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De frente com a Justiça: Mulher que matou jovem por ciúmes do ex-namorada será interrogada nesta quarta-feira

Rayane da Costa Brilhante de 21 anos, acusada pelo assassinato da jovem Edlyn Vitória da Silva Bezerra de 18 anos, será interrogada no âmbito da justiça.
Antes serão ouvidas as testemunhas de acusação de defesa.
A ré responde também por ter ferido a golpes de faca, o ex-namorada Davi Ribeiro Bessa e Laísa Ingrid Oliveira da Silva.
Os crimes, ocorreram na madrugada de 29 de maio do ano passado, em uma chácara, localizada no Bairro Canaã.
De acordo com denúncia do Ministério do Acre, no local acontecia uma festa. Ao entrar no clube Rayane viu Davi na companhia das jovens.
Ela sacou uma faca e numa única ação atacou os três. Edlyn Vitória, atingida com vários golpes, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
A acusada foi detida por seguranças da festa. Com a chegada da Polícia Militar foi presa.
A defesa chegou a pedir o incidente de insanidade mental, mas o laudo apontou que Rayane, era capaz de entender o fato que praticou. O ex-namorado da ré, será ouvido durante a sessão.
Rayane foi denunciada por homicídio qualificado e dupla tentativa de assassinato.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.

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