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Com Bruno Henrique inspirado, Fla acaba com a invencibilidade do Bota no Nilton Santos

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O líder caiu no tapetinho

ogol.com.br

Enfim, o líder caiu no tapetinho. O Flamengo mostrou a raça que não mostrava há tempos, contou com um Bruno Henrique inspirado e acabou superando o líder, Botafogo, no Nilton Santos, por 2 a 1, na noite deste sábado, para acabar com a invencibilidade do rival em casa.

Caso o Palmeiras vença o Corinthians, no domingo, a vantagem do Glorioso na liderança pode cair para oito pontos. Já o Rubro-Negro está 12 pontos atrás e se encontra na terceira colocação do Brasileirão.

Azar do líder, mas futebol também

O jogo começou da pior forma possível para o Botafogo. O Flamengo, que começou em cima, chegou bem ao ataque com Wesley, que recebeu boa bola de Pedro na direita e tentou mandar cruzado na área para Bruno Henrique. Com a sombra do atacante, Marlon Freitas tentou se antecipar, mas acabou marcando contra.

Depois do gol, o time de Jorge Sampaoli continuou em cima, bem avançado em campo. Pedro, muito bem no início da partida, tentou marcar o segundo em arremate de fora da área. A bola saiu por cima. O Glorioso tentava achar uma forte de evitar ser pressionado pelo rival, mas em nenhum momento pareceu pressionado pelo placar. Fez seu jogo como se nada tivesse acontecido. Jogou com a mesma postura de líder.

Aos 15 minutos, o empate alvinegro quase se tornou relaidade. Gabriel Pires avançou bem em campo e achou espaço para bater de fora da área. Matheus Cunha foi no canto pegar o chute. Na sobra, Segovinha tentou mandar para o meio, mas Pulgar, que na fase defensiva aparecia quase que como um terceiro zagueiro, cortou bem.

O empate foi ficando mais próximo, e se tornou realidade aos 18. Gabriel Pires cruzou na área, Tiquinho dividiu com a defesa e Victor Sá, na sobra, limpou para a perna direita antes de mandar uma pancada no cantinho, sem chance de resposta para Matheus Cunha. Se o líder teve azar no início, logo ele mostrou o futebol que o colocou na ponta.

Em mmento completamente adverso na partida, o Fla teve uma chance de dar um balde de água fria no rival em ataque rápido. Gerson recebeu na área e ajeitou para Bruno Henrique, que não foi bem na hora de preparar o arremate e mandou nas mãos de Lucas Perri. Em outro momento, Bruno Henrique voltou a ficar cara a cara com Perri, mas errou ao tentar mandar por cima do goleiro e acabou recuando para Perri.

Apesar de não ter conseguido manter o ritmo forte em busca da virada durante todo o segundo tempo, o Glorioso chegou muito perto de conseguir o gol já aos 42. Tiquinho recebeu bola na área e tirou de Matheus Cunha na finalização, mas Fabrício Bruno estava em cima da linha para evitar a entrada da bola.

O primeiro tempo de boas chances para os dois lados acabou com uma para cada lado. Bruno Henrique cortou para a perna canhota e, de fora da área, mandou chute forte no alto. Perri, mostrando muito reflexo, conseguiu mandar para escanteio. Na sequência, contra-ataque alvinegro puxado por Gabriel Pires. Eduardo acabou recebendo de Segovinha na área e bateu por cima. 1 a 1 após um ótimo primeiro tempo.

Sempre presente nas melhores chances rubro-negras no primeiro tempo, atropelando JP, Bruno Henrique voltou a aparecer bem no início da segunda etapa. O atacante, dessa vez, superou Perri em toque por cobertura. Sorte a do goleiro que BH estava um pouco adiantado, e a arbitragem confirmou impedimento.

Pedro, em seguida, teve boa oportunidade na área, mas finalizou mal, por cima. O início de segundo tempo alvinegro não foi nada bom. Tanto que, aos dez minutos, Bruno Lage fez três alterações, tentando fazer o time ter mais força ofensiva com Diego Costa e Luis Henrique.

O Flamengo seguiu encurralando o rival no campo de defesa, e Bruno Henrique continuou protagonista. Até que, aos 29, o atacante trouxe da canhota para o meio, ajeitou para a perna direita e bateu bonito, no ângulo, sem chance de reação de Perri. O Fla estava mais uma vez em vantagem.

O jogo botafoguense no segundo tempo foi bem abaixo do que a equipe apresentou ao longo do campeonato. Longe de ser um futebol de líder. O time errou demais com a bola nos pés, e se posicionou mal sem ela. Bruno Lage, vendo que a situação não melhorava, partiu para o abafa com Janderson e Júnior Santos.

O final de jogo foi de muita emoção. Perri quis dar uma de atacante e chegou até a finalizar na área, mas pegou mal demais. Quem também não pegou bem foi Luis Henrique, na última tentativa. O líder caiu para o maior rival. O Flamengo foi o primeiro a derrubar o Bota no tapetinho!

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Faculdades de medicina têm até sexta para aderir ao Bolsa Permanência

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Para as universidades públicas federais estão disponíveis 375 vagas, distribuídas em 37 campi de 32 instituições de ensino superior públicas

O programa busca reduzir desigualdades sociais ao contribuir para a permanência e a diplomação de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Foto: captada 

As instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas que oferecem cursos de graduação em medicina pelo Programa Mais Médicos têm até as 23 horas e 59 minutos de sexta-feira (13), no horário de Brasília, para aderir ao Programa Bolsa Permanência (PBP-PMM), do Ministério da Educação (MEC).

A adesão da instituição deve ser formalizada pelo representante legal da instituição (reitor) ou da mantenedora, diretamente no Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP). É preciso ter conta na plataforma Gov.br.

O programa busca reduzir desigualdades sociais ao contribuir para a permanência e a diplomação de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, matriculados em cursos de graduação presenciais e participantes do Mais Médicos.

O auxílio financeiro é de R$ 700 por mês para alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a fim de garantir condições materiais para a conclusão do curso e diminuir a evasão escolar.

Bolsas

Para este ano, o MEC oferece 1,5 mil novas bolsas do Programa Bolsa Permanência do Programa Mais Médicos. Para custeá-las, a pasta fará um investimento anual de R$ 12,6 milhões.

No total, 25% bolsas são destinadas a estudantes de universidades federais e 75% para bolsistas integrais das instituições de ensino privadas.

Pelo critério de distribuição, do total de vagas ofertadas, 1.125 são para bolsistas de 59 instituições privadas de ensino superior. Para as universidades públicas federais estão disponíveis 375 vagas, distribuídas em 37 campi de 32 instituições de ensino superior públicas.

Cada instituição de ensino terá garantido o mínimo de três bolsas permanência.

O MEC esclarece que a distribuição das bolsas priorizou municípios com maiores índices de vulnerabilidade, com adoção de critérios diferenciados de pontuação e acréscimo de vagas para instituições de ensino superior localizadas na Amazônia Legal e em faixas de fronteira.

Seleção de estudantes

Os candidatos à Bolsa Permanência já podem se cadastrar ao processo de seleção, que deve ser feito exclusivamente pelo Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP). O prazo termina em 20 de fevereiro.

Para direcionar o benefício aos estudantes que mais precisam, os requisitos obrigatórios são:

  • estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), com cadastro ativo e atualizado;
  • ter renda bruta familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio;
  • ter matrícula ativa em um curso de medicina em instituições que participam do Programa Mais Médicos;
  • não ter concluído qualquer outro curso superior; e
  • não ser beneficiários do programa de Bolsa Permanência em outra modalidade.

Para concorrer, é obrigatório que o estudante assine o termo de compromisso do programa federal, conforme estabelecido no edital nº 8/2026.

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Acre já registra 265 casos e três mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave em 2026

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Notificações quase dobraram em relação ao mesmo período de 2025; estado está entre os que contrariam tendência nacional de queda

No Amazonas e Acre, o aumento é causado pela influenza A, que afeta jovens, adultos e idosos, e pelo vírus sincicial respiratório (VSR) que atinge principalmente crianças pequenas. Foto: captada 

O Acre já contabiliza 265 notificações e três mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em menos de dois meses de 2026. Os óbitos ocorreram em Feijó, onde uma mulher de 59 anos e uma criança indígena de 6 anos faleceram na última semana de janeiro após infecção por influenza A e rinovírus.

Segundo a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), o número de notificações até o último domingo (8) é quase 100% maior que o registrado no mesmo período de 2025, quando foram contabilizadas 133 notificações até 9 de fevereiro. A coordenadora do Núcleo Epidemiológico de Feijó, Elaine Souza, informou que exames detectaram predominância de influenza.

Dados do Boletim InfoGripe da Fiocruz apontam que o Acre está entre os estados da região Norte que contrariam a tendência nacional de queda nas notificações, ao lado de Amazonas, Roraima e Rondônia. No Acre e no Amazonas, o aumento está relacionado aos vírus influenza A, que atinge jovens, adultos e idosos, e ao vírus sincicial respiratório (VSR), que afeta principalmente crianças pequenas.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações no Acre (PNI), Renata Quiles, disse que a cobertura vacinal contra gripe está em apenas 22%. Com uma estimativa de vacinar 300 mil pessoas, o número de imunizados é de apenas 38 mil dentro do grupo prioritário.

“Então, isso nos preocupa, principalmente com o idoso, a gestante e a criança, que são os grupos de risco e a procura é cada vez menor”, disse.

No Acre, a campanha de vacinação contra a gripe ocorre no mês de setembro, devido às peculiaridades climáticas da região. Ainda conforme a Saúde, entre os principais vírus respiratórios estão: a Covid-19, influenza A, adenovírus e vírus sincicial respiratório e dezenas de notificações ainda estão em investigação.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações no Acre (PNI), Renata Quiles, disse que a cobertura vacinal contra gripe está em apenas 22%. Foto: captada 

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Câmara aprova projeto que cria a Universidade Federal do Esporte

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O texto aprovado em plenário é um substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Ele retirou do texto expressões como misoginia, racismo e gênero no trecho sobre as finalidades da nova universidade ligadas ao enfrentamento dessas questões no esporte

A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade. Foto: ilustrativa 

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), com sede em Brasília, para atuar na área do conhecimento relativa à ciência do esporte. A proposta será enviada ao Senado.

O Projeto de Lei 6133/25 foi uma iniciativa do governo federal, apresentada no fim do ano passado. Na mesma época, o governo também anunciou a criação da Universidade Federal Indígena (Unind), cujo projeto segue em tramitação.

O texto aprovado em plenário é um substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Ele retirou do texto expressões como misoginia, racismo e gênero no trecho sobre as finalidades da nova universidade ligadas ao enfrentamento dessas questões no esporte.

Pela proposta, fica permitida a abertura futura de campi em outros estados.

O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A instituição poderá utilizar formas alternativas de ingresso, estratégias de atendimento e fomento, respeitadas as normas de inclusão e de cotas.

“A criação da UFEsporte se justifica pelo fato de o Brasil carecer de profissionais qualificados nas áreas de gestão, ciência do esporte e políticas públicas, situação que contrasta com a reconhecida capacidade do país em descobrir grandes talentos esportivos”, destacou o relator, ao ler seu voto em plenário.

Além de outros bens, legados e direitos doados, a UFEsporte contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente. A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.

Parte da receita de apostas em bets também poderá ser direcionada pelo Ministério do Esporte.

Segundo o que prevê o projeto, caberá ao governo federal nomear o reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.

Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.

“A oferta pública e gratuita de cursos de tecnólogos, graduação e pós-graduação, com abrangência em todas as regiões do país, enfocando a qualidade da formação de novos profissionais e assegurando condições de acesso e permanência a atletas estudantes, parece-nos bastante positiva e tende a suprir uma carência histórica dos profissionais do setor”, continuou o deputado Julio César Ribeiro, em seu voto.

Concurso público

Após autorização de lei orçamentária, a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.

Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), a criação da universidade é muito mais uma demanda da sociedade do que iniciativa do governo.

“Isso vem sendo discutido há muito tempo. Todos os esportistas brasileiros pedem que essa universidade exista, inclusive como formadora de atletas e de diretrizes para o esporte brasileiro nas suas variadas modalidades”, disse.

Contrário à proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF), vice-líder da oposição, afirmou que o projeto é “eleitoreiro e populista”.

“O governo anuncia a criação sem colocar um centavo no Orçamento. É marketing puro, é uma promessa vazia que gera manchete hoje e será esquecida amanhã”, disse.

A deputada Julia Zanatta (PL-SC) criticou o fato de o governo criar universidades sem conseguir manter as instituições de ensino já existentes.

A deputada Julia Zanatta (PL-SC)

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