Acre
Carta Aberta às delegações estrangeiras que vieram participar dos XXXI Jogos Olímpicos de Verão no Rio de Janeiro
HUMILDEMENTE: DESCULPAS
Todos vocês sabem que o Brasil é um país acolhedor, povo até certo ponto pacífico, gozador, malevolente e, sempre que possível, adora tirar algumas vantagens financeiras quando oportunidades aparecem. Não todo o povo mas basicamente aqueles que trabalham para o serviço público, em sua grande parcela.
Em nosso território brasileiro, de norte a sul, de leste a oeste, podem apostar para ganhar, existem milhões de brasileiros sentindo vergonha das condições que estão sendo oferecidas para alojamento, acomodações, treinamento e competições no território nacional.
A grande imprensa está divulgando, diuturnamente, o descalabro, a insensatez, irresponsabilidade, a prática de crime de malversação e desvio de erário público, na construção da pomposa Vila Olímpica.
Fizeram projetos e mais projetos, traçaram planos e mais planos para que o Rio de Janeiro, sede oficial dos Jogos Olímpicos, com tempo e com recursos os mais diversos, pudesse oferecer, pelo menos, instalações condignas aos nossos visitantes campeões e líderes desportistas em suas respectivas nações.
No entanto, talvez ainda como sobra dos princípios ladroeiros cultivados no “mensalão” e refinado no “petrolão”, as direções diretas ou indiretas das obras permitiram que, empresas sem responsabilidade com qualidade, prazos, documentos contratuais assinados, ficassem responsáveis pela entrega, tal e qual os projetos, da Cidade Olímpica.
As delegações que chegam, até mesmo por educação e princípios desportistas em alto nível, reclamam a meio tom, tentam transmitir fair play com os problemas de vasos sanitários quebrados, vazamento de água pelas paredes, tomadas sem fiação, janelas sem vidros, pisos soltos, enfim uma verdadeira babel e parto cheio para as gozações as mais jocosas do planeta.
Aí, com toda a pompa e serenidade de verdadeiros caras de pau, os ministros, presidentes, comandantes e outras rubricas que tenham recebido dizem, em pomposa reunião de “responsáveis organizadores” da Olimpíada, que são problemas pontuais, que até a próxima quinta feira estará tudo solucionado. São mentirosos e querem tapar o sol com a peneira pois bem sabem os brasileiros que, na verdade devem alguns ter se locupletado com gastos mirabolantes e qualidade zero. E nós, pobres assistentes ainda teremos que suportar além do desvio de nosso dinheiro, a gozação da imprensa internacional a respeito de como o Brasil e, especificamente, o Rio de Janeiro, montou a XXXI Olimpíada de Verão. Perdão a todos, um dia aprenderemos.
Sérgio B. Quintanilha – Do Acre para o Brasil.
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Acre
Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro
Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

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Acre
Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre
Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

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Acre
Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.
Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.
Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.
Previsão semanal mantém cenário de muita chuva
A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.
Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.
A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.


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