Ana Clara Gonçalves Barbosa e Isabelly Lima Bernava, ambas de 18 anos, compõem o seleto grupo de participantes do Enem 2024 que alcançou 980 pontos na redação no Acre. Amigas estudaram em casa, fizeram cursinho preparatório e sonham em cursar medicina
Ana Clara (ao fundo) e Isabelly Bernava (à frente) são amigas há mais de três anos e tiraram a mesma nota na redação do Enem 2024. Foto: Arquivo pessoal
As acreanas Ana Clara Gonçalves Barbosa e Isabelly Lima Bernava, ambas de 18 anos, compartilham muito mais do que a idade, amizade, planos e rotina de estudos. As duas compõem o seleto grupo de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 que alcançou 980 pontos na redação no Acre.
E as coincidências não param por aí. Ana Clara e Isabelly, que são amigas há mais de três anos, se prepararam juntas para as provas e dividem um sonho em comum: cursar medicina.
As duas terminaram o ensino médio em 2023 e passaram todo o ano de 2024 estudando para o Enem . A rotina incluiu estudo em casa durante à manhã e cursinho preparatório entre a tarde e noite. Elas também responderam simulados, tiveram aulas extras de redação e contaram com o apoio dos pais nos estudos.
“Tivemos basicamente a mesma rotina de estudos. De manhã em casa estudando e à tarde íamos para o cursinho. Era mais ou menos mais de dez horas de estudo diariamente. A gente trocava muita leitura, inclusive, quando a gente tinha intervalo no cursinho, estávamos estudando juntas. Foi muito importante essa rede de apoio, principalmente de amigos que estão na mesma jornada”, disse Ana Clara.
“Foi muito bom e tornou tudo muito mais leve. Fiquei muito feliz quando soube que a Ana tirou a mesma nota que eu. Tornou a caminhada muito mais leve nessa busca pela aprovação no vestibular”, disse Isabelly.
Segundo o Ministério da Educação, além das duas jovens, outras duas pessoas tiraram 980 pontos na redação do Enem 2024 no estado. A reportagemapurou que uma estudante do Instituto Federal do Acre, campus Cruzeiro do Sul, interior do Acre, também tirou a mesma nota. A jovem tem 18 anos e sonha cursar direito.
Longas horas de estudo
Isabelly Bernava teve aulas extras de redação com uma antiga professora. Foto: Arquivo pessoal
Ana Clara e Isabelly se conheceram após uma prima de Isabelly, que estudava com Ana Clara, apresentar as duas. A amizade se firmou e as duas concluíram o ensino médio no final de 2023, sendo que Ana Clara estudava na rede pública e Isabelly na rede privada.
Já em 2024, as duas decidiram que seria o ano de preparação para o Enem. Se matricularam no cursinho preparatório e separaram os livros, simulados e provas para estudar em casa. “Passava o dia todo estudando, tive uma rotina de estudos bem definida e sempre tentei manter a constância ao longo do ano. Estudava em casa até a hora de ir para o cursinho, que começava às 14h”, relembrou Isabelly.
Essa foi a segunda vez que a jovem fez o Enem. A primeira vez foi em 2023 e ela revela que chegou a alcançar 960 pontos na redação. Naquela época, contudo, não conseguiu entrar na faculdade.
Com foco nas provas de 2024, Isabelly passou a ter aulas extras apenas de redação nos últimos seis meses do ano com uma antiga professora. “Era uma vez por semana, aos sábados. Depois do meio do ano, passei a estudar redação duas vezes na semana. Estudava de segunda a sexta no cursinho, sábado só redação e, às vezes, aos domingos ainda estudava em casa”, recordou.
Participante ficou surpresa com a nota no Enem 2024. Foto: Reprodução
Apesar de toda preparação e empenho, Isabelly conta que ficou surpresa com a nota alta na redação. “Acho que a gente sempre com o pé atrás, mesmo tendo se preparado o ano todo. Quando vi a nota, fiquei muito feliz, já chamei minha mãe. Não sabia que apenas quatro pessoas tinham tirado essa nota”, destacou.
A jovem ressalta também a rede de apoio que teve em casa durante os estudos. Com o pai empresário e a mãe dona de casa, Isabelly foi poupada das tarefas domésticas para focar apenas nos estudos.
“Valeu muito a pena todo esforço. Estudei muito porque meus pais sempre me apoiaram. Minha mãe me deixou livre para estudar o quanto quisesse e isso foi essencial. Meus pais nunca mediram esforços pelos meus estudos e isso não é apenas uma vitória minha, mas deles também. É uma vitória muito grande”, celebrou.
Mãe enfermeira
Ana Clara sonha em cursar medicina e realizar o sonho da mãe. Foto: Arquivo pessoal
O sonho em cursar medicina transcende gerações na família de Ana Clara. A mãe dela se formou em enfermagem, mas queria fazer medicina. Já o irmão mais velho dela é formado em fisioterapia.
“Minha mãe sempre quis ser médica e acho que isso influenciou um pouco. Meu pai é autônomo, trabalha na área da culinária e meu irmão mais velho também é da área da saúde. Não tenho outra opção além de medicina, então, meus pais me incentivaram muito”, pontuou.
Ana Clara Gonçalves tirou 980 pontos na redação do Enem 2024. Foto: Reprodução
O amor pela saúde motivou Ana Clara a focar nos estudos ao longo do ano passado. “O ano inteiro foi de estudo. Estudava de manhã em casa, gostava de responder provas antigas, escrever redações com temas antigos também e à tarde estava no cursinho”, explicou.
Além dos estudos, Ana Clara dividiu o tempo também ajudando o pai em uma barraca de salgados. “Meu pai tem um ponto que vende comida e ajudo ele. Ficava com ele no sábado e domingo em casa descansando. Pra mim foi um desafio muito grande porque aprendi redação do zero, fiquei triste e agora fiquei muito feliz quando alcancei essa nota”, concluiu.
Neiva Aparecida Badotti ultrapassou em R$ 3 mil teto para locação de veículos; corte determinou devolução do valor ao Tesouro Nacional
O motivo foi o gasto acima do limite permitido com locação de veículos durante a campanha eleitoral. Foto: captada
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a desaprovação das contas de campanha da ex-vereadora de Brasiléia Neiva Aparecida Badotti, candidata à reeleição em 2024. A decisão, publicada no Diário da Justiça Eletrônico nesta terça-feira (10), confirma sentença do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) que havia reprovado as contas devido ao gasto acima do limite permitido com locação de veículos.
Segundo o acórdão, a candidata ultrapassou em R$ 3.004,80 o teto máximo previsto pela norma eleitoral para esse tipo de despesa, utilizando recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Além da desaprovação, o TRE-AC determinou a devolução do valor excedente ao Tesouro Nacional.
Neiva recorreu ao TSE alegando que os gastos foram feitos em atividades eleitorais e pedindo a aprovação das contas com ressalvas. O relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, entendeu que o tribunal regional analisou o caso de forma adequada e que o recurso não atacou os fundamentos da decisão. Por unanimidade, a corte superior optou por não conhecer do agravo, mantendo a reprovação das contas e a obrigação de restituição.
Pontos-Chave do Caso
Aspecto
Situação
Infração
Gasto acima do limite legal com locação de veículos.
Valor Excedente
R$ 3.004,80.
Fonte do Recurso Excedente
Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
Decisão Principal
Desaprovação das contas de campanha.
Consequência Financeira
Devolução obrigatória do valor excedente (R$ 3.004,80) ao Tesouro Nacional.
Argumento da Defesa
Os recursos foram aplicados em atividades eleitorais legítimas.
Fundamentação do TSE
O recurso não atacou os fundamentos da decisão anterior (do TRE-AC), que foi considerada suficiente e adequada.
Status Final
Caso encerrado. Decisão mantida.
Consequências para a Ex-Vereadora
A desaprovação das contas de campanha traz consequências eleitorais significativas, conforme a legislação. A candidata fica inelegível por um período (normalmente 8 anos, conforme a Lei da Ficha Limpa), a partir da eleição em que as contas foram reprovadas. Além disso, há a obrigação de restituir o valor excedente aos cofres públicos.
A decisão do TSE, ao não conhecer o recurso, reforça a jurisprudência de que o estrito cumprimento dos limites e das regras de prestação de contas é condição essencial para a aprovação, independentemente da finalidade alegada para os gastos.
A ex-vereadora de Brasiléia entrou com recurso tentando reverter a decisão no TSE. Neiva alegou que o dinheiro foi usado em atividades eleitorais, pedindo que as contas fossem aprovadas com ressalvas. Foto: captada
Primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios beneficiará os 22 municípios acreanos; no país, repasse total é de R$ 13,4 bilhões
Os recursos são transferidos diretamente pelo governo federal e constituem uma das principais fontes de receita para o custeio de serviços públicos municipais, como saúde, educação, infraestrutura e assistência social. Foto: captada
A primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), prevista para ser creditada nesta terça-feira (10), injetará cerca de R$ 72,7 milhões nos cofres das 22 prefeituras do Acre. Rio Branco, por concentrar a maior população, deve receber aproximadamente R$ 41,9 milhões.
No ranking municipal do estado, aparecem em seguida Cruzeiro do Sul, com previsão de repasse de cerca de R$ 3,5 milhões, e Tarauacá, que deve contar com pouco mais de R$ 2,3 milhões.
No âmbito nacional, a transferência totalizará R$ 13,4 bilhões, valor cerca de 3% superior ao repasse do mesmo período de 2025, que foi de aproximadamente R$ 13 bilhões. O FPM é uma das principais fontes de receita para o financiamento de serviços públicos essenciais nos municípios, como saúde, educação, assistência social e manutenção da infraestrutura urbana.
Distribuição por município (valores aproximados):
Rio Branco: R$ 41,9 milhões
Cruzeiro do Sul: R$ 3,5 milhões
Tarauacá: R$ 2,3 milhões
Sena Madureira: R$ 1,7 milhão
Brasiléia: R$ 1,5 milhão
Como funciona o FPM:
O fundo é a principal fonte de receita para a maioria das prefeituras brasileiras, especialmente as menores e mais pobres. Seu cálculo considera principalmente o número de habitantes, mas também leva em conta a capacidade fiscal de cada município.
Impacto nas contas municipais:
O repasse chega em um momento crítico do ano, quando as prefeituras enfrentam:
Pagamento de 13º salário de servidores (parcelado);
Custos com matrícula e transporte escolar;
Despesas de manutenção da máquina pública.
O aumento de 3% no volume nacional reflete a correção pela inflação e o crescimento da arrecadação federal em 2025. No entanto, o valor real por habitante tem se mantido estável ou até reduzido em anos recentes. A segunda parcela de fevereiro será creditada no dia 24.
Para municípios pequenos como Jordão, Santa Rosa do Purus e Assis Brasil, o FPM representa mais de 80% da receita corrente – ou seja, sem ele, a prefeitura para. A dependência do repasse federal expõe a vulnerabilidade financeira do interior acreano.
A gravidez desperta uma mistura intensa de emoções, sobretudo quando o percurso é marcado pelos desafios de uma gestação de alto risco. Em Rio Branco, esse cuidado especializado tem sido garantido pelo Ambulatório Materno-Infantil da Policlínica Barral y Barral, estruturado pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, como um reforço estratégico à rede de atenção à saúde da mulher e da criança.
O Ambulatório Materno-Infantil da Policlínica Barral y Barral, é um reforço estratégico à rede de atenção à saúde da mulher e da criança. (Foto: Átilas Moura/Secom)
Implantado em maio de 2025 para responder a uma demanda reprimida superior a 350 gestantes que necessitavam de acompanhamento especializado, o ambulatório se aproxima de um ano de funcionamento com resultados expressivos. Entre maio de 2025 e a primeira semana de fevereiro de 2026, o serviço já realizou 3.153 atendimentos especializados, consolidando-se como referência no cuidado multiprofissional a gestantes de risco intermediário e alto, puérperas e crianças na primeira infância.
Para o secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, os resultados alcançados pelo Ambulatório Materno-Infantil refletem o compromisso da gestão do prefeito Tião Bocalom com o cuidado às mulheres e às crianças, especialmente àquelas que vivenciam gestações de maior complexidade.
“A implantação do Ambulatório Materno-Infantil foi uma decisão estratégica para garantir atendimento especializado, humanizado e contínuo às gestantes de alto risco”, destacou o secretário Rennan Biths. (Foto: Átilas Moura/Secom)
“Desde o início da gestão do prefeito Tião Bocalom, a saúde materno-infantil tem sido tratada como prioridade. A implantação do Ambulatório Materno-Infantil foi uma decisão estratégica para garantir atendimento especializado, humanizado e contínuo às gestantes de alto risco, reduzindo complicações e fortalecendo a rede de atenção à saúde. Esses mais de 3,1 mil atendimentos demonstram o empenho da gestão municipal em cuidar de quem mais precisa, com responsabilidade e compromisso com a vida”, destacou o secretário.
É nesse contexto que mulheres como Raíssa Fraga encontram acolhimento, cuidado e segurança. Aos nove meses de gestação, após vivenciar uma perda gestacional anterior, Raíssa segue uma nova trajetória de cuidado com acompanhamento contínuo no ambulatório.
Aos nove meses de gestação, Raíssa segue uma nova trajetória de cuidado com acompanhamento contínuo no ambulatório. (Foto: Átilas Moura/Secom)
“Em 2023, vivi uma perda muito marcante: descobri uma gravidez já avançada enquanto tratava uma pneumonia, e meu bebê já estava sem vida. A experiência deixou um trauma e muito medo. Agora, na segunda gestação, fiz todo o acompanhamento desde o início. Descobri descolamento de placenta, diabetes gestacional e pressão alta, e recebi todo o suporte no Barral y Barral, com acompanhamento constante da doutora Andressa”, relatou.
“Tive momentos de insegurança, especialmente entre cinco e seis meses, mas ainda bem que as coisas evoluíram bem”, relatou Raíssa. (Foto: Átilas Moura/Secom)
Pelo relato de Raíssa, é possível perceber que o maior medo não era apenas o diagnóstico clínico, mas o receio de reviver a dor da perda. Próxima de dar à luz, ela acrescentou:
“Tive momentos de insegurança, especialmente entre cinco e seis meses, mas ainda bem que as coisas evoluíram bem, com controle da diabetes e da pressão. Hoje, com nove meses, estou na penúltima consulta e sendo encaminhada para a maternidade para os exames finais.”
Assim como Raíssa, outras gestantes chegam ao Ambulatório Materno-Infantil encaminhadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). (Foto: Átilas Moura/Secom)
Assim como Raíssa, outras gestantes chegam ao Ambulatório Materno-Infantil encaminhadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), após a identificação de fatores de risco. É o caso de Rosenir Rodrigues, de 37 anos, gestante de sete meses, encaminhada da unidade do Sobral.
“Descobri a gravidez aos três meses, levei um susto. Como não foi planejada e aconteceu muito próxima da outra gestação, tudo ficou mais delicado. A doutora Cássia acompanha tudo com muita atenção: pede exames, faz ultrassom, acompanha o crescimento e escuta direitinho o coração do bebê todos os meses”, contou.
As gestantes passam por classificação de risco conforme protocolo do Ministério da Saúde, que utiliza critérios clínicos e cores que variam do verde ao vermelho. (Foto: Átilas Moura/Secom)
O Ambulatório Materno-Infantil funciona como um importante equipamento de apoio à Atenção Primária e à assistência de média complexidade no município. As gestantes passam por classificação de risco conforme protocolo do Ministério da Saúde, que utiliza critérios clínicos e cores que variam do verde ao vermelho.
Do total de atendimentos realizados, 1.578 foram em obstetrícia de alto risco, eixo central do serviço. (Foto: Átilas Moura/Secom)
Os dados assistenciais evidenciam a efetividade da proposta. Do total de atendimentos realizados, 1.578 foram em obstetrícia de alto risco, eixo central do serviço. Também foram contabilizados 773 atendimentos em fisioterapia pélvica, 271 em pediatria, 226 atendimentos de enfermagem voltados ao risco intermediário, além de 255 atendimentos em nutrição e 50 em psicologia, assegurando cuidado integral e atuação multiprofissional.
São verificados sintomas clínicos, como edema e alterações no sono, além da aferição de sinais vitais, além d eoutros exames. (Foto: Secom)
A enfermeira do ambulatório, Naiane Dourado, explica que o atendimento começa com uma avaliação completa da gestante. São verificados sintomas clínicos, como edema e alterações no sono, além da aferição de sinais vitais, incluindo pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura, saturação e glicemia, especialmente nas pacientes com diabetes.
O pré-natal de alto risco realizado no ambulatório investe no acompanhamento contínuo, com exames periódicos, orientações nutricionais, incentivo à atividade física segura e atenção à saúde mental, permitindo intervenções precoces e redução de complicações.
A obstetra destaca que o serviço é essencial para prevenir agravamentos clínicos durante a gestação. (Foto: Átilas Moura/Secom)
A obstetra Kássia do Vale destaca que o serviço é essencial para prevenir agravamentos clínicos durante a gestação. Segundo ela, a identificação precoce de condições como diabetes e hipertensão gestacional, aliada à atuação de uma equipe multidisciplinar, contribui para desfechos mais seguros para mães e bebês.
O Ambulatório Materno-Infantil amplia o acesso ao pré-natal especializado no âmbito municipal e contribui para a prevenção de internações evitáveis e de óbitos maternos e infantis. (Foto: Jefferson carvalho/Secom)
Parâmetros do Ministério da Saúde indicam que cerca de 15% das gestações podem evoluir para situações de alto risco, o que reforça a necessidade de serviços especializados integrados à rede básica. Nesse contexto, o Ambulatório Materno-Infantil amplia o acesso ao pré-natal especializado no âmbito municipal e contribui para a prevenção de internações evitáveis e de óbitos maternos e infantis.
Em 2025, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que aproximadamente 300 mil mulheres morrem todos os anos em decorrência de complicações na gravidez ou no parto, além de cerca de 2 milhões de bebês que não sobrevivem após 20 semanas de gestação ou durante o nascimento. No Brasil, a garantia do cuidado integral à gestante integra diretrizes acompanhadas pelo Ministério Público Federal (MPF), que atua no fortalecimento e na fiscalização de políticas públicas voltadas à saúde materna e infantil.
No Brasil, a garantia do cuidado integral à gestante integra diretrizes acompanhadas pelo Ministério Público Federal (MPF). (Foto: Átilas Moura/Secom)
Além do impacto direto na assistência, o ambulatório fortalece a organização da rede municipal de saúde, garantindo que gestantes identificadas nas UBSs como de risco intermediário ou alto sejam encaminhadas de forma oportuna para acompanhamento especializado.
O ambulatório garante que gestantes identificadas nas UBSs como de risco intermediário ou alto sejam encaminhadas de forma oportuna para acompanhamento especializado. (Foto: Jefferson Carvalho/Secom)
Por trás dos números, estão histórias como a de Raíssa Fraga, que sintetizam o papel do pré-natal de alto risco na garantia de cuidado, proteção e dignidade. Após uma perda marcada pela dor, o acompanhamento especializado permitiu não apenas o controle das condições clínicas, mas também a reconstrução da confiança em um novo desfecho.
Em Rio Branco, o acompanhamento especializado oferecido pelo Ambulatório Materno-Infantil reafirma o compromisso da Prefeitura com a ampliação e a qualificação dos serviços de saúde, consolidando-se como uma estratégia fundamental para proteger a vida de mães e bebês e melhorar os indicadores de saúde materno-infantil na capital.
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