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Acre

Com menos de 2 metros, nível do Rio Acre causa preocupação e Defesa Civil faz alerta

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O coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, falou com o ContilNet sobre o número alarmante

O mês de julho é marcado pelo calor e tempo seco no Acre e nesta época, o nível do Rio Acre também começa a preocupar os órgãos responsáveis e a população. Na manhã deste sábado (22), o Rio Acre mediu 1,98 metros, segundo os dados da Defesa Civil de Rio Branco.

O coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão, falou com o ContilNet sobre o número alarmante.

“Nós estamos abaixo dos dois metros e nos anos anteriores também estávamos em uma marca ruim. Nós temos duas linhas, que nós traçamos: uma é a vermelha, onde nós estamos, que representa risco. A outra é a linha azul, onde todos esses anos que foram abaixo da média, foram muito ruins. Estamos desde 2015 com marcas muito ruins”, explicou o coordenador.

Segundo Falcão, a marca ideal seria o dobro da que o Rio Acre marca hoje e relembra os riscos do nível baixo das águas.

“Com isso nós temos diversos riscos, inclusive a captação de água. O rio dá uma noção de seca, que nós estamos enfrentando. Então, não só o rio, mas os reservatórios e os poços de água em todos os lugares pioram também. Sem a chuva no mês de julho, que já estamos dias sem chuva, prejudica a lavoura”, disse.

O coordenador também lembrou que com o período de seca, há o aumento de temperatura e queimadas. “Daqui a pouco, teremos a piora da qualidade do ar e da umidade do ar. Tudo isso em decorrência da seca. É preocupante”, afirmou.

VEJA MAIS: Prevendo onda de queimadas, Defesa Civil elabora plano de contingência

A Defesa Civil está elaborando um plano de contingência contra as queimadas na capital. O plano deve abranger diversas instituições e órgãos da capital, que atuarão em conjunto para fiscalizar e orientar sobre o crime ambiental.

 

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Acre

Gladson Cameli diz ter recebido PF em casa para esclarecer denúncia sobre processo em escola de aviação

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Governador afirma que prestou informações “com tranquilidade e transparência” e que ação visa atingi-lo politicamente; PF recolheu eletrônicos e dinheiro

Camelí disse que “com tranquilidade e transparência, prestei todas as informações solicitadas. Foto: captada 

O governador Gladson Cameli emitiu nota nesta quinta-feira (5) confirmando que recebeu em sua residência, pela manhã, representantes da Polícia Federal. Segundo ele, os policiais buscavam informações sobre uma denúncia envolvendo processo de avaliação para registro de piloto em uma escola de aviação da qual foi aluno.

Cameli afirmou que “com tranquilidade e transparência, prestei todas as informações solicitadas”. Ele acrescentou que os agentes recolheram dispositivos eletrônicos e uma quantia em dinheiro, de origem privada, que mantinha como reserva financeira, cuja comprovação será apresentada às autoridades.

O governador acrescentou que está “sereno quanto ao ocorrido” e afirma que a ação tem o objetivo de atingi-lo politicamente. Foto: captada 

Na nota, o governador disse estar “sereno quanto ao ocorrido” e classificou a ação como motivada por interesses políticos. “Desde já, agradeço as manifestações de apoio da população. Reiterando minha confiança na Justiça, lamento as tentativas de perseguição e, mais uma vez, de estratégia política com o objetivo de me atingir na proximidade das eleições.”

O caso ainda segue em investigação pela Polícia Federal.

Veja publicação feita pelo governador:

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Rio Juruá mantém estabilidade em Cruzeiro do Sul, mas Defesa Civil alerta para possível elevação

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Nível do manancial permanece em 13,43 metros desde terça-feira; águas de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo devem influenciar nova subida

O nível do Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, foi registrado em 13,43 metros nesta quarta-feira (4), conforme dados da Defesa Civil Municipal. A marca é a mesma observada desde a manhã de terça-feira (3), às 9h, indicando uma estabilidade momentânea do manancial. No entanto, as autoridades alertam que a tendência ainda é de elevação nas próximas horas.

Segundo o coordenador da Defesa Civil Municipal, Júnior Damaceno, a possível subida está relacionada à chegada das águas provenientes dos municípios de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. “O rio está estabilizado desde ontem, mas a tendência é de subir hoje ainda, porque a água de Porto Walter e de Marechal Thaumaturgo vai chegar até aqui”, explicou.

Desde a terça-feira, a Defesa Civil, em parceria com o Corpo de Bombeiros, passou a realizar a medição do nível do Rio Juruá por meio de uma régua instalada no bairro da Várzea, em Cruzeiro do Sul. A medida foi adotada após a identificação de falhas, inconsistências e oscilações nos dados apresentados pelo aplicativo HidroWeb, da Agência Nacional de Águas (ANA).

De acordo com o coordenador de desastres da Defesa Civil de Cruzeiro do Sul, Iranilson Neri, a divergência entre a régua física e o sistema digital chegou a 13 centímetros. “Diante disso, optamos pela medição direta por meio da régua”, afirmou.

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Acre

Ex-funcionários de fábrica de tacos em Xapuri denunciam atraso em verbas rescisórias

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Acordo de pagamento parcelado foi descumprido após primeira parcela; trabalhadores protestam e relatam venda de madeira do pátio enquanto dívida segue em aberto

Após o pagamento inicial, os ex-funcionários afirmam que passaram a enfrentar falta de respostas e ausência de previsão por parte da empresa. Foto: captada 

Ex-funcionários da única fábrica de tacos em funcionamento em Xapuri denunciam atrasos no pagamento de verbas rescisórias desde as demissões ocorridas em 21 de agosto de 2025. Segundo os trabalhadores, houve um acordo para pagamento em cinco ou seis parcelas, mas apenas a primeira foi quitada, sem novas previsões de repasse desde então.

Os ex-servidores relataram que a empresa deixou de responder aos contatos e não apresentou calendário para quitar o restante das dívidas. Outro ponto que tem gerado preocupação é que, mesmo com os valores em aberto, a fábrica segue retirando e vendendo madeira estocada em seu pátio — movimento visto pelos demitidos como um agravante à insegurança quanto ao recebimento.

No último sábado (31), um grupo realizou um protesto para cobrar respostas e dar visibilidade ao caso. O pagamento das verbas rescisórias é um direito assegurado por lei. A reportagem informa que o espaço segue aberto para que a empresa se manifeste e esclareça a situação.

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