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Acre

Cerca de 100 haitianos chegaram ao Acre no domingo; senegaleses caminham até Rio Branco

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Foram registradas imagens de senegaleses que, andando, buscavam abrigo e, possivelmente, transporte rumo a Rio Branco.

Da ContilNet

A chegada de novos imigrantes foi registrada na fronteira do Acre. De acordo com uma fonte do jornalismo da ContilNet Notícias, no último final de semana, cerca de 100 haitianos chegaram à área fronteiriça, sendo o município de Brasiléia a principal porta de entrada dos imigrantes.

Na última semana, o jornalismo da ContilNet Notícias denunciou que, por semana, cerca de 40 imigrantes estariam atravessando a fronteira e chegando ao Acre. Com a nova informação, o número aumentou 150%.

Cerca de 100 haitianos chegaram à fronteira neste final de semana/Foto: Carlos Portela

Cerca de 100 haitianos chegaram à fronteira neste final de semana/Foto: Carlos Portela

Ainda de acordo com a fonte da ContilNet, também foram registradas imagens de senegaleses que, andando, buscavam abrigo e, possivelmente, transporte rumo a Rio Branco.

O trabalho de transporte é feito por taxistas que, sem pudor algum, cobram um valor exorbitante para transportar esses imigrantes que chegam clandestinamente ao Acre.

Saiba como funciona o esquema dos taxistas

A denúncia feita pelo jornalismo da ContilNet na última semana revelou como os taxistas trabalham para transportar os imigrantes clandestinos para abrigos de Rio Branco. Em sua maioria, são senegaleses que os esperam no Peru para que cheguem à capital “com segurança”.

Os taxistas, geralmente do município de Assis Brasil, já previamente combinados com os senegaleses e-ou coiotes, os recolhem no lado peruano e esquematizam com os mesmos para passarem o posto fiscal, usando várias alternativas de rotas.

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Depois, os taxistas pegam os imigrantes e os levam a Brasiléia, em horários noturnos, e os entregam para outros taxistas que já estão à espera, a fim de encaminhá-los ao abrigo de Rio Branco.

“Obtive a informação de que os taxistas chegam a cobrar até 150 dólares do lado peruano até Brasiléia, por pessoa, e 200 dólares de Brasiléia até Rio Branco, tudo isso de forma clandestina”, disse uma fonte da ContilNet Notícias, na ocasião.

Tem uns que se arriscam por 200 dólares, diz vereador sobre taxistas

Na última denúncia feita pela ContilNet, o vereador Carlos Portela afirmou que alguns taxistas se arriscam, se bem pagos.

“[Eles estão] perto do ponto de táxi, querendo ir para o abrigo; a maioria dos taxistas não levam os mesmos, mas tem alguns que se arriscam por 200 dólares”, afirma o vereador Portela.

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Senegalês é flagrado caminhado com destino a Rio Branco

Foi nesta ocasião que o vereador trouxe a informação veiculada anteriormente: em média, 40 senegaleses de forma clandestina entram, por semana, no Acre.

“A PF não autoriza a entrada dos mesmos, mas [os imigrantes] chegam no abrigo e entram para o interior do Brasil; já os taxistas, que são pegos, é quem pagam a culpa, etc”.

O vereador afirmou também que é comum encontrar senegaleses caminhando a pé nas estradas de Assis Brasil e de Brasiléia, rumo a Rio Branco.

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Acre

Vice-prefeito de Brasiléia, Amaral do Gelo, filia-se ao PSDB e lança pré-candidatura a deputado estadual

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Militar aposentado e empresário deixou o PL para integrar projeto de Tião Bocalom; decisão foi anunciada no prazo final de desincompatibilização

Amaral do Gelo é abonado por Tião Bocalom e justifica filiação ao PSDB por falta de espaço na atual administração de Brasiléia. Foto: captada 

Amaral do Gelo afirmou que o alinhamento com o projeto liderado por Bocalom foi determinante para a troca de legenda, deixando o PL para integrar a sigla tucana

O vice-prefeito de Brasiléia, Antônio Torres Amaral – conhecido popularmente como Amaral do Gelo –, militar aposentado e empresário, confirmou na noite de sábado, dia 4, sua filiação ao PSDB e o lançamento da pré-candidatura a deputado estadual. A entrada na sigla foi abonada pelo presidente estadual do partido e pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom.

Amaral do Gelo, que antes estava no PL, afirmou que a decisão foi motivada pelo alinhamento com o projeto político liderado pelo ex-prefeito de Rio Branco. “Me filiei ao PSDB por acreditar que é o melhor projeto para o nosso Acre. Fico muito feliz em fazer parte desse grupo e colocar meu nome como pré-candidato a deputado estadual, contribuindo com a nossa região do Alto Acre”, declarou.

Vice-prefeito deixou o PL e lançou pré-candidatura a deputado estadual; alinhamento com projeto do PSDB foi determinante para mudança. Foto: Marcus José

O vice-prefeito reforçou que não vinha tendo espaço político na atual administração de Brasiléia, mesmo tendo sido peça-chave na vitória do município nas últimas eleições. Agora, seu foco é fortalecer a representatividade regional e apoiar iniciativas voltadas ao crescimento do estado.

O anúncio ocorreu no dia 4 de abril, prazo final estabelecido pelo calendário eleitoral para que ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar as eleições de 2026 se afastem de suas funções – regra que garante equilíbrio na disputa e evita o uso da máquina pública. No caso do vice-prefeito, a legislação permite a candidatura a deputado estadual ou federal sem necessidade de renúncia ao cargo. A obrigatoriedade de afastamento só se aplica se o vice assumir a chefia do Executivo municipal de forma definitiva nos seis meses que antecedem a eleição.

Amaral do Gelo afirmou que o alinhamento com o projeto liderado por Bocalom foi determinante para a troca de legenda, deixando o PL para integrar a sigla tucana. Foto: Marcus José

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Acre

Mailza Assis deve unir prefeitos do Alto Acre em campanha considerada a mais difícil desde a redemocratização

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Alan Rick delega a Fernanda Hassem missão de reverter apoios; empresário Rico Leite é cotado para vice na chapa do senador

Apesar disso, a expectativa é de que a governadora mantenha hegemonia na regional, considerada estratégica para a eleição de 2026. Foto: captada 

Governadora e pré-candidata à reeleição consolida base na regional; apoio inclui gestores de Assis Brasil, Xapuri e Brasiléia

A governadora e pré-candidata ao governo do Acre, Mailza Assis (PP), deverá contar com todos os prefeitos do Alto Acre em torno de sua candidatura nas eleições de outubro. A disputa é apontada por analistas como uma das mais difíceis desde a redemocratização política do estado.

Entre os nomes que integram a base estão:
  • Jerry Correia (Assis Brasil)

  • Maxsuel Maia (Xapuri)

  • Carlinhos do Pelado (Brasiléia)

  • Já em Epitaciolândia, com a desincompatibilização do prefeito Sérgio Lopes, assumiu o jovem Serginho Mesquita, mas ainda não se sabe como a atual administração — que “mal esquentou a cadeira” — se posicionará politicamente.

Entre os gestores que devem compor o arco de alianças estão: Jerry Correia (Assis Brasil) Maxsuel Maia (Xapuri) Carlinhos do Pelado (Brasiléia). Foto: captada 

Do outro lado, o senador e pré-candidato ao governo Alan Rick (Republicanos) deu à ex-prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, a missão de reverter apoios no primeiro e segundo escalões das administrações, reverter apoio dos prefeitos para alavancar sua própria candidatura ao governo, com o objetivo de integrar a chapa majoritária. Analistas avaliam que a tarefa é “quase impossível” de provocar uma debandada.

O nome da simpatia do grupo de Alan Rick para a vice é o empresário Rico Leite, conforme noticiado pela imprensa da capital.

Governadora e pré-candidata à reeleição consolida base na regional; apoio inclui gestores de Assis Brasil, Brasiléia e Xapuri. Foto: captada 

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Acre

MDB confirma Jéssica Sales como vice na chapa de Mailza Assis ao governo do Acre

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Partido marcaria reunião na próxima semana para anunciar composição da federação PP-UB, sacramentando Mailza (PP) como candidata e Jéssica (MDB) como vice

“Prego batido, ponta virada”, resumiu o dirigente, afastando qualquer especulação sobre uma possível candidatura da médica à Câmara Federal. Foto: captada 

Presidente da sigla, Vagner Sales, nega boatos sobre desistência e afirma que anúncio oficial será feito em coletiva com toda a imprensa acreana

Para encerrar os boatos de que a médica Jéssica Sales (MDB) não estaria disposta a aceitar o cargo de vice na chapa da governadora Mailza Assis (PP) à reeleição, o presidente do MDB no Acre, Vagner Sales, garantiu neste sábado (4) ao Blog do Crica (com Luis Carlos Moreira Jorge) que o nome da sigla é sim, Jéssica Sales, e que ela jamais declarou que recusaria a indicação.

“Prego batido, ponta virada”, resumiu o dirigente, afastando qualquer especulação sobre uma possível candidatura da médica à Câmara Federal.

O MDB realizará na semana uma reunião para marcar a data do anúncio oficial da candidatura do partido à chapa majoritária da federação PP-UB. Com isso, fica sacramentada a composição: Mailza Assis (PP) como candidata ao governo e Jéssica Sales (MDB) como vice.

A oficialização encerra as discussões internas e consolida a aliança entre as duas siglas para as eleições de 2026.

Jéssica sim, o nome escolhido pela sigla, e que ela jamais declarou que não aceitava a indicação para a vice. Foto: captada 

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