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Acre

Caso G-7: mais cinco pessoas são denunciadas por crime de peculato

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Grupo teria desviado R$ 10 milhões em obras do “Ruas do Povo” em Epitaciolândia

Ruas da cidade de Epitaciolândia - Arquivo/oaltoacre

Ruas da cidade de Epitaciolândia – Arquivo/oaltoacre

O Ministério Público Federal no Acre apresentou mais uma denúncia à Justiça Federal decorrente de crimes descobertos durante a apuração dos mais de 30 inquéritos que compõem o chamado caso G-7.

Nesta denúncia, os proprietários da Ábaco Engenharia, Sérgio Nakamura e Maria Vanice de Araújo, juntamente com os donos da Bessa Terraplanagem S/A, Raimundo Bessa Pinto e Ramom Sales Bessa, atuaram em conjunto com o engenheiro Luiz Carlos Lopes de Vasconcelos, fiscal de contratos do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento – DEPASA são acusados de desviarem o total atualizado de R$ 10 milhões.

As obras objeto da denúncia foram realizadas em Epitaciolândia, a cerca de 230km de Rio Branco, capital do Acre.

Segundo a denúncia, o engenheiro Luiz Carlos Vasconcelos agiu para que as empresas recebessem por obras não realizadas, não finalizadas, ou executadas com especificações abaixo do que deveriam ser. Foi o caso de meio-fios, por exemplo, que foram contratados com espessura de 8cm e executados com 4cm, além da base de pavimentação que foi paga sem ter sido executada. Também foi encontrada divergência na quantidade de insumos e materiais adquiridos.

A perícia realizada no local dos obras constatou que as falhas técnicas engendradas para desviar os recursos, acabaram por reduzir a qualidade da obra, ocasionando a degradação acelerada da pavimentação executada.

Caso sejam condenados, os acusados podem receber pena de reclusão que pode chegar a doze anos, além do pagamento de multa.

Da Assessoria MPF

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Acre

Motociclista fica ferido após colisão frontal na AC-10, em Porto Acre

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Acidente ocorreu após ultrapassagem irregular; vítima foi socorrida com fraturas e encaminhada ao pronto-socorro

Um motociclista identificado como Cleber Kleyner Lima da Silva, de 21 anos, ficou ferido após se envolver em uma colisão frontal com um carro na noite desta terça-feira, no km 29 da rodovia AC-10, conhecida como Estrada de Porto Acre, na região da Vila do Incra, no município de Porto Acre.

De acordo com informações repassadas pela própria vítima, ele trafegava no sentido Vila do Incra/Rio Branco em uma motocicleta Honda 150, quando um veículo modelo Prisma, de cor branca, teria realizado uma ultrapassagem irregular. Durante a manobra, o carro invadiu a contramão e acabou colidindo frontalmente com a motocicleta.

O motociclista relatou que não houve tempo para desviar ou evitar o impacto. Com a força da batida, ele foi arremessado ao solo e sofreu diversos ferimentos.

Entre as lesões, Cleber apresentou fratura exposta em um dos dedos da mão direita e uma laceração no pé direito, com exposição de tendão.

Populares que passavam pelo local prestaram os primeiros socorros e acionaram a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Uma ambulância de suporte básico foi enviada para atender a ocorrência. Após os primeiros atendimentos e imobilização, a vítima foi encaminhada ao pronto-socorro de Rio Branco, em estado de saúde estável.

O Policiamento de Trânsito esteve no local, realizou o isolamento da área para os trabalhos da perícia e organizou o fluxo de veículos. Após os procedimentos, os veículos foram liberados e entregues aos responsáveis.

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Acre

Condenado por homicídio em Tarauacá rompe tornozeleira eletrônica e passa a ser considerado foragido

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A Justiça do Acre expediu mandado de prisão contra Agnaldo de Freitas Soares, condenado pelo assassinato do agente socioeducativo Vando Medeiros. O caso, registrado em 2016, voltou a ganhar repercussão após o rompimento da tornozeleira eletrônica pelo sentenciado.

De acordo com a Vara Criminal de Tarauacá, Agnaldo cumpria pena em liberdade condicional, sob monitoramento eletrônico, mas descumpriu as condições impostas pela Justiça. Com isso, o benefício foi revogado e ele passou a ser considerado foragido.

A nova decisão judicial determina a prisão imediata do condenado e o retorno ao regime fechado, conforme previsto na Lei de Execuções Penais. O mandado foi expedido no dia 17 de março de 2026.

O crime que resultou na condenação ocorreu em 23 de outubro de 2016, na zona rural do município. Na ocasião, a vítima acompanhava a esposa em compromissos após eleição municipal. Segundo a denúncia do Ministério Público do Acre, o agente foi atacado com golpes de terçado após descer até um barco para atender a um pedido de ajuda.

A Justiça considerou a ação de extrema violência, destacando que o crime ocorreu em um momento de tranquilidade, o que agravou a avaliação sobre a conduta do réu.

Após o homicídio, Agnaldo foi preso três dias depois, enquanto tentava deixar a região. Em 2017, foi condenado a 21 anos de prisão por homicídio qualificado.

O caso também envolveu outro acusado, Jesus da Silva Ferreira, que foi levado a júri popular em 2022, mas acabou absolvido.

Com a nova decisão e o rompimento da tornozeleira, Agnaldo passa a ser procurado pelas forças de segurança. Informações que possam levar à localização do foragido podem ser repassadas às autoridades por meio dos canais oficiais de denúncia.

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Acre

Polícia Civil prende suspeito de participação em duplo homicídio na Cidade do Povo

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Trabalhadores da construção civil foram sequestrados e executados em área de mata; crime pode ter ligação com organização criminosa

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), prendeu um suspeito de envolvimento nas mortes de dois trabalhadores da construção civil, ocorridas em uma área de mata atrás da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), no conjunto habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.

De acordo com as investigações, as vítimas foram sequestradas enquanto realizavam a entrega de materiais em uma obra. Em seguida, foram levadas para uma região de mata, onde foram executadas com diversos disparos de arma de fogo, principalmente na região da cabeça.

A Polícia Civil aponta que o crime possui características de execução e pode estar relacionado à atuação de organizações criminosas na capital acreana. Após o duplo homicídio, os autores fugiram, o que deu início a uma série de diligências para identificar e localizar os envolvidos.

Com o avanço das investigações, os agentes conseguiram localizar e prender um dos suspeitos de participação direta no crime. Ele foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

A Delegacia de Homicídios segue à frente das investigações e não descarta novas prisões nos próximos dias. A polícia também trabalha para esclarecer a motivação do crime e identificar todos os envolvidos na ação criminosa.

 

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