Programa “Meu Pai Tem Nome” oferece exames de DNA e audiências de conciliação; Dia D será em 16 de agosto com opções presenciais e online
O Dia D, como é denominada a ação, deve ocorrer de forma presencial em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasiléia no dia 16 de agosto. Foto: captada
O programa “Meu Pai Tem Nome”, da Defensoria Pública do Acre (DPE-AC), está com inscrições abertas até 1º de agosto para a edição deste ano, marcada para 16 de agosto. A iniciativa oferece serviços como reconhecimento de paternidade, exames de DNA e audiências de conciliação, sem limite de vagas. Em 2024, mais de 700 pessoas se inscreveram no estado.
Alguns atendimentos disponíveis:
Investigação de paternidade
Reconhecimento de paternidade, inclusive socioafetiva
Realização de exames de DNA
Audiências de conciliação, entre outros serviços voltados à efetivação do direito fundamental de filiação.
O Dia D acontecerá presencialmente em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasiléia, mas moradores de todo o Acre podem participar virtualmente. Nacionalmente, a ação realizou mais de 9 mil atendimentos no ano passado, sendo 691 somente no estado.
O projeto visa garantir assistência jurídica gratuita para assegurar o direito à filiação, beneficiando crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Entre os serviços disponíveis estão investigação de paternidade, reconhecimento socioafetivo e exames de DNA.
Como funciona:
Dia D: 16 de agosto, com atendimento presencial em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Brasiléia
Opção virtual: Disponíveis para moradores de todo o estado
Serviços oferecidos: Exames de DNA, investigação de paternidade, reconhecimento socioafetivo e audiências de conciliação
“O objetivo é garantir o direito fundamental à filiação, seja para crianças, adolescentes ou até pessoas idosas”, explica a Defensoria Pública.
Quem pode participar:
Pessoas que buscam comprovar vínculo parental
Casos de reconhecimento socioafetivo
Situações que necessitem de exames de DNA ou regularização documental
Como se inscrever:
Inscrições pelo site da DPE-AC até 1º de agosto. Mais informações no portal da Defensoria.
Acessar o site da Defensoria Pública do Acre
Preencher o formulário de inscrição até 1º de agosto
Aguardar contato para agendamento
A ação conta com parcerias do Poder Judiciário e laboratórios para agilizar processos que, em situações normais, podem levar meses.
Dúvidas frequentes
É preciso ter advogado? Não, a Defensoria oferece assistência jurídica gratuita
Há custo para o exame de DNA? Não, o teste é realizado sem custos para o participante
Pode incluir reconhecimento socioafetivo? Sim, o programa abrange também esses casos
Inscrições pelo site da DPE-AC até 1º de agosto. Mais informações no portal da Defensoria.
Menino ficou desacordado e foi socorrido em estado gravíssimo ao Pronto-Socorro de Rio Branco
Uma criança de 1 ano e 5 meses foi vítima de afogamento na tarde desta sexta-feira (6), em uma residência localizada na Rua Maria Elza Castelo, Quadra 14, nas proximidades da creche José Maria Maciel, no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a mãe estava em casa com o menino e os outros filhos quando, após cerca de 30 minutos, percebeu a ausência da criança. Ao iniciar as buscas, ela encontrou o filho dentro da caixa d’água, desacordado, e o retirou imediatamente.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou duas ambulâncias, sendo uma de suporte básico e outra de suporte avançado. As equipes médicas realizaram os primeiros socorros e iniciaram as manobras de reanimação cardiopulmonar. Após cerca de 30 minutos, a criança foi reanimada, colocada na ambulância de suporte avançado e encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, em estado de saúde gravíssimo.
A Polícia Civil esteve no local e acompanhou os procedimentos. O caso será investigado para apurar as circunstâncias do ocorrido.
O fortalecimento da Defesa Civil Municipal tornou-se uma das marcas da atual gestão da Prefeitura de Rio Branco. Ao relembrar a trajetória de organização do órgão, o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom destacou que a estruturação da unidade não foi apenas uma decisão administrativa, mas uma missão pautada na experiência prática e no compromisso inegociável com a segurança da população.
A sensibilidade para a importância de uma Defesa Civil atuante surgiu ainda em 2005. Naquele ano, diante de uma crise de queimadas sem precedentes que atingiu o estado, o atual gestor, então prefeito no interior, foi o único a decretar situação de emergência, mesmo enfrentando resistências políticas à época. A decisão permitiu a chegada de reforços, como o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, e resultou na preservação da histórica Fazenda Bonal, salvando centenas de hectares de seringueiras e pupunha, além de proteger a economia e o meio ambiente da região.
Desafios e Transformações
Ao assumir a gestão da capital, o cenário encontrado era de uma Defesa Civil que existia apenas formalmente. “Eu senti na pele o que é a função da Defesa Civil e procurei organizar o que praticamente não existia em Rio Branco”, afirmou o prefeito. Para liderar esse processo de transformação, a gestão investiu na valorização técnica do órgão, com a atuação do coordenador municipal da Defesa Civil, tenete-coronel Cláudio Falcão, cuja trajetória de dedicação foi fundamental para estruturar e consolidar a unidade.
Atualmente, a Defesa Civil de Rio Branco conta com equipes capacitadas, logística de resposta rápida, estrutura adequada e foco permanente na prevenção e no monitoramento de riscos, o que tem garantido maior eficiência no atendimento à população em momentos de emergência.
“Eu senti na pele o que é a função da Defesa Civil e procurei organizar o que praticamente não existia em Rio Branco”, afirmou o prefeito. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
O principal indicador desse trabalho é a preservação de vidas. Mesmo diante de eventos climáticos severos e enchentes históricas registradas nos últimos anos, Rio Branco mantém um dado expressivo em comparação a outros centros urbanos do país: zero óbitos decorrentes de desastres naturais.
“Estou muito feliz de ver um grupo de pessoas comprometidas em salvar vidas. Em qualquer lugar do Brasil, eventos dessa magnitude costumam registrar óbitos, mas aqui não tivemos nenhum. Isso é fruto de uma Defesa Civil preparada e que trabalha com foco na prevenção”, ressaltou o prefeito.
Integração e Reconhecimento Nacional
De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Cláudio Falcão, a atuação integrada da gestão municipal foi determinante para garantir o atendimento às famílias atingidas pelas enchentes, incluindo o acolhimento daquelas que precisaram ser encaminhadas para o abrigo público instalado pela Prefeitura de Rio Branco.
Segundo o coordenador da Defesa Civil, Cláudio Falcão, a ação conjunta da Prefeitura foi essencial para garantir o atendimento e o acolhimento das famílias afetadas pelas enchentes. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
“Defesa Civil é fundamental. Nenhuma prefeitura, especialmente de capital, pode funcionar sem uma Defesa Civil estruturada. Mas isso só acontece com o apoio direto do chefe do Executivo. Em Rio Branco, temos o respaldo do prefeito Tião Bocalom para avançar cada vez mais, seja com equipamentos, viaturas, estrutura física ou capacitação. A Defesa Civil do município cresceu exponencialmente nas duas gestões e hoje é referência, com reconhecimento nacional e até internacional”, destacou Falcão.
Com uma estrutura sólida e em constante aprimoramento, a Prefeitura de Rio Branco reafirma que a Defesa Civil é mais do que um órgão de resposta a emergências: é um instrumento essencial de proteção à vida e de apoio direto ao cidadão nos momentos de maior vulnerabilidade.
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