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Construir no Acre ficou 10,48% mais caro em 2021, diz IBGE

Construir no Acre ficou 1,77% mais caro em setembro, segundo o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) divulgado nesta sexta-feira (8) pelo IBGE. No acumulado em 2021, a construção civil encareceu 10,48%, alcançando o valor de R$ 1544,75 por metro quadrado no período.
No país, a alta foi de 0,88% em setembro, a menor taxa de 2021 e 0,11 ponto percentual abaixo da taxa do mês anterior (0,99%).
Houve altas em todas as regiões e a mais intensa foi no Centro Oeste (2,03%), devido ao aumento na parcela dos materiais em todos os estados e ao acordo coletivo em Goiás.
O acumulado nos últimos doze meses foi de 22,06%, pouco abaixo dos 22,74% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Já o acumulado no ano foi de 15,62%. Em setembro de 2020 o índice havia sido de 1,44%.
O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 1.463,11 em agosto para R$ 1.475,96 em setembro, sendo R$ 877,35 relativos aos materiais e R$ 598,61 à mão de obra.
A parcela dos materiais subiu 1,21%, queda de 0,41 ponto percentual em relação ao mês anterior (1,62%). Considerando o índice de setembro de 2020 (2,55%), a queda foi mais significativa, 1,34 ponto percentual.
Já a parcela da mão de obra, com taxa de 0,40% e três dissídios coletivos observados, apresentou alta de 0,32 ponto percentual frente ao índice de agosto (0,08%). Frente a setembro de 2020 (0,20%), houve alta de 0,20 ponto percentual.
No final do terceiro trimestre, os acumulados no ano são 23,51% (materiais) e 5,75% (mão de obra), sendo que em doze meses ficaram em 35,89% (materiais) e 6,25% (mão de obra), respectivamente.
A Região Centro-Oeste, com alta observada na parcela dos materiais em todos os estados, e acordo coletivo observado em Goiás, ficou com a maior variação regional em setembro, 2,03%.
As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,76% (Norte), 0,55% (Nordeste), 0,58% (Sudeste), e 1,15% (Sul).
Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.438,32 (Norte); R$ 1.386,06 (Nordeste); R$ 1.535,22 (Sudeste); R$ 1.565,49 (Sul) e R$ 1.452,91 (Centro-Oeste).
Com alta na parcela dos materiais e dissídio coletivo registrado nas categorias profissionais, Goiás foi o estado que apresentou a maior variação mensal, 3,13%, seguido pelo Amazonas (3,11%), também sob impacto de reajuste na mão de obra.
O Sinapi, criado em 1969, tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.
O custo de se construir no Acre está entre os cinco mais altos do País. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Paraná tem custos mais altos ou equiparados.
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Acre terá novo PMPF para combustíveis a partir de março
Atualização publicada no Diário Oficial fixa valor de R$ 5,2225 para o etanol e servirá de base para cálculo do ICMS

Arte: ac24horas
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Pesquisa Atlas: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em disputa no 2º turno
Segundo o levantamento Atlas/Bloomberg, Flávio tem 46,3% das intenções de voto contra 46,2% do petista
Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (25/2) aponta um empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em eventual segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo o levantamento, Flávio tem 46,3% das intenções de voto contra 46,2% do petista no segundo turno. Na sondagem anterior, feita em janeiro, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro tinha 44,9%, enquanto Lula aparecia com 49,2%.
O instituto testou ainda uma possível disputa entre o atual chefe do Executivo e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nesse cenário, Lula também surge em desvantagem, com 45,9% das intenções de voto contra 47,1% de Tarcísio.
Outros cenários de 2º turno:
Lula (PT) — 47,5% x Michelle (PL) — 44,7%
Lula (PT — 46% x Romeu Zema (Novo) — 41,7%
Lula (PT) — 45,7% x Ronaldo Caiado (PSD) — 37,6%
Lula (PT) — 45,5% x Ratinho Jr. (PSD) — 39%
Lula (PT) — 45,2% x Eduardo Leite (PSD) — 24,5%
Lula (PT) — 47,3% x 45,4% — Jair Bolsonaro (PL)
Bolsonaro está inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e após condenação no Supremo Tribunal Federal (STF) na ação que apurou uma tentativa de golpe de Estado em 2022.
Metodologia
A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros entre 19 e 24 de fevereiro. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07600/2026.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Servidores do Instituto de Pesos e Medidas passam a receber bônus por atividade delegada do Inmetro
Os servidores do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Acre (Ipem) vão receber, em folha complementar, o bônus de desempenho por atividade delegada, garantindo o reconhecimento financeiro pelo cumprimento de metas e pela atuação nas ações de fiscalização e controle metrológico no estado. O pagamento segue a regulamentação estabelecida na Portaria Ipem nº 6, com base na Lei nº 4.368.
Instituído em 2024, o bônus é destinado aos servidores que atuam nas atividades delegadas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), no âmbito dos convênios firmados com o Ipem. A iniciativa integra a política de incentivo metrológico e funcional e tem como objetivo valorizar o desempenho profissional, estimular o cumprimento de metas e aprimorar a qualidade dos serviços prestados à população.
Um agente do Ipem fiscaliza instrumentos de medição (balanças, bombas de combustível, taxímetros) e produtos pré-medidos para garantir que o consumidor receba a quantidade exata pela qual pagou, combatendo fraudes e assegurando a conformidade técnica conforme as normas do Inmetro.

De acordo com a legislação, o pagamento está condicionado à existência de recursos de custeio repassados pelo Inmetro, ao alcance das metas estabelecidas nos Planos de Trabalho e Aplicação Financeira e à avaliação individual de desempenho dos servidores.
O diretor de Gestão de Pessoas, Fábio Lima, explica que a apuração do bônus é realizada mensalmente, a partir de avaliação feita pela chefia imediata e posteriormente analisada por uma Comissão de Avaliação de Desempenho instituída por portaria específica. “O resultado dessa análise é o que define o percentual do bônus a ser recebido por cada servidor, conforme o Índice de Desempenho Pessoal [IDP], garantindo critérios objetivos e transparência no processo”, informa.
Os servidores que alcançarem cem pontos ou mais no IDP recebem 100% do valor do bônus. Aqueles que obtiverem entre 60 e 99 pontos têm direito a 60% do valor, e os que atingirem entre 30 e 59 pontos recebem 30%. Não há pagamento nos casos em que a pontuação seja inferior a 30 pontos ou em situações previstas na regulamentação, como faltas injustificadas e penalidades disciplinares.
A Lei nº 4.368 estabelece que o bônus não possui caráter permanente e não se incorpora ao vencimento para fins de aposentadoria ou cálculo de outras vantagens. As despesas são custeadas exclusivamente com recursos do Tesouro Federal, oriundos do Inmetro, sendo vedada a utilização de recursos estaduais.
A portaria detalha os valores por cargo e função, contemplando 33 posições na estrutura do Ipem, com total estimado em até R$ 40 mil, conforme desempenho e repasses federais. Com a regulamentação, o Estado amplia as ações de metrologia e fiscalização no Acre, unindo metas e valorização dos servidores que garantem a qualidade e segurança dos serviços à população.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE


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