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Com escolha de madrinha dos peões, conheça a realeza da Expoacre 2025
Por meio de votação popular, Sandy Andrade foi coroada como madrinha dos peões nesta segunda-feira (28) durante abertura do rodeio da Expoacre

Rainha do Rodeio, Princesa do Laço e Madrinha dos Peões da Expoacre 2025. Foto: Reprodução/Instagram
A tradição e a força feminina foram condecoradas na abertura oficial do rodeio da Expoacre 2025, na noite da última segunda-feira (28). Após a escolha da rainha e princesa do laço na quinta (24), a realeza terminou de ser formada após a jovem Sandy Andrade ter sido escolhida, por meio de votação popular, como a ‘madrinha dos peões’.
A cerimônia de eleição foi feita na arena de rodeios do Parque de Exposições Wildy Viana, em Rio Branco. O evento faz parte da programação da 50ª edição da maior feira agropecuária do Acre. Sandy recebeu a faixa por voto popular, após mobilização nas redes sociais e na arena do parque.
A votação foi promovida de forma presencial e online, com totens eletrônicos espalhados pelo espaço da feira.
Nas redes sociais, a madrinha dos peões agradeceu o título e comemorou a vitória. ”Só gostaria de agradecer a todos, obrigada por cada voto, cada apoio e palavra de incentivo, vou ser a melhor madrinha”, disse ela.

Sandy Andrade é eleita Madrinha dos Peões da Expoacre 2025. Foto: Reprodução
A 26ª edição do concurso, organizado pela Associação dos Colunistas do Acre (Acos) e a Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete), com apoio de diversos parceiros, contou com 12 candidatas de Rio Branco, do Bujari e Xapuri, interior do estado.
Apesar da abertura oficial do rodeio, as competições começam nesta terça (29). É que a chuva que caiu em Rio Branco na noite de segunda prejudicou a performance dos peões.
Rainha do Rodeio

Camila Assunção, Rainha do Rodeio da Expoacre 2025. Foto: Reprodução/Instagram
Camila Assunção, de 21 anos, foi coroada a rainha do rodeio da Expoacre 2025 no dia 24 deste mês. Com carisma, simpatia e performance, ela conquistou o título dentre as outras 11 candidatas. A campeã também contou que precisou aprender a usar chicote e a tocar berrante, e que estava muito nervosa.
”Eu estava muito nervosa, quando anunciaram o meu nome pensei ‘alguém me belisca porque eu estou sonhando’, relembrou.
Camila também levou o prêmio de R$ 10 mil. Para a escolha da rainha do rodeio, quatro características foram avaliadas pelo júri, sendo: beleza, simpatia, oratória e performance country.
Princesa do Laço
Representando o município de Bujari, Miriane Rodrigues foi eleita Princesa do Laço 2025 da Expoacre na mesma cerimônia que premiou Camila. Ela conquistou o público com sua simpatia e desenvoltura na passarela, e revelou que o caminho até a vitória foi repleto de desafios. Como premiação, Miriane recebeu R$ 5 mil.
A escolha da rainha, princesa e madrinha é um dos momentos mais aguardados da programação cultural da Expoacre.
No ano passado, a Rainha do Rodeio foi a estudante e empreendedora Hillary Katrine. Além dela, a estudante Sarah Cristinny foi coroada como Princesa do Laço, e a frentista Eduarda Freitas foi escolhida como Madrinha dos Peões.

Miriane Rodrigues representa o município do Bujari no concurso — Foto: Arquivo pessoal/Raí Lima
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Mega-Sena 2969 pode pagar prêmio de R$ 144 milhões nesta quinta-feira

A Caixa Econômica sorteia, nesta quinta-feira (5/2), o concurso 2669 da Mega-Sena, com prêmio estimado em R$ 144 milhões.
O sorteio será realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo, às 21h. As apostas podem ser feitas até às 20h.
No último sorteio, realizado na terça-feira (3/2), ninguém acertou os seis números e o prêmio acumulou. 82 apostas acertaram cinco dezenas e os sortudos vão receber prêmios a partir de R$ 52 mil.
Como apostar na Mega-Sena
Para jogar, é preciso escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6 e oferece uma chance em 50.063.860 de ganhar o prêmio principal. Com 15 números, a probabilidade aumenta para 1 em 10.003 por cartela.
As apostas podem ser feitas online, para maiores de 18 anos, ou presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa, até às 20h do dia do sorteio. O cadastro online exige registro no site oficial, cartão de crédito e confirmação por e-mail.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Dino autoriza mineração sob controle indígena em terras demarcadas

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nessa terça-feira (3/2), em decisão cautelar, a exploração mineral em terras indígenas do povo Cinta Larga, desde que a atividade seja conduzida sob controle do próprio povo originário e cumpra exigências ambientais, sociais e legais.
A medida atende a um pedido dos Cinta Larga, que vivem em territórios de Mato Grosso e Rondônia, e estabelece prazo de dois anos para que o Congresso Nacional regulamente o tema.
A ação foi apresentada ao STF em outubro pela Coordenação das Organizações Indígenas do Povo Cinta Larga, que apontou omissão do Legislativo na regulamentação do artigo 231 da Constituição. A lei prevê a participação das comunidades indígenas nos resultados da exploração mineral em seus territórios.
Na decisão, Dino considerou que a ausência de uma lei específica desde 1988 contribuiu para a expansão do garimpo ilegal, a atuação de organizações criminosas e a intensificação da violência em terras indígenas. Para o ministro, a omissão estatal criou um cenário em que a mineração ocorre de forma clandestina, sem benefícios às comunidades e com graves danos ambientais.
Segundo o magistrado, a decisão busca romper um ciclo histórico em que a exploração ilegal gera destruição ambiental e pobreza, enquanto os povos indígenas permanecem excluídos dos benefícios econômicos. “Não é compatível com a Constituição manter um modelo em que sobram aos indígenas apenas os danos e a violência”, afirmou.
Prazo para editar nova lei
Ao reconhecer formalmente a omissão inconstitucional do Congresso, o magistrado fixou prazo de dois anos para a edição de uma lei que regulamente a exploração mineral em terras indígenas. Caso o Legislativo não cumpra o prazo, as regras provisórias estabelecidas pelo STF seguirão em vigor.
A autorização concedida pelo Supremo, entretanto, é limitada e condicionada.
A exploração mineral poderá ocorrer em até 1% da área total da terra indígena demarcada e dependerá de consulta livre, prévia e informada às comunidades afetadas, conforme a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Também será exigido licenciamento ambiental, estudos de impacto e planos de recuperação das áreas exploradas.
A decisão assegura a participação integral dos povos indígenas nos resultados econômicos da atividade. Os recursos deverão ser destinados prioritariamente à proteção territorial, à recuperação ambiental e a projetos coletivos nas áreas de saúde, educação e sustentabilidade.
A aplicação dos valores ficará sob fiscalização de órgãos federais, como Funai, Ibama, Agência Nacional de Mineração (ANM) e Ministério Público Federal.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Corpo encontrado no Rio Acre é identificado como Adevaldo das Chagas Bezerra, de 56 anos
Vítima estava envolta em lona, levantando suspeita de desova; polícia investiga morte e aguarda laudo do IML

Segundo o 2º sargento Carvalho, responsável pela operação, um ribeirinho avistou o corpo próximo à margem do rio e acionou imediatamente o 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros. Foto: captada
O corpo resgatado do Rio Acre na noite de terça-feira (3), na região do Panorama, em Rio Branco, foi identificado como Adevaldo das Chagas Bezerra, de 56 anos. A vítima foi localizada por um ribeirinho e retirada da água pelo Pelotão Náutico do Corpo de Bombeiros.
Segundo o 2º sargento Carvalho, que comandou a operação, o corpo estava enrolado em uma lona — detalhe que levanta suspeita de desova. Adevaldo usava uma camiseta de jogador de basquete e não apresentava sinais avançados de decomposição, indicando que a morte ocorreu poucas horas antes do resgate.
Após o isolamento da área, a perícia realizou os primeiros levantamentos no bairro da Base, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames que determinarão a causa da morte. O caso foi assumido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga as circunstâncias do crime e possíveis envolvidos. O atendimento inicial foi feito pela Equipe de Pronto Emprego da Polícia Civil.

O corpo de Adevaldo das Chagas Bezerra, de 56 anos, foi encontrado boiando às margens do Rio Acre, na noite da última terça-feira,3, na região do Panorama, em Rio Branco. Foto: captada

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