Aleac, na manhã desta terça-feira (20), para pedir uma ação mais efetiva dos órgãos ambientais no combate às queimadas. O parlamentar destaca que o assunto preocupa a todos os acreanos, tanto na zona urbana, como na zona rural.
“No final de semana tivemos mais de 70 focos de queimadas na nossa capital. Isso significa que o poder público vai ter que usar fazer todas as medidas possíveis para combater às queimadas quem causam problemas de saúde e está lotando as UPAs, postos de saúde e o Pronto Socorro, de pessoas que apresentam problemas respiratórios”, diz Edvaldo Souza.
Ele questiona a falta de fiscalização do Imac, Semeia e Ibama. “Quem está fiscalizando? Como isso está sendo fiscalizado? Precisamos de um trabalho redobrado do Imac, Semeia e todas as instituições que estão envolvidas na questão. Medidas emergências precisam ser tomadas para que não voltemos a ter o mesmo cenário que tivemos há oito anos, quando o Estado virou uma verdadeira sucursal do inferno”, enfatiza Souza.
O deputado informou ainda, que o Corpo de Bombeiros teria convidado os 200 alunos que passaram no último concurso da instituição, para trabalhar na contenção dos focos de queimadas que estão acontecendo. “O governo deve ampliar a publicidade educativa informando ao povo, do prejuízo que as queimadas causam ao nosso povo e ao nosso Estado”, finaliza.
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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.





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