Acre
Caminhoneiros bolivianos bloqueiam ponte para pedir atendimento da Receita Federal
Da redação, com Almir Andrade
Desde às 5 horas da manhã desta segunda-feira, 06, caminhoneiros bolivianos fecharam a ponte da amizade pela segunda vez, que liga Epitaciolândia a Cobija, lado boliviano. A ponte é a única que suporta a passagem de caminhões pesados vindo de ambos os lados mais fronteira.
São dezenas de carretas bolivianas que se encontram no pátio da Receita Federal no lado do Brasileiro, a espera de documentação para poder seguir viajem pelo lado boliviano. Essa é a segunda vez que os caminhoneiros bolivianos fecham a ponte para fazer suas reivindicações.
Os caminhoneiros bolivianos estão reivindicando mais atenção por parte da Receita Federal do município, os manifestantes exigem que a Receita Federal volte a atender de segunda a sexta-feira, assim todo o trâmite de passagem para o lado boliviano ocorreria mais rápido.
De acordo com a Receita Federal, que atendia de segunda a sexta e agora atende apenas 3 dias por semana devido à falta de funcionários para atender as demandas, e que além de trabalharem na fiscalização do contrabando de mercadorias vindo da Bolívia também atendem a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal (PF) com flagrantes.
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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.




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