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Delegado detalha golpes e secretária alerta para ação criminosa no WhatsApp

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Por Edmilson Ferreira 

O delegado da Polícia Civil, Nilton Boscaro, alerta os acreanos para as novas modalidades de golpes aplicados na praça, especialmente com o uso de tecnologia de comunicação.

Segundo ele, há duas modalidades de golpes no WhatsApp, uma delas algo como o “WhatsApp sequestrado” e outro “WhatsApp falso”. Atualmente, golpistas mandam mensagem pedindo dados, por exemplo, para cadastro de vacinação. Outros, envolvem negociação em portais de compra e venda, como a OLX. Ao acessar os contatos do celular, passa a pedir dinheiro se passando pela vítima.

Ao pedir transferência, o golpista informa conta de outro Estado. O ´WhatsApp falso´ usa foto do usuário com um número de telefone qualquer. “A pessoa não pode repassar o código de seis dígitos que chega via MSM”, disse o delegado.

Em outra situação, a secretária de Empreendedorismo do Acre, Eliane Sinhasique, também fez um alerta de um novo golpe na praça.

Desta vez o golpe é voltado para quem mora de aluguel. “O meliante se faz passar pelo dono do imóvel, diz que mudou de telefone e quer o aluguel depositado numa determinada conta”, relata Sinhasique.

“Fique esperto. Se receber a cobrança de um número diferente, ligue para o dono do imóvel”, pediu. “Para certificar que a pessoa está realmente pedindo dinheiro converse com alguém próximo a ela”, orienta do delegado Nilton Boscaro. As delegacias regionais estão cuidando desse tipo de caso e não há unidade especializada em crime cibernético. A vítima deve ´printar´ as mensagens e divulgar em suas redes avisando que está sendo vítima de golpe. No caso de transferência, avisar ao banco para tentar bloquear a remessa. Cópias, prints e o máximo de informações são fundamentais para uma investigação mais precisa.

Uma medida preventiva é a habilitação em duas etapas no WhatsApp. São oito a dez modalidades de golpes aplicadas diariamente.

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Caçadores que se perderam em Porto Walter são levados para casa de helicóptero

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Sandra Assunção

Já estão em casa, na comunidade Mororó, localizada no Rio Cruzeiro do Vale, em Porto Walter, os dois homens identificados como Marcos e “Montanha”, que se perderem em uma área de mata na noite da última terça-feira,17. Eles conseguiram sair sozinhos na comunidade Veneza, onde o helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer) pegou a dupla na tarde desta sexta-feira, 20, e os levou de volta para casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros, liderada pelo comando, major Josadac Ibernom, acompanhou a ação.

Os dois foram recebidos com alegria na volta para casa. Eles estavam em um grupo de cinco caçadores comunidade Mororó e se distanciaram dos demais. Deveriam retornar ao ponto de encontro na quarta-feira, o que não aconteceu. Diante da ausência, os outros três caçadores retornaram à comunidade e comunicaram o desaparecimento.

Os Bombeiros, familiares e vizinhos fizeram buscas e os Bombeiros chegaram a se mobilizar mas a dupla conseguiu sair sozinha da floresta e fazer contato com os moradores da comunidade Veneza, onde ficaram até serem levados na aeronave.

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Moradores de Rodrigues Alves enfrentam dificuldades extremas para atravessar o rio Juruá em direção a Cruzeiro do Sul durante o período chuvoso na Amazônia.

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Enquanto a ponte não sai do papel, os moradores seguem dependendo da balsa mantida pelo Deracre, que oferece travessia gratuita, mas sofre com as limitações impostas pelo regime hidrológico do

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Mulher é presa por manter irmã com deficiência em cárcere privado

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Reprodução/ Correio 24 Horas

Ao chegar ao local, a equipe, acompanhada por profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), encontrou a vítima trancada em um pequeno cômodo improvisado com cordas, arames farpados e fechaduras, sem ventilação adequada, com falta de higiene e presença de insetos, além de cama de cimento e ausência de acesso visível à água e à alimentação.

A vítima apresentava sinais de debilidade e relatou sofrer agressões constantes. Ela foi atendida pela equipe de saúde e encaminhada para avaliação médica.

Leia a reportagem completa em Correio 24 Horas

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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