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Conta de pequena igreja na zona rural que só usa energia uma vez por semana passa dos mil reais
Quando se fala que há algo errado nas contas de energia da população acreana, a Energisa, empresa responsável pelo serviço no Acre, aparece com mil e uma explicações para tentar convencer a sociedade que tudo está correto e nada de anormal está sendo cobrado.
Tem sido assim, inclusive nas audiências até agora da CPI que investiga as contas de energia na Assembleia Legislativa do Acre.
Mas qual seria a matemática para explicar o que acontece em uma pequena igreja localizada no quilômetro 45 da Estrada Transacreana? O local é minúsculo, suportando no máximo 20 fiéis. No interior da igreja há uma pequena caixa de som, um ventilador, um bebedouro e apenas duas lâmpadas.
A igreja foi construída na colônia da dona Darci Pereira Guerra, que também emprestou seu nome para que fosse feita a ligação de energia. Os equipamentos e as duas lâmpadas são ligados apenas uma vez por semana pelo período de duas horas para a realização dos cultos.
Na semana passada chegou a primeira conta, com uma desagradável surpresa. O valor da tarifa ultrapassou a quantia de mil reais.
A primeira vista se pensou se tratar da cobrança pela instalação de algum equipamento, mas ao analisar a conta se verifica que trata-se apenas do valor do consumo de energia.
“Isso é um absurdo. Só usamos a energia uma vez por semana e não tem quase nada dentro da igreja. Como se pode ver nas fotos é uma igrejinha muito pequena construída no terreno da minha mãe. Nem casa com ar condicionado, geladeira e outros produtos chega nesse valor. Minha mãe não tem como pagar e isso tá errado”, afirma Laudemir Guerra, filho de dona Darci, que vive de uma pequena aposentadoria.
Darci, acompanhada dos filhos, esteve na manhã desta terça-feira, 12, no Procon denunciando a Energisa por cobrança abusiva na conta de energia elétrica.
O ac24horas tentou uma explicação da Energisa sobre o valor cobrado na tarifa de energia, mas não obteve retorno de sua assessoria.
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Polícia Civil prende investigado por homicídio ocorrido na Cidade do Povo
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu na tarde desta terça-feira, 17, um homem com as iniciais J.G.Q., conhecido pelo apelido “Fala Fina”, investigado por participação no homicídio de Josivan Cambraia da Silva, ocorrido no dia 2 de outubro de 2025, no bairro Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com as investigações, a vítima foi abordada por integrantes de uma organização criminosa, que suspeitavam de sua ligação com uma facção rival, em razão de gestos feitos com as mãos. Ainda segundo a Polícia Civil, Josivan foi forçado a fazer alusão ao grupo criminoso dos autores, sendo em seguida submetido a agressões e tortura, antes de ser executado com disparos de arma de fogo.
O coordenador da DHPP, delegado Alcino Ferreira J[unior, destacou a gravidade do crime e o empenho da equipe na elucidação do caso. “Trata-se de um crime bárbaro, marcado por extrema violência e motivado por disputa entre facções. A Polícia Civil trabalhou de forma incansável para identificar e capturar os envolvidos, e seguiremos firmes garantindo que os responsáveis sejam levados à Justiça”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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MPAC recebe visita institucional do Imac e discute acordo de cooperação técnica

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), recebeu, nesta terça-feira, 17, a visita institucional de representantes do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac).
A agenda teve como objetivo apresentar a estrutura e o funcionamento do NAT e da Coordenação Técnico-Científica do MPAC, além de discutir a possibilidade de celebração de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre as instituições.
O coordenador-geral do NAT, promotor de Justiça Rodrigo Curti, destacou que a iniciativa busca fortalecer a atuação conjunta na área ambiental.
“Tratamos de uma minuta de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que vai trazer mais eficiência nos relatórios do NAT, maior segurança jurídica, unir forças de forma colaborativa para que possamos desenvolver um trabalho mais eficiente em prol do meio ambiente”, disse.
O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos.
“Esse acordo é muito importante, não somente para a sociedade quanto, por ter a segurança jurídica, é também a união dos técnicos do Imac e do NAT para que possamos fazer em conjunto as vistorias e relatórios técnicos. Esse ACT será um trabalho em conjunto”, afirmou.
Texto: Marcelina Freire
Fotos: William Crespo
Agência de Notícias do MPAC
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Fiscalização autua posto com preços altos e estoque de 2 meses atrás

Um posto de combustível no Distrito Federal foi autuado nesta terça-feira (17/3) por aumentar o preço nas bombas, mesmo mantendo estoques adquiridos há dois meses — antes da escalada do conflito no Oriente Médio.
A informação foi revelada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
- 22 cidades;
- 42 postos e;
- 1 distribuidora.
Além do posto no Distrito Federal, a Senacon não detalhou se houve mais autuações e em quais estados elas aconteceram.
“O planeta sofre hoje uma restrição de oferta e disponibilidade de petróleo e que isso impacta diretamente a vida dos consumidores, não é possível se entender que essa prática seja correta. Ela é uma prática abusiva. A elevação de preço que não tenha lastro em custos caracteriza abusividade. Não não é o momento de aumentar a lucratividade”, afirmou Morishita.
Inquérito
A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar possíveis crimes contra consumidores e contra a ordem econômica após relatos de oscilações nos preços dos combustíveis. A medida foi anunciada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, diante de suspeitas de cobranças abusivas.
Em paralelo, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou Procons de todo o país.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL





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