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Dengue: 21 estados e o DF têm queda ou estabilidade no número de casos

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Nove unidades federativas estão com tendência consolidada de queda no número de casos de dengue: Acre, Roraima, Amazonas, Tocantins, Goiás, Piauí, Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal. 

Outros 13 estados apresentam tendência de estabilidade: Rondônia, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e São Paulo. 

Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Sergipe permanecem com tendência de aumento de registros da doença. Os números foram divulgados nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Saúde. 

O Brasil registrou, desde o início do ano, 2.965.988 casos prováveis de dengue, sendo 28.395 casos graves e com sinais de alarme. Desde o início do ano, foram registradas 1.117 mortes por dengue em todo o país. Outros 1.806 óbitos estão em investigação. 

Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, apesar do cenário positivo, é preciso ainda manter as ações de prevenção e ter atenção aos sinais da doença. 

“A gente subiu a montanha, chegou no pico e estamos descendo. Mas ainda tem um caminho que precisa ser percorrido com muita atenção, porque temos pessoas que vão adoecer, desenvolver casos graves e vir a óbito, e são vidas que podemos salvar”, disse a secretária, em entrevista coletiva. Segundo ela, outras arboviroses como chikungunya e febre do oropouche também seguem com tendência de estabilidade ou queda. 

A redução no número de casos de dengue também pode ser observada na queda da procura por atendimento nas unidades básicas de saúde. De acordo com a presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, Ilda Angélica, a procura está diminuindo em várias localidades, e municípios que tinham inserido o terceiro turno para atendimento dos casos de dengue estão desativando o serviço. “Isso comprova que, de fato, estamos diminuindo os casos”, diz. 

Ainda não é possível determinar se a previsão inicial do ministério, de que o número de casos pode chegar a 4,2 milhões em 2024, será confirmada. Segundo a secretária, o cenário depende de fatores como chuvas e temperatura. “O mosquito ainda está aí, ainda temos um período de chuvas. As chuvas estão muito diferentes em vários estados e isso também facilita muito o mosquito. Então, temos a conjunção do calor extremo e das chuvas que vão facilitando a reprodução do mosquito”, explica. 

Atenção aos sintomas

O Ministério da Saúde orienta os familiares e profissionais de saúde para que fiquem atentos aos sinais de alerta da doença como febre, dor no corpo e nas articulações, dor atrás dos olhos, mal estar, dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo. 

Em casos de sinais ou sintomas, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde. Também é importante não tomar medicamentos sem orientação médica, porque alguns podem piorar o quadro de dengue. 

“As mortes por dengue são evitáveis. Temos trabalhado em apoio aos estados e municípios, que fazem o diagnóstico e o tratamento, para que possamos reduzir juntos os casos de óbito”, ressaltou Ethel. 

Vacinas 

As doses de vacinas contra a dengue que estavam perto do vencimento foram remanejadas para outros municípios, segundo o Ministério da Saúde. A secretária Ethel Maciel disse que até agora nenhum estado fez alerta sobre problemas nessa redistribuição. 

Das 1.235.119 doses de vacinas contra a dengue distribuídas aos estados, 708.647 foram aplicadas até ontem (8), o que representa 57,37% do total encaminhado. 

Fonte: EBC SAÚDE

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Acreanos pagam mais de R$ 336 milhões em tributos nos primeiros 15 dias de 2026

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Valor supera arrecadação registrada no mesmo período dos últimos três anos e confirma tendência de alta, segundo dados do Impostômetro

Os acreanos já desembolsaram R$ 336.742.583,62 em tributos nos primeiros 15 dias de 2026, considerando impostos federais, estaduais e municipais. O montante corresponde a 0,16% de toda a arrecadação registrada no país no mesmo período, de acordo com dados do Impostômetro, ferramenta que acompanha em tempo real os tributos pagos pela população brasileira.

Mantido pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o Impostômetro aponta que o valor arrecadado neste início de ano representa crescimento em relação aos anos anteriores, reforçando a tendência de alta na arrecadação estadual.

Na comparação com os primeiros 15 dias de 2025, quando os acreanos haviam pago R$ 325,5 milhões em impostos, o aumento foi de aproximadamente R$ 11,2 milhões. Em relação a 2024, o crescimento é ainda mais expressivo, superando R$ 40,8 milhões, já que naquele ano o total arrecadado no mesmo período foi de R$ 295,9 milhões.

O avanço também se destaca frente a 2023, quando o valor pago nos primeiros dias do ano foi de R$ 249,8 milhões. Em um intervalo de três anos, o volume de tributos pagos pela população acreana no início do ano cresceu cerca de R$ 86,8 milhões.

O Impostômetro reúne impostos, taxas e contribuições pagos por pessoas físicas e jurídicas em todo o país, funcionando como um indicador do desempenho econômico, do nível de consumo e da carga tributária suportada pela população.

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Operação policial prende suspeito de tráfico de drogas em Manoel Urbano, no Acre

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Homem já havia sido detido anteriormente pelo mesmo crime e usava tornozeleira eletrônica; quantidade significativa de entorpecentes foi apreendida

O histórico criminal do indivíduo também pesou na ocorrência. Ele já havia sido preso anteriormente pelo mesmo crime e chegou a cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. Foto; captada 

Uma operação policial realizada no começo da noite de sexta-feira (16) resultou na prisão em flagrante de um suspeito de envolvimento com tráfico de drogas no município de Manoel Urbano, no interior do Acre. A ação é resultado de meses de investigação conduzida pelas forças de segurança locais.

Durante a abordagem, os policiais encontraram uma quantidade considerável de entorpecentes. O histórico criminal do indivíduo também contribuiu para a prisão: ele já havia sido preso anteriormente pelo mesmo crime e cumpriu medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, mas teria retornado às atividades ilícitas.

Após a voz de prisão e a apreensão do material, o suspeito foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça. A operação faz parte do esforço das forças de segurança para combater o tráfico de drogas em municípios do interior do estado.

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Acre registra apreensão de 502 armas de fogo em 2025 e 2º Batalhão lidera operações no Estado

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O estado do Acre registrou, ao longo de 2025, a apreensão de 502 armas de fogo, resultado de ações integradas realizadas por todos os batalhões da Polícia Militar do Acre (PMAC) em diferentes regiões do estado.

Acre registra apreensão de 502 armas de fogo em 2025 e 2º Batalhão lidera operações no estado. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom

Apreensões de armas por batalhão em 2025

  • 1º Batalhão – Rio Branco: 49
  • 2º Batalhão – Rio Branco: 183
  • 3º Batalhão – Rio Branco: 18
  • 4º Batalhão – Senador Guiomard: 21
  • 5º Batalhão – Brasileia: 61
  • 6º Batalhão – Cruzeiro do Sul: 41
  • 7º Batalhão – Tarauacá: 21
  • 8º Batalhão – Sena Madureira: 35
  • Batalhão de Operações Policiais Especializadas (Bope): 47
  • Batalhão de Policiamento Ambiental: 23
  • Batalhão de Trânsito: 2
  • Polícia Comunitária: 1

Impacto direto na redução da criminalidade

De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, as apreensões de armas têm reflexo direto nos indicadores criminais, especialmente na capital acreana, onde os números mostram avanços expressivos. Os roubos tiveram uma redução de 14,64% no Acre e 17,35% em Rio Branco, os roubos de celulares caíram 15,72% no estado e 17,80% na capital e os furtos de celulares reduziram tanto no estado quanto em Rio Branco.

De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, as apreensões de armas têm reflexo direto nos indicadores criminais. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom

“Essas apreensões refletem diretamente na redução dos crimes. Na capital acreana, os indicadores são ainda mais expressivos. Os feminicídios apresentaram redução de 20%, reforçando a importância das políticas públicas voltadas à proteção da mulher. Outro dado extremamente positivo é a redução de 100% nas lesões corporais seguidas de morte em Rio Branco, o que evidencia avanços concretos na preservação da vida”, afirmou o secretário.

A comandante-geral da Polícia Militar do Acre, Marta Renata Freitas, destaca que as apreensões são um reflexo de um trabalho conjunto. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom

As ações ocorreram tanto na capital quanto no interior, envolvendo policiamento ostensivo, operações especializadas, abordagens preventivas e cumprimento de mandados judiciais. A comandante geral da Polícia Militar do Acre, Marta Renata Freitas, destaca que as apreensões são um reflexo de um trabalho conjunto.

“Os números falam por si só. A Polícia Militar retirou 502 armas de fogo das mãos de criminosos, mais que o dobro da nossa meta prevista para o ano de 2025, que eram de 240 armas. Isso é resultado de uma tropa ativa, presente nas ruas e firme nas abordagens e mostra um efetivo proativo realmente. Cada arma apreendida significa menos violência, menos mortes e mais segurança para a população do Acre. Então dessa forma, a PM não recua diante do crime, age, enfrenta e entrega resultados concretos à população acreana”, destaca.

Ações ocorreram tanto na capital quanto no interior. Foto: Diego Gurgel/Secom

O secretário de Segurança Pública reforça que o trabalho continuará sendo intensificado, com investimentos em inteligência policial, capacitação dos agentes e integração entre as forças, mantendo o foco na retirada de armas ilegais de circulação e na redução dos índices de violência em todo o Acre. “Esses resultados demonstram maior eficiência das forças de segurança no combate à criminalidade, especialmente nos delitos que mais impactam o dia a dia da população”, completou José Américo Gaia.

Levantamento aponta um trabalho contínuo de combate ao crime e reforço da segurança pública. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom

Destaque para o 2º Batalhão

O levantamento aponta um trabalho contínuo de combate ao crime e reforço da segurança pública, com destaque para o 2º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Rio Branco, responsável por 183 apreensões, o maior número entre todas as unidades, concentrando mais de um terço de todas as armas retiradas de circulação no Acre.

2º Batalhão lidera operações no estado. Comandante destaca atuação da corporação. Foto: Dhárcules Pinheiro/Secom

“Esse resultado é fruto do empenho diário dos nossos policiais, do policiamento orientado pela inteligência e da proximidade com a comunidade. Cada arma apreendida representa vidas preservadas e crimes que deixam de acontecer. O trabalho do 2º Batalhão é feito com responsabilidade, técnica e compromisso com a segurança da população de Rio Branco, além disso o resultado trouxe redução nos roubos e nos homicídios”, destacou o comandante Felipe Russo.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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