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Covid-19: Assis Brasil é a cidade com maior incidência de casos em 2024, diz boletim

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O município de Assis Brasil apresenta a maior taxa de incidência de COVID-19 no Acre, enquanto Rio Branco vê uma situação mais estável, conforme o boletim da semana epidemiológica SE 29/2024.

A SESACRE continua monitorando a situação e reforça a importância da vacinação e das medidas preventivas para conter a disseminação do vírus. Foto: arquivo

De acordo com o boletim mais recente da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (SESACRE), Assis Brasil é o município com a maior taxa de incidência de casos de COVID-19 no estado até a semana epidemiológica 29 de 2024. A incidência em Assis Brasil atinge impressionantes 690,2 casos por 100.000 habitantes, superando outros municípios acreanos e destacando-se como um ponto crítico no combate à pandemia.

O boletim revela que, desde o início de 2024, Assis Brasil registrou 85 casos confirmados de COVID-19, sem óbitos associados. Apesar do número de casos ser relativamente pequeno em termos absolutos, a alta incidência reflete a necessidade urgente de medidas reforçadas de prevenção e controle na região.

A análise dos dados também destaca uma redução geral nos casos graves e óbitos relacionados à COVID-19 em todo o estado, atribuída à ampliação da vacinação e à efetividade das medidas de saúde pública implementadas. Em comparação, a capital do estado, Rio Branco, apresenta uma situação mais estável, com 6.142 casos confirmados e 29 óbitos desde o início da pandemia.

Gráfico 3 – Incidência da COVID-19 por Município de Residência no Acre, 2024. O gráfico destaca Assis Brasil como o município com a maior taxa de incidência da doença, com 690,2 casos por 100.000 habitantes/Foto: Sesacre

A incidência de casos na capital é significativamente menor, ficando abaixo da média estadual, o que sugere uma distribuição desigual dos casos e um controle relativamente mais eficaz em áreas urbanas maiores.

O boletim também aponta que a maioria dos casos confirmados em 2024 são de pessoas na faixa etária de 30 a 39 anos para o sexo feminino e de 40 a 49 anos para o sexo masculino. Além disso, a proporção de casos positivos é maior entre pessoas pardas (65,5%), refletindo padrões demográficos de saúde na região.

A SESACRE continua monitorando a situação e reforça a importância da vacinação e das medidas preventivas para conter a disseminação do vírus. O aumento da incidência em Assis Brasil destaca a necessidade de intensificação das campanhas de vacinação e da conscientização sobre a COVID-19 na região.

À medida que o Acre enfrenta desafios contínuos no controle da pandemia, a atenção concentrada em municípios com altas taxas de incidência, como Assis Brasil, é crucial para garantir a segurança e a saúde pública em todo o estado.

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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