Acre
Chuvas reduzem focos de incêndio; situação ainda preocupa
As chuvas de outubro tem afastado o risco de fogo no Acre. Os focos de calor são, até o dia 19 de outubro, 1% menor que há exatamente um ano. Nessa mesma data de 2016, o Acre registrava 6.870 focos e neste ano, 6.796. Parece não ser grande coisa, mas a população está aliviada com a redução do fumaceiro em Rio Branco. “Teve dia que não dava pra ver o azul do céu”, disse o fotógrafo Assis Lima, que trabalha na Prefeitura de Rio Branco. Choveu por cerca de uma hora em algumas partes da capital no começo da tarde desta sexta-feira, 20. Ao anoitecer, o tempo fechou novamente.
De toda forma, os focos de calor são até o dia 19 o dobro do registrado em todo o mês de outubro de 2016: no ano passado, durante outubro, os focos somaram 505 ocorrências no mês enquanto em menos de vinte dias de outubro deste ano já foram contabilizadas 1.419 ocorrências de incêndios.
O número de focos vinha caindo até 2011 no Acre, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mas subitamente voltou a crescer nos anos seguintes. Apesar de o Governo do Estado estar comemorando a redução de 34% no desmate ilegal, o Acre é 11º que mais queima no Brasil. Esse ranking, mostra o Inpe, é liderado pelo Pará e Mato Grosso.
Por: Opinião
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Acre
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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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