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Datafolha: Lula lidera os cenários de 1º turno, mas vantagem diminui

A primeira pesquisa de 2026 do Datafolha, divulgada neste sábado (7/3), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando todos os cenários simulados para o 1º turno da eleição presidencial de 2026. Apesar da liderança, o levantamento aponta redução da vantagem do petista em relação às pesquisas anteriores, especialmente diante do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O instituto ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios, entre terça-feira (3/3) e quinta-feira (5/3). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.
Ao todo, o Datafolha simulou cinco cenários de 1º turno e sete possíveis disputas de 2º turno.
Lula lidera cenários de primeiro turno
Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece sempre na primeira colocação, com índices entre 38% e 39% das intenções de voto. Já Flávio Bolsonaro varia entre 32% e 34%, consolidando-se como principal adversário do presidente nas projeções.
No cenário considerado hoje mais provável pelo instituto, os números são os seguintes:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 38%
- Flávio Bolsonaro (PL): 32%
- Ratinho Júnior (PSD): 7%
- Romeu Zema (Novo): 4%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Branco/nulo/nenhum: 11%
- Não sabem: 3%
Outras simulações apresentam pequenas variações, mas mantêm o mesmo padrão de liderança do presidente.
Cenário com Tarcísio e Ratinho Jr.
Em uma das simulações, que inclui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula aparece com 39% das intenções de voto. Vale ressaltar que Tarcísio já anunciou que pretende disputar a reeleição no estado.
Nesse cenário, os resultados são:
- Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
- Tarcísio de Freitas (Republicanos): 21%
- Ratinho Júnior (PSD): 11%
- Romeu Zema (Novo): 5%
- Renan Santos (Missão): 3%
- Aldo Rebelo (DC): 2%
- Branco/nulo/nenhum: 15%
- Não sabem: 4%
Disputa com Caiado e Eduardo Leite
O levantamento também testou cenários com governadores do PSD.
Quando o candidato apresentado é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. Os demais resultados são:
- Romeu Zema: 5%
- Ronaldo Caiado: 4%
- Renan Santos: 3%
- Aldo Rebelo: 2%
- Branco/nulo/nenhum: 12%
- Não sabem: 3%
Já em um cenário com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o presidente aparece com 39%, contra 34% de Flávio Bolsonaro.
Os demais números são:
- Romeu Zema: 4%
- Eduardo Leite: 3%
- Renan Santos: 3%
- Aldo Rebelo: 2%
- Branco/nulo/nenhum: 12%
- Não sabem: 3%
Entre os possíveis candidatos do PSD, Ratinho Júnior apresenta o melhor desempenho nas simulações, superando Caiado e Leite quando incluído nos cenários.
Veja cenários:
Cenário sem Lula
O instituto também simulou uma disputa considerada improvável, sem Lula como candidato do PT. Nesse caso, o nome testado foi o do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Nesse cenário, Flávio Bolsonaro aparece na frente, com 33% das intenções de voto, enquanto Haddad registra 21%.
Os demais resultados são:
- Ratinho Júnior: 11%
- Romeu Zema: 5%
- Renan Santos: 4%
- Aldo Rebelo: 2%
- Branco/nulo/nenhum: 20%
- Não sabem: 4%

Vantagem menor em relação a pesquisas anteriores
Embora lidere todas as simulações de primeiro turno, o levantamento indica redução da vantagem do presidente em relação aos adversários.
Nas projeções de segundo turno, por exemplo, Lula aparece com 46% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro. No levantamento anterior, divulgado em dezembro, o petista tinha 51% contra 36% do senador. Já em julho de 2025, o presidente registrava 48%, enquanto o senador tinha 37%.
Mesmo com a redução da vantagem, Lula ainda venceria todos os adversários testados nas projeções de segundo turno.
Os cenários indicam os seguintes resultados:
- Lula 46% x 43% Flávio Bolsonaro
- Lula 45% x 41% Ratinho Jr.
- Lula 46% x 34% Eduardo Leite
- Lula 46% x 36% Ronaldo Caiado
Em uma simulação sem Lula, Flávio Bolsonaro venceria Fernando Haddad por 43% a 41%.
Já em um eventual segundo turno entre Haddad e Ratinho Jr., o levantamento aponta empate, com 40% das intenções de voto para cada candidato.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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MP investiga licitação de mais de R$ 1 bilhão do transporte coletivo de Rio Branco
A abertura do procedimento foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que encaminhou o caso à 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público
A licitação do transporte coletivo urbano de Rio Branco, estimada em mais de R$ 1 bilhão, passou a ser alvo de investigação do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A apuração foi instaurada após denúncia que questiona a legalidade e a estrutura do processo.
O procedimento tem como base o Edital de Concorrência nº 005/2026 e foi aberto a partir de representação apresentada pelo vereador Eber Machado, que aponta possíveis irregularidades na condução do certame.
Entre os principais questionamentos estão falhas na fase interna da licitação, como ausência de responsáveis técnicos identificados e inexistência de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/RRT), além de possíveis descumprimentos da legislação.
O documento também aponta fragilidades no Estudo Técnico Preliminar, com a manutenção de um modelo considerado ultrapassado para o sistema de transporte público da capital.
Possíveis falhas e questionamentos
A representação levanta ainda suspeitas de restrição à competitividade, com a possibilidade de favorecimento à atual concessionária, além de inconsistências na modelagem econômico-financeira.
Entre os pontos citados estão o uso de dados considerados desatualizados, omissão de custos relevantes e falta de clareza na definição da tarifa.
Segundo o autor da denúncia, essas falhas podem gerar prejuízos aos cofres públicos, com risco de desequilíbrio no contrato e necessidade de subsídios sem previsão clara de custeio.
Investigação
A abertura do procedimento foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que encaminhou o caso à 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público.
A promotoria ficará responsável por analisar o caso e definir eventuais medidas, que podem incluir ações cautelares ou até a suspensão da licitação.
O Ministério Público destacou que a apuração é preliminar e não representa conclusão sobre a existência de irregularidades, tendo como objetivo a análise técnica e jurídica das informações apresentadas.
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Campanha de vacinação contra a gripe já começou no Acre; público-alvo deve procurar unidades de saúde
Estratégia do Ministério da Saúde visa reduzir complicações e internações por influenza
O Ministério da Saúde iniciou na última sexta-feira (27) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza em todo o país. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo, com o objetivo de reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes da gripe.
Podem se vacinar:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
- Gestantes e puérperas;
- Povos indígenas e comunidades tradicionais;
- Trabalhadores da saúde;
- Idosos com 60 anos ou mais;
- Professores das redes públicas e privadas;
- Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou condições clínicas especiais.
A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir casos graves da doença e diminuir a pressão sobre o sistema de saúde durante o período de maior circulação viral.
Sinais de alerta:
A população deve ficar atenta a sintomas graves, como febre persistente, falta de ar, dor no peito ou queda na saturação de oxigênio. Nesses casos, a orientação é buscar atendimento médico imediato nas unidades de saúde ou pronto-atendimento.

A estratégia busca reduzir complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da gripe. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo. Foto: captada
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Acre entra em nível de alerta para SRAG em meio ao avanço da influenza A no Brasil
Estado integra lista de 22 unidades federativas com risco elevado; campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado
O Acre está entre os estados em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O alerta ocorre em meio ao aumento de casos de SRAG associados ao vírus influenza A em diversas regiões do país.
Embora o Acre não figure entre os estados com crescimento direto de casos de influenza A, o estado integra a lista de 22 unidades federativas com nível de atividade considerado de alerta, risco ou alto risco nas últimas semanas. O aumento de hospitalizações por vírus respiratórios, como influenza A, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR), tem sido registrado principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, com maior impacto entre crianças e adolescentes.
A vacinação contra a gripe é uma das principais medidas para conter o avanço da doença, especialmente entre grupos prioritários, como idosos, pessoas com baixa imunidade e crianças. O uso de máscaras em ambientes fechados e com aglomeração também é recomendado, sobretudo para indivíduos com sintomas gripais.
A campanha nacional de vacinação começa neste sábado (28) em grande parte do país, incluindo Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. A imunização gratuita pelo Sistema Único de Saúde protege contra os principais vírus em circulação, como influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.
Devem se vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos a partir de 60 anos, além de outros grupos vulneráveis, como profissionais da saúde e da educação, pessoas com comorbidades, povos indígenas e população em situação de rua.
Nos últimos 28 dias epidemiológicos, a influenza A respondeu por 27,8% dos casos positivos de SRAG no país, enquanto o rinovírus lidera com 45%. Entre os óbitos, a influenza A foi responsável por 35,9% das mortes registradas, segundo dados atualizados até 21 de março.

Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos. Foto: captada

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