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Depois dos professores, agora são policiais militares que podem aderir ao movimento de greve

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Foto/divulgação

A Associação dos Militares do Estado do Acre (AME/AC) emitiu um comunicado aos militares acreanos sobre o pagamento do Prêmio Anual de Valorização da Atividade Militar (VAM). No documento a Associação relata acerca da conversa que manteve com o subcomandante da Polícia Militar, coronel Gaia, durante a semana passada.

Durante a conversa a diretoria da AME foi informada que não existe previsão para a realização do pagamento da primeira parcela prevista em lei para este mês de julho, o que deixou os militares descontente com o governo estadual.

“O comando da PM, assim como o do Corpo de Bombeiros, reconhece que os militares atingiram todas as metas (indo além delas), entendem o pagamento como um direito e buscam também respostas do Governo do Estado para repassar aos membros da instituição. Por parte do Comando da PM, não existe uma reposta de que não haverá pagamento, acredita-se que ele virá, mas em uma data ainda não especificada”, diz o documento.

A AME diz ainda que está não é a primeira vez que o governo não cumpre com a promessa do pagamento da VAM, alegando problemas financeiros, mas sem deixar de nomear cargos comissionados, fato a ser comprovado nas publicações do Diário Oficial do Estado do Acre (DOE/AC).

Os militares afirmam que vão procurar o governo afim de uma definição do pagamento do prêmio. Caso tenham uma resposta negativa os policiais militares vislumbram dois caminhos, a via judicial e o posicionamento político de categoria, através de manifestações.

Veja nota publicada pela AME/AC

SOBRE O PAGAMENTO DO PRÊMIO ANUAL DE VALORIZAÇÃO DA ATIVIDADE MILITAR (VAM)

  1. Conversa com o Comando da PMEm conversa com o Cel Gaia, subcomandante da PMAC, a respeito do Prêmio Anual de Valorização da Atividade Militar (VAM), nossa diretoria foi informada que não existe previsão para a realização do pagamento da primeira parcela prevista em lei para este mês de julho. O comando da PM, assim como a do Corpo de Bombeiros, reconhece que os militares atingiram todas as metas (indo além delas), entendem o pagamento como um direito e buscam também respostas do Governo do Estado para repassar aos membros da instituição. Por parte do Comando da PM, não existe uma reposta de que não haverá pagamento, acredita-se que ele virá, mas em uma data ainda não especificada.
  1. Posicionamento da AME/ACNão é a primeira vez que o governo cansa os militares com indefinições a respeito do pagamento do VAM. O argumento da falta de dinheiro se contradiz diante do aumento dos cargos comissionados que são nomeados, por dia, no Diário Oficial Estado do Acre. A prioridade governista mais uma vez fica clara que não somos nós.As indefinições, nesse mesmo diapasão, refletem que o esforço dos militares que combatem a criminalidade, levam segurança para a sociedade acreana e salvam vidas não está sendo reconhecido da forma como a lei prevê. Observamos autoridades políticas fazendo publicidades sobre a redução dos índices de criminalidade, ganhando dividendos políticos sobre nosso trabalho e essas mesmas autoridades não reconhecem, da forma como a lei prevê, com o pagamento de nosso prêmio em sua data certa. Podemos entender o momento econômico que passa o Estado e o país, mas esse mesmo momento econômico não reconhece o que estamos passando diante da inflação galopante em que estamos imersos, quase sem fôlego financeiro para respirar. Esse mesmo momento econômico é o principal fator que cria um cenário de defasagem salarial, diminui nosso pouco poder de compra e que deve nos levar a lutar por melhorias em nossos salários.
  1. DeliberaçãoVamos procurar o governo para obtermos uma definição do pagamento. Caso tenhamos uma negativa, temos dois caminhos a percorrer. A primeira através da via judicial. Se batemos todas as metas, logo temos direito. A segunda via será através do posicionamento político de categoria, através de manifestações, onde só poderemos sair vitoriosos se contarmos verdadeiramente com o apoio de todos.REFLEXÃO“Se sofremos juntos, porque não lutamos juntos?” (Frase da personagem de quadrinhos Mafalda, Jornal El Clarin, Argentina).

    UNIDOS SOMOS FORTES

    Rio Branco – Acre, 31 de julho de 2015
    Joelson Souza Dias
    Presidente da AME/AC

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Acre

Federação União Progressistas monta “chapão” com dez deputados estaduais com mandato para disputa na Aleac

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União Brasil e Progressistas oficializam filiações de cinco novos parlamentares em evento em Brasília; chapa para Câmara Federal também reúne nomes de peso, com quatro deputados e ex-prefeito na disputa

União Progressistas forma chapas proporcionais de peso para eleições de 2026 no Acre

A federação União Progressistas, formada pelos partidos União Brasil e Progressistas, terá as chapas proporcionais mais competitivas na disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e na Câmara Federal em 2026. O movimento foi consolidado nesta terça-feira (31), em Brasília, com a filiação de quatro deputados estaduais ao bloco.

Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram sua entrada na federação em evento que contou com as presenças dos presidentes nacionais Antônio Rueda (União Brasil) e Ciro Nogueira (Progressistas). Na última semana, o ex-presidente do Solidariedade, Afonso Fernandes, também se filiou ao União Brasil.

Disputa acirrada na Aleac

Com as novas adesões, a federação passa a contar com uma chapa de dez deputados estaduais com mandato que vão disputar a reeleição. Além dos recém-filiados, integram o grupo os veteranos Wendy Lima (UB), Maria Antônia (PP), Gilberto Lira (UB), Manoel Moraes (PP) e o presidente da Aleac, Nicolau Júnior (PP).

O famoso “chapão da morte”, com pré-candidatos à Aleac, recebeu cinco novos deputados estaduais com mandato

A composição amplia as chances de conquistar uma boa fatia das cadeiras na Casa, mas também intensifica a disputa interna. O cenário levanta a questão: “Quem ficará com o mandato?”. Além dos parlamentares, a federação ainda avalia a inclusão de nomes de peso sem mandato, como o presidente da Saneacre, José Bestene, que já foi deputado e possui densidade eleitoral consolidada.

Chapa competitiva para a Câmara Federal

Na disputa pelas oito vagas do Acre na Câmara dos Deputados, a federação também montou uma chapa robusta. Quatro políticos com mandato integram a pré-candidatura: Socorro Neri (PP), Coronel Ulysses (UB), Zezinha Barbary (PP) e José Adriano (PP). A lista ainda conta com o ex-prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, recém-filiado ao União Brasil, que disputará a vaga deixada pela esposa, a deputada Meire Serafim.

A federação tem quatro políticos com mandato: Socorro Neri, Coronel Ulysses, Zezinha Barbary e José Adriano.

Outro nome de destaque é o do médico Fábio Rueda, secretário da Representação do Governo do Acre em Brasília. Irmão do presidente nacional da federação, Antônio Rueda, Fábio articulou as filiações dos deputados estaduais e deve contar com uma campanha estruturada e muitos recursos. Na eleição passada, recebeu 12.608 votos.

MDB também monta chapa competitiva

Aliado à federação na base do governador Gladson Cameli e da vice-governadora Mailza, o MDB também deve ter uma das chapas mais competitivas para o Legislativo. O partido reúne pré-candidatos com mandato e nomes de forte envergadura política, funcionando como uma “válvula de escape” para figuras da base governista que precisavam de legenda. A disputa interna também promete ser acirrada.

O MDB, outro partido da base de Gladson e Mailza e aliado à federação, tem a segunda chapa mais competitiva, com alguns pré-candidatos com mandato. Foto: art

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Governo e servidores retomam negociações nesta terça; votação na Aleac fica para quarta

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Reunião na Seplan busca consenso sobre reajuste de auxílios; proposta do governo prevê R$ 700 de auxílio-alimentação, enquanto sindicatos pedem R$ 900 e RGA de 20,39%

Palácio Rio Branco e 20 sindicatos se reúnem para que ambas as partes cheguem a um consenso. Foto: captada 

Governo e sindicatos voltam a se reunir após adiamento de votação na Aleac

A votação do projeto de lei que beneficiaria os servidores públicos estaduais não foi concretizada nesta terça-feira (31) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O governo e representantes de pelo menos 20 sindicatos se reúnem às 15h na sede da Secretaria de Planejamento (Seplan) para tentar chegar a um consenso sobre as principais pautas da categoria.

A proposta apresentada pelo Executivo prevê o aumento do auxílio-alimentação dos atuais R$ 420 para R$ 700, a criação de um auxílio-saúde de R$ 500 para inativos e aposentados e a instituição do auxílio-alimentação para militares, também no valor de R$ 700. Já os sindicatos reivindicam, além da Revisão Geral Anual (RGA) de 20,39%, o reajuste do auxílio-alimentação para R$ 900.

Se as discussões avançarem e houver acordo ainda nesta terça, o projeto deverá ser votado na Aleac na quarta-feira (1º). O secretário de Governo, Calixto Batista, afirmou que o governo não pretende enviar a proposta “de qualquer jeito” e que o diálogo segue aberto.

Equipe do Palácio Rio Branco e representantes de pelo menos 20 sindicatos se reúnem. Foto: captada 

“Nós faremos uma reunião hoje à tarde com os sindicatos, com a Frente Única, onde receberemos o resultado das discussões que eles fizeram sobre uma proposta que o governo apresentou, uma proposta que, no nosso entendimento, contempla a maioria dos servidores públicos ativos e inativos”, disse.

Segundo ele, a intenção é levar à Assembleia um entendimento que contemple a maioria. “Evidentemente que temos consciência de que uma proposta nunca agrada a todos, mas o nosso entendimento, o nosso caminho, a nossa intenção é que a maioria seja contemplada”, acrescentou.

Calixto também descartou pressa na tramitação, lembrando que o pagamento só será efetuado em 30 de abril, o que dá tempo hábil para a elaboração da folha. “Não faremos nada de forma apressada, de forma a esmagar o diálogo. Sempre estaremos abertos ao entendimento, às conversas, ao diálogo”, concluiu.

Os sindicatos querem, além da Revisão Geral Anual (RGA) de 20,39%, o aumento para R$ 900. Foto: captada 

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Acre

Rio Tarauacá ultrapassa 10 metros e mantém município em estado de atenção

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Nível chegou a 10,14 metros nesta terça-feira (31), superando as cotas de alerta e de transbordamento; Defesa Civil monitora elevação gradual, mas não há retirada de famílias até o momento

O nível do Rio Tarauacá voltou a subir e atingiu 10,14 metros ao meio-dia desta terça-feira (31), conforme boletim atualizado da Defesa Civil Municipal. O volume representa uma elevação de 4 centímetros em relação à medição das 9h, quando o rio marcava 10,10 metros.

Com o novo registro, o manancial permanece acima da cota de transbordamento, que é de 9,50 metros, e bem superior à cota de alerta, fixada em 8,50 metros. A situação mantém o município de Tarauacá em estado de atenção, com monitoramento contínuo por parte das autoridades.

O nível do Rio Tarauacá voltou a subir e chegou a 10,14 metros ao meio-dia desta terça-feira (31), conforme boletim atualizado da Defesa Civil Municipal. Foto: captada 

De acordo com o informativo hídrico divulgado nesta terça, a elevação segue um ritmo gradual, mas constante, o que acende o alerta para possíveis impactos em áreas ribeirinhas caso o nível continue subindo nas próximas horas.

A Defesa Civil segue acompanhando o comportamento do rio em conjunto com o Corpo de Bombeiros e demais órgãos municipais. Apesar do nível elevado, não há, até o momento, confirmação oficial de retirada de famílias, mas o plano de contingência permanece ativo.

O dado mais recente reforça a tendência observada nos últimos dias, quando o rio já havia ultrapassado a cota de transbordamento. Historicamente, as remoções de moradores em Tarauacá costumam ocorrer quando o nível se aproxima ou ultrapassa a faixa entre 10,30 metros e 10,40 metros.

O maior nível já registrado no município foi de 11,15 metros, em fevereiro de 2021, parâmetro que ainda serve como referência para as equipes de monitoramento. A orientação das autoridades é que moradores de áreas de risco permaneçam atentos aos boletins oficiais e evitem situações de perigo diante da elevação do rio.

A situação mantém o município em estado de atenção, com monitoramento contínuo por parte das autoridades. Foto: captada

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