Acre
Delegacia de Sena tem fornecimento de energia cortado após 3 meses de atraso nas contas
Os moradores que procuraram a delegacia para registrar ocorrências ficaram revoltados por não haver energia na delegacia
A delegacia de Sena Madureira ficou sem o fornecimento de energia por falta de pagamento. A reportagem da ContilNet obteve informações de que a conta de luz estava atrasada há três meses. O corte foi realizado por volta das 11h50 desta quarta (2).
De acordo com as informações apuradas pela reportagem, no segundo mês em que houve o atraso no pagamento da fatura de energia, a direção da delegacia já havia comunicado os responsáveis da Secretaria de Estado de Polícia Civil.
Nesta quarta, homens da empresa de energia elétrica foram até a delegacia e fizeram o corte, deixando o prédio sem luz.
A população do município ficou revoltada e destacou como um descaso do governo do Acre, que nomeia quase todos os dias cargos comissionados, e não cuida de pagar a energia elétrica essencial para os serviços na delegacia.
As pessoas que procuraram a unidade para registrar ocorrências ficaram revoltados por não haver energia e tiveram que voltar.
“É uma falta de respeito com nós que pagamos os impostos. Esses governantes não têm a capacidade de gerir os recursos para manter funcionando os serviços essenciais á população. Se está faltando dinheiro para pagar a energia da delegacia, imagina para estruturar as policias, para combater os bandidos”, disse revoltada uma funcionária da prefeitura de Sena Madureira.
A reportagem tentou contato com o secretário de Polícia Civil, Carlos Flávio Portela, pelo número do seu celular, mas as ligações não foram atendidas.
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Acre
“Nada substitui a presença de um policial, por isso a importância da Guarda Municipal”, diz Samir Bestene após agressão no Restaurante Popular
Por Dell Pinheiro
O vereador Samir Bestene (PP) voltou a cobrar medidas mais efetivas na área da segurança pública após mais um caso de agressão registrado no Restaurante Popular da Capital. O desabafo foi feito na durante a sessão na Câmara de Rio Branco,
Segundo o parlamentar, o episódio que envolveu uma mulher agredida por uma pessoa em situação de rua, evidencia o agravamento da violência urbana e reforça a necessidade de fortalecimento da segurança no município.
“Isso agrava muito mais a questão da violência da nossa Capital e também levanta um questionamento sobre a atuação da guarda municipal”, afirmou.
Bestene destacou que o tema já vem sendo debatido de forma recorrente no Legislativo municipal e defendeu a criação da chamada polícia municipal, com base em mudanças recentes na legislação federal.
“A segunda mulher agredida ali no restaurante popular demonstra a importância da criação agora da polícia municipal. É mais uma força para contribuir com a Polícia Militar e dar uma sensação maior de segurança à população”, pontuou.
O vereador também ressaltou que, embora o videomonitoramento seja uma ferramenta importante no combate à criminalidade, ele não substitui a presença de agentes nas ruas.
“O videomonitoramento é importantíssimo para identificar ocorrências, mas nada substitui a presença física de um policial, que pode inibir agressões físicas ou verbais”, disse.
Para o parlamentar, o reforço no efetivo e a atuação mais próxima da população são fundamentais para garantir segurança tanto aos servidores públicos quanto aos cidadãos que utilizam os espaços públicos da cidade.
“Precisamos dar essa sensação de segurança para quem trabalha e para quem vive o dia a dia nos espaços públicos de Rio Branco”, frisou o progressista.
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Acre
Prefeitura de Rio Branco recebe aval do Rio Branco FC para avançar em projeto de revitalização do centro
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Acre
Temporal alaga ruas e assusta moradores em Brasiléia e Epitaciolândia
Chuva intensa provoca pontos de alagamento; nível do Rio Acre segue em queda
Uma forte chuva registrada na tarde desta terça-feira (31) causou alagamentos e assustou moradores de Brasiléia, Epitaciolândia e Cobija.
De acordo com dados da Agência Nacional de Águas, o volume acumulado foi de aproximadamente 31,8 milímetros nas últimas quatro horas. Apesar da intensidade da chuva, o nível do Rio Acre apresentou queda, passando de 8,42 metros entre domingo e segunda-feira para 5,92 metros ao final do dia.
Em Brasiléia, bairros da parte alta, como José Moreira e Ferreira Silva, registraram ruas alagadas devido ao grande volume de água, evidenciando limitações no sistema de drenagem urbana. Moradores relataram susto com a rapidez do acúmulo de água nas vias.
Até o momento, não há registros de danos materiais em residências atingidas. Segundo informações, a prefeitura trabalha em projetos para melhorar a drenagem e minimizar os impactos de temporais futuros.





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