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Acre

Corpo de Bombeiros realiza aula inaugural do Curso de Mergulho Autônomo 

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Com objetivo de garantir ampla qualificação para integrantes do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), foi realizada nesta segunda-feira, 8, no auditório da Polícia Federal, em Rio Branco, a cerimônia de aula inaugural do 7° Curso de Mergulho Autônomo (Cmaut/2024). Os 35 alunos que irão participar da formação entoaram o hino do Soldado do Fogo no início da solenidade, que contou com a presença de representantes da Segurança Pública do Estado.   

O último curso Cmaut foi realizado em 2016. Na atual edição, além dos militares acreanos, participam também bombeiros militares da Bahia, Polícia Militar (PM) e Instituto Socioeducativo (ISE). 

Aula inaugural foi realizada na manhã desta segunda-feira em Rio Branco. Foto: Neto Lucena/Secom

De acordo com o coronel bombeiro militar, Charles da Silva, os serviços do Corpo de Bombeiros cresceram bastante, principalmente no ano de 2023, em que foram registradas 40 mil ocorrências em todo o estado.  

“É necessária essa renovação todos os anos, porque é uma atividade extremamente extenuante e muito perigosa. Então se faz necessário sempre melhorar a qualificação desses militares que irão prestar serviço, porque não existe a palavra erro quando se trata de mergulho, não tem a possibilidade disso”, destacou.  

Além dos militares acreanos, participam também bombeiros militares da Bahia, Polícia Militar (PM) e do Instituto Socioeducativo (ISE). Foto: Neto Lucena/Secom

Na Região Norte há grande índice de atividades aquáticas, em que parte de busca e resgate de bens é realizada por mergulhadores que passaram pelo Cmaut.  

“O mergulho de resgate é uma atividade muito difícil. E esses militares estão buscando a especialização. O militar civil se forma, de modo tradicional, e depois é necessária a busca por especializações em que ele tem afinidade. E ao final, quem conseguir passar por todas as etapas, estará habilitado para cumprir a nova função”, explicou o coordenador do curso, capitão Alexandre Veras.  

Como parte do curso, haverá intercâmbio com outras instituições, como o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás e do Mato Grosso, que farão uma troca de conhecimentos com a coordenação, a fim de aperfeiçoar os professores. A grade curricular do curso conta com salvamento aquático, natação e educação física. De acordo com o coordenador, essas disciplinas vão dar condições aos mergulhadores para exercer efetivamente a missão de mergulhar.  

“É exigida de todos os militares uma bateria de exames, para poder confirmar se estão aptos [em termos de saúde] a participar do curso. Esses cuidados são necessários para preservar a segurança e preservar a saúde de todos”, destacou Veras.  

Durante o curso, os militares serão submetidos a testes teóricos e práticos, simulações, operações em piscina e no tanque de mergulho e operações em rios e lagos, entre outros locais, em municípios como Cruzeiro do Sul. “Serão atividades bem completas, para que, ao final, o nosso mergulhador seja capaz de executar sua função com maestria”, explicou o coordenador.  

Durante o curso, os militares serão submetidos a testes teóricos e práticos, simulações, operações em piscina e no tanque de mergulho e operações em rios e lagos. Foto: Neto Lucena/Secom

O governo do Acre, por meio do Corpo de Bombeiros Militar e da Secretaria de Segurança, investiu mais de R$ 1 milhão em equipamentos e demais despesas administrativas e logísticas.  

“Estamos em um outro momento para a segurança pública. Durante o curso deste ano, cada soldado terá seu kit mergulho”, destacou o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia. 

A previsão para a conclusão do Cmaut é dia 4 de maio, quando os soldados concluintes irão se tornar mergulhadores de resgate, profissionais que garantem o alento familiar com o resgate de pessoas ou a recuperação de bens.  

Fonte: Governo AC

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Acre

Médico retira prego do intestino de criança de 3 anos por colonoscopia no Hospital do Juruá

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Procedimento evitou cirurgia invasiva; menino havia ingerido o objeto há oito dias e passa bem

Um menino de 3 anos teve um prego retirado do intestino por meio de uma colonoscopia realizada na noite desta sexta-feira (16), no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. O procedimento foi conduzido pelo médico Marlon Holanda e evitou a necessidade de uma cirurgia abdominal invasiva. A criança passa bem.

O menino, identificado como Erick, mora com a família em Ipixuna, no interior do Amazonas, e teria engolido o prego cerca de oito dias antes da retirada. Seis dias após o ocorrido, ele foi transferido para o Acre, onde passou a receber acompanhamento médico especializado.

Inicialmente atendido pelo pediatra Rondney Brito, o paciente também foi monitorado pelas equipes de endoscopia e cirurgia do hospital. Durante todo o período de internação e ao longo do procedimento, a criança permaneceu estável, comunicativa e se alimentando normalmente.

Após a retirada do objeto, o médico Marlon Holanda comentou o caso nas redes sociais. “Criança de 3 anos engoliu prego: retirada por colonoscopia. Menos uma laparotomia no mundo”, escreveu.

A laparotomia é um procedimento cirúrgico que exige a abertura da parede abdominal para acesso aos órgãos internos, sendo indicada em casos mais complexos. Diferentemente dela, a colonoscopia é considerada minimamente invasiva, reduzindo riscos, tempo de recuperação e possíveis complicações para o paciente.

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Acre

Riozinho do Rola apresenta leve recuo e indica estabilidade no nível do Rio Acre

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Afluente do Rio Acre caiu cerca de 6 centímetros nas últimas horas, segundo o SGB, enquanto o rio principal segue acima da cota de transbordamento em Rio Branco

O riozinho do Rola, principal afluente do Rio Acre antes da passagem pela área urbana de Rio Branco, apresentou uma leve tendência de recuo nas últimas horas. Dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB) apontam que o nível do manancial caiu cerca de 6 centímetros entre a madrugada e o início da manhã deste sábado (17).

De acordo com o SGB, às 1h15 o nível do rio era de 11,26 metros, passando para 11,20 metros na aferição das 7h15. Apesar de pequenas oscilações pontuais, o cenário observado é de recuo lento e controlado, sem sinais de elevação repentina.

Os dados pluviométricos reforçam a estabilidade. Nas últimas 24 horas, o volume de chuvas acumulado na região monitorada foi de aproximadamente 0,2 milímetro, considerado baixo. Durante a madrugada deste sábado, as estações não registraram precipitações significativas, o que contribuiu para a manutenção do recuo.

Mesmo com o comportamento estável do riozinho do Rola, o Rio Acre segue em situação crítica na capital. Segundo boletim da Defesa Civil Municipal, divulgado na manhã deste sábado (17), o nível do rio atingiu 14,22 metros às 5h17, permanecendo acima da cota de transbordamento, que é de 14 metros.

Ainda conforme a Defesa Civil, nas últimas 24 horas foram registrados 2,40 milímetros de chuva em Rio Branco. A cota de alerta do Rio Acre é de 13,50 metros. As informações foram repassadas pelo coordenador municipal do órgão, tenente-coronel Cláudio Falcão.

Por ser o maior e mais importante afluente do Rio Acre antes de sua chegada à área urbana, o riozinho do Rola é considerado um indicador antecipado de possíveis alterações no nível do rio na capital. Historicamente, cheias ou elevações rápidas em sua bacia costumam refletir no Rio Acre algumas horas depois.

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Acre

Rio Acre atinge 14,26 metros e segue acima da cota de transbordamento

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Foto: Sérgio Vale

O nível do Rio Acre alcançou 14,26 metros na medição das 9h deste sábado, 17, mantendo-se acima da cota de transbordamento em Rio Branco, que é de 14,00 metros, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com os dados oficiais, o rio apresentou elevação em relação à primeira medição do dia. Às 5h, o nível estava em 14,22 metros, indicando uma subida de 4 centímetros em poucas horas. A situação reforça o estado de atenção para áreas ribeirinhas da capital acreana.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado foi de 2,40 milímetros, quantidade considerada baixa, mas que ainda contribui para a manutenção do nível elevado do manancial, somando-se ao volume de água proveniente das cabeceiras e de afluentes.

A cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, já havia sido ultrapassada anteriormente, e o cenário atual mantém a Defesa Civil em monitoramento permanente.

 

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