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Centro de Línguas conquista 2º lugar no concurso Colégio do Ano em Espanhol

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O Centro de Estudo de Línguas (CEL) do Acre conquistou o segundo lugar na categoria Centros de Línguas do concurso Colégio do Ano em Espanhol em 2021, promovido pelo Conselho de Educação da Embaixada da Espanha no Brasil e pelo Colégio Miguel de Cervantes, de São Paulo. O resultado foi divulgado no fim do ano passado e a premiação foi realizada na capital paulista na semana passada.

O CEL conquistou o segundo lugar na categoria Centros de Línguas, no concurso Colégio do Ano em Espanhol 2021. Foto: Mardilson Gomes/SEE

O professor de espanhol do CEL, Rafael Hermógenes de Oliveira, participou do evento de premiação em São Paulo, onde recebeu a placa Colégio do Ano em Espanhol 2021, como parte de uma série de prêmios recebidos pela instituição. Participou também de um estágio formativo no Colégio Miguel de Cervantes, na semana passada.

Na primeira etapa da formação, realizada em São Paulo, foi feita a definição da rede de centros. Em seguida, foi apresentada a metodologia aplicada pelo CEL, como são desenvolvidas as aulas, as atividades e a forma de ensino. E, no encerramento, representantes do colégio paulistano demonstraram a metodologia lá aplicada.

“A formação teve várias etapas e o Centro de Línguas hoje é parte de uma rede de centros que é referência para o Ministério da Educação da Espanha no Brasil. O CEL se consagra como um dos centros de referência de língua espanhola no Brasil”, destacou Rafael.

O curso de espanhol é um dos cursos que completou dez anos no CEL e sempre manteve parceria com a Embaixada da Espanha na realização de cursos. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Hermógenes Oliveira trabalha no Centro de Línguas há seis anos. Durante o treinamento na capital paulista, observou que as metodologias utilizadas pelos grandes centros são as mesmas do CEL e no mesmo nível de conhecimento, segundo sua avaliação.

Os centros de idiomas classificados terão acesso a algumas plataformas digitais com material didático, incluindo a do Ministério da Educação, para os professores da rede dos nove centros credenciados. O benefício, que somente algumas escolas de espanhol tinham, serão acessíveis aos demais centros, como bônus de promoção à cultura espanhola.

Sobre o concurso do Colégio Ano em Espanhol 2021

Esta é a 3ª edição do concurso, e a primeira para a participação dos centros de idiomas do país, com o objetivo de reconhecer e premiar o trabalho de escolas, centros de idiomas e professores brasileiros que contribuem para o ensino e a propagação do espanhol no Brasil.

Inicialmente, 23 centros de vários estados foram inscritos e, desses, cinco foram selecionados para estar entre os três colocados, sendo o Distrito Federal em primeiro lugar; o Acre, em segundo; e São Paulo, como terceiro colocado. O Acre foi o único estado da Região Norte classificado entre os cinco selecionados.

O Acre conquistou o segundo lugar no concurso do Colégio Cervantes, de São Paulo. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Dentro da programação, está prevista uma viagem do professor Rafael, em janeiro de 2023, para participar de uma imersão educacional cultural de 15 dias na Universidade de Buenos Aires, incluindo, além do conhecimento de metodologias, visitas a alguns bairros e curso de tango, entre outras atividades.

Como parte do prêmio, o CEL também recebeu laptops fornecidos pela Fundação Telefônica VIVO, licenças globais do Serviço Internacional de Avaliação da Língua Espanhola (Siele Global) e AVE Global, recursos e materiais didáticos fornecidos pelas editoras Edelsa Anaya, Edinumen, Difusión, Livraria Espanhola e Hispanoamericana, de São Paulo e Editora SGEL.

Sobre o curso de espanhol no CEL

Quarto idioma mais falado do mundo, a Língua Espanhola é um dos cursos que completou dez anos no CEL, que sempre manteve parceria com a Embaixada da Espanha. Esta é a primeira vez que participa de um concurso nacional de centros de línguas.

É um curso que mantém nível didático elevado, com professores qualificados e premiados, e vem tendo muita procura pelos alunos da rede pública e comunidade em geral.

“Apesar das dificuldades em manter a qualidade do ensino e o trabalho que desenvolvemos, mesmo com aulas remotas, comparando os nossos recursos com as instituições privadas, conseguimos manter o padrão de qualidade”, declarou Gislaine Brito, assessora pedagógica do CEL.

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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