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Com recursos próprios Prefeitura de Brasileia inicia o sonho dos moradores do Km 59

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SECOM

A Prefeitura de Brasileia, por meio da Secretaria de Obras, segue no Km 59 com a operação de melhoria de ramais e construção de ponte beneficiando aproximadamente 800 famílias que dependem do ramal para o escoamento de produção e ter o direito de ir e vir com maior facilidade e segurança. Seguindo as normas legais da Resex Chico Mendes, com licenciamento ambiental para que não prejudique o meio ambiente.

A intervenção está sendo feita com todo maquinário da Prefeitura de Brasileia e o bate-estaca, onde realizam no ramal principal do quilometro 59 serviços de limpeza, abaloamento, linhas de bueiros de concreto, piçarramento e saídas d’água.

A obra da ponte é uma junção de forças desencadeada pela gestão municipal, em parceria com o Governo do Estado que cedeu o bate-estaca, onde envolve além do maquinário, seis profissionais da prefeitura, mais três do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (DERACRE) para operar o bate-estaca e a contribuição da comunidade com matéria-prima.

Para o professor e morador da Resex no Km 59, Sebastião Mesquita, os trabalhos que a Prefeitura de Brasileia está realizando vai melhorar a vida das famílias do local. “Reconhecemos o esforço da prefeita que desde o início do seu mandato vem trabalhando para melhorar o nosso ramal. E graças a Deus esse ano ela está realizando um trabalho completo, com melhorias no ramal e reconstrução da ponte sobre o Rio Xapuri”, falou Sebastião Mesquita.

A intervenção vai facilitar o escoamento da produção rural e extrativismo, alavancando a economia local. Para Evanildo da Silva, morador há 33 anos na Reserva na comunidade Boa Vista Rio do Ouro, o seu maior entusiasmo com a recuperação do ramal é que vai permitir exportar o seu produto para a cidade. “Esse trabalho vai ser muito bom, nos garante o acesso a várias comunidades e seringais, ficando muito melhor para escoar nossa produção e colheita chegando até a cidade para venda”, destacou Evanildo da Silva.

Travessia em segurança

Com recursos próprios a Prefeitura de Brasileia realiza todo o trabalho de melhorias no ramal do Km 59 e reconstrói toda a ponte sobre o Rio Xapuri, trabalhando com celeridade e eficácia aproveitando o verão amazônico.

A ponte possui ponte 48 metros de cumprimento, 17 metros de altura por 5 metros de largura. A gestão municipal vai reconstruí-la em sua totalidade, e para isso, já realizou o desvio para garantir o acesso dos moradores enquanto constrói a ponte. Anualmente somente com extrativismo, retirada de castanha e látex, a Reseva Chico Mendes no quilometro 59 gera Um milhão de reais (R$ 1.000.000,00) aos moradores.

Segundo o Engenheiro Civil do Deracre, Tadeu Castelo, a ponte terá uma durabilidade de 10 a 12 anos. “Uma ponte construída nos moldes que estamos fazendo dura de 10 a 12 anos antes de ter que fazer uma nova reforma. Esse serviço é uma parceria da Prefeitura de Brasileia com Governo do Acre, trouxemos o bate-estaca para cravar estaca dentro do leito do rio, e a estadia, alimentação, transporte e material de madeira e ferragem a prefeitura está cedendo”, ressaltou Tadeu Castelo.

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Rompimento de fibra óptica afeta internet em Brasiléia e Epitaciolândia

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DS Telecom prevê normalização total dos serviços até as 16h desta quinta-feira

Um rompimento de fibra óptica identificado na manhã desta quinta-feira (26) está afetando parcialmente os serviços de internet nas cidades de Brasiléia e Epitaciolândia.

Em nota, a DS Telecom informou que o problema foi detectado nas primeiras horas do dia e que equipes técnicas foram deslocadas imediatamente para realizar os reparos no menor tempo possível.

Segundo a empresa, a previsão é que a conexão seja totalmente restabelecida até as 16h desta quinta-feira.

A operadora destacou que trabalha para garantir o retorno dos serviços com segurança e estabilidade e pediu compreensão aos clientes pelos transtornos causados. Os canais oficiais de atendimento permanecem disponíveis para esclarecimentos.

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Prefeitura de Assis Brasil apoia novo pacto de enfrentamento à violência contra a mulher

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Nesta quarta-feira, dia 25, foi realizado no Ministério Público um importante encontro que marcou a apresentação e o fortalecimento do novo Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, iniciativa do Governo Federal em parceria com a Polícia Militar do Estado, com o apoio da Prefeitura de Assis Brasil.

A ação integra um conjunto de medidas estratégicas voltadas à redução dos índices de violência contra a mulher, promovendo a articulação entre os órgãos de segurança pública, justiça e assistência social. O objetivo é fortalecer a rede de proteção, ampliar o atendimento às vítimas e desenvolver políticas públicas mais eficazes no combate a esse tipo de crime.

Durante o encontro, foram discutidas estratégias como:
•Intensificação das ações preventivas e educativas;
•Ampliação dos canais de denúncia;
•Fortalecimento do trabalho integrado entre Polícia Militar, Ministério Público, Assistência Social e demais órgãos competentes;
•Monitoramento de casos e acompanhamento das vítimas;
•Desenvolvimento de campanhas de conscientização junto à comunidade.

A secretária municipal da Mulher, Francicleia Correia, destacou a importância da união entre os entes federativos e as instituições locais no enfrentamento à violência.

“Esse pacto representa um avanço significativo na proteção das mulheres. Quando unimos forças entre Governo Federal, Estado e Município, conseguimos ampliar a rede de apoio, fortalecer a prevenção e garantir que as vítimas tenham acolhimento e segurança”, afirmou a secretária.

A Prefeitura de Assis Brasil reafirma seu compromisso com a proteção das mulheres e o combate a qualquer forma de violência, colocando-se como parceira ativa nas ações que promovem segurança, dignidade e respeito.

A gestão municipal entende que a união entre Governo Federal, forças de segurança, Ministério Público e poder público municipal é fundamental para diminuir os índices de violência e construir uma sociedade mais justa e segura para todas.

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Deracre informa situação da obra da Orla do Rio Acre em Brasileia e aguarda regularização de convênio federal para prosseguir

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O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), informou nesta quarta-feira, 25, que a obra da Orla do Rio Acre, em Brasileia, está com 51,04% dos serviços executados e permanece paralisada desde abril de 2024, após a interrupção do fluxo financeiro do convênio federal. O investimento é de R$ 16,7 milhões, oriundos de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.

O órgão mantém acompanhamento técnico e administrativo do contrato e já adotou as providências necessárias para viabilizar a continuidade da obra. O Deracre acionou a Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac) para solicitar ao Ministério das Cidades a regularização financeira indispensável à retomada dos serviços.

Intervenção visa conter a erosão e criar uma área de lazer. Foto: Ascom/Deracre

Foi elaborado relatório técnico com levantamento atualizado das condições da área e registro das intervenções executadas até a paralisação. O documento foi encaminhado à instituição financeira responsável pelo contrato para análise e encaminhamentos.

“Estamos acompanhando tecnicamente a situação. A falta de continuidade dos serviços ao longo do período pode ter influenciado no ocorrido. O relatório técnico é que vai orientar os encaminhamentos e a retomada da obra”, afirmou a presidente do Deracre, Sula Ximenes.

Deracre aponta que paralisação pode ter contribuído para situação na Orla do Rio Acre. Foto: Ascom/Deracre

A proteção da margem foi executada conforme o projeto aprovado, utilizando o sistema bolsacreto, técnica que consiste na aplicação de mantas preenchidas com concreto para reforço do barranco do rio, dentro das normas de engenharia aplicáveis a esse tipo de intervenção. O Deracre destaca que, nas margens dos rios da região, são comuns os chamados “terras caídas”, fenômeno natural que provoca erosão nos barrancos em razão da dinâmica das águas. A avaliação técnica considera esse contexto e o fato de que a obra ainda não foi concluída.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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