Cotidiano
Caixa paga primeira parcela do auxílio para nascidos em março
A partir de 18 de julho, começa o calendário de saque para 40,4 milhões do lote 1 (3ª parcela, lote 2 (2ª parcela) e lote 4 (1ª parcela)

Saques para novo lote começaram na segunda-feira e vão até o dia 18 de julho – Foto Estadão
R7 ECONOMIA
O saque da primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 está liberado nesta quarta-feira (8) para 400 mil beneficiários nascidos em março.
Ao todo, são 4,9 milhões que poderão sacar o dinheiro de acordo com a data de aniversário até o dia 18 de julho.
Esse grupo fez o cadastro entre 1º e 26 de maio.
O depósito na poupança social para esse lote de beneficiários foi feito nos dias 16 e 17 de junho. O valor fica disponível apenas para o pagamento de contas, boletos e para a realização de compras por cartão de débito virtual ou QR Code. No total, foram disponibilizados mais R$ 3,2 bilhões.
Já quem preferir sacar o dinheiro em espécie tem que seguir o calendário. Também será possível fazer transferências bancárias a partir desta segunda, para evitar aglomerações em agências bancárias.
Mais saques
No dia 18 de julho também começa o calendário de saque para o grupo de 40,4 milhões de beneficiários do lote 1 (terceira parcela, lote 2 (segunda parcela) e lote 4 (primeira parcela). Esse grupo também já recebeu por depósito em conta poupança digital.
Nascidos em janeiro: saque em 6 de julho
Nascidos em fevereiro: saque em 7 de julho
Nascidos em março: saque em 8 de julho
Nascidos em abril: saque em 9 de julho
Nascidos em maio: saque em 10 de julho
Nascidos em junho: saque em 11 de julho
Nascidos em julho: saque em 13 de julho
Nascidos em agosto: saque em 14 de julho
Nascidos em setembro: saque em 15 de julho
Nascidos em outubro: saque em 16 de julho
Nascidos em novembro: saque em 17 de julho
Nascidos em dezembro: saque em 18 de julho
Quem pode receber
O benefício foi criado para diminuir os impactos da pandemia de coronavírus na população de baixa renda. O auxílio começou com três e passou para cinco parcelas de R$ 600, mas esse valor sobe para R$ 1.200 nos casos de mães responsáveis pelo sustento da família.
Com o fim do prazo para solicitar o benefício na quinta-feira (2), a Caixa disse que há ainda 1,9 milhão de solicitações em processo de verificação. O banco afirma que todos os inscritos, caso aprovados, estarão aptos a receber as cinco parcelas do benefício.
Segundo o banco, já foram pagos até agora R$ 121,1 bilhões a 65,2 milhões de beneficiários inscritos por meio do Cadastro Único, do Programa Bolsa Família, ou pelo site e pelos aplicativos da Caixa.
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Em fórum nacional, Acre discute alinhamento de estratégias para reforma tributária e modernização fiscal
O governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), está presente no principal fórum de debate sobre modernização das administrações tributárias do país. O evento teve início nesta quarta-feira, 11, e reúne especialistas para discutir a eficiência no gasto público e a inovação tecnológica no setor fazendário, no estado de Alagoas.
A transição da Reforma Tributária, que vem sendo o instrumento para construção de um sistema tributário mais justo, competitivo e sustentável, é um dos destaques do evento, juntamente com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e compras públicas.

Também entrou em pauta o tema Inteligência Fiscal, que seria o uso da inteligência artificial na documentação de sistemas e na tomada de decisões estratégicas.
Para o auditor fiscal da Receita e diretor de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz, Adriano Magalhães, que está presente no evento, o fórum é fundamental para o fortalecimento da gestão fiscal no estado.

“A gestão fiscal exige rigor, equilíbrio e precisamos adotar as melhores ferramentas tecnológicas disponíveis. Estamos em meio a uma transição histórica com a Reforma Tributária, e assegurar que o Acre esteja alinhado aos debates nacionais sobre o Comitê Gestor do IBS e modernização de processos é o que garantirá a sustentabilidade das nossas contas e a eficiência na entrega de serviços à sociedade”, destaca o auditor fiscal da Receita e diretor de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz do Acre, Adriano Magalhães.
O evento também debateu temas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no âmbito fazendário, o cruzamento de dados sociais e fiscais para maior precisão arrecadatória, a gestão de recursos e o monitoramento de contratações, além do Programa de Apoio à Gestão Fiscal (Profisco).

O fórum se estende até sexta-feira,13, com a eleição da nova diretoria da Cogef para o biênio 2026/2027 e o lançamento da próxima edição do fórum.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Vídeo mostra indígena com deficiência sendo torturado por facção criminosa em Jordão, no interior do Acre
Polícia Civil investiga caso de violência extrema praticada pelo Comando Vermelho; crime reacende alerta sobre avanço de facções em comunidades indígenas

O indígena seria uma pessoa com deficiência, o que aumentou ainda mais a indignação da população diante da violência registrada no vídeo. Foto: captada
Um vídeo que circula nas redes sociais e aplicativos de mensagem nesta semana mostra um indígena sendo submetido a agressões por integrantes de uma facção criminosa no município de Jordão, no interior do Acre. As imagens, que causaram forte repercussão e indignação entre os moradores, teriam sido gravadas nos últimos dias.
De acordo com informações iniciais, a vítima seria uma pessoa com deficiência, o que tornou a violência ainda mais chocante para quem teve acesso às imagens. O homem teria sido alvo de uma espécie de “disciplina” aplicada por membros do Comando Vermelho, prática utilizada pela organização criminosa para impor regras e intimidar moradores em áreas onde atua.
A Polícia Civil do Acre informou que já iniciou as investigações para identificar tanto a vítima quanto os suspeitos envolvidos na tortura. As autoridades buscam apurar as circunstâncias em que o crime ocorreu e responsabilizar criminalmente os agressores.
O caso não é isolado na região. Em fevereiro deste ano, a Polícia Civil já havia prendido dois indivíduos identificados pelos apelidos de “Caxiado” e “Caboco” no município de Jordão, flagrados enquanto praticavam extorsão contra moradores indígenas. Na ocasião, um dos detidos já respondia a inquérito pela prática de tortura contra um adolescente da comunidade.

As imagens, que teriam sido gravadas nesta semana, provocaram forte repercussão e indignação entre moradores da cidade. Foto: captada
Avanço do crime organizado
A violência registrada em Jordão reacende o alerta sobre a infiltração do crime organizado em comunidades e terras indígenas da região amazônica. Autoridades e lideranças têm demonstrado preocupação com o avanço dessas organizações, que frequentemente pressionam ou aliciam jovens indígenas para participar de atividades ilícitas, como o tráfico de drogas.
Esse cenário tem gerado um ambiente de medo em comunidades isoladas, onde a presença do Estado é mais limitada e as facções tentam impor controle por meio de violência e intimidação.
Ações recentes contra o crime
O avanço das facções na região tem sido alvo de operações policiais. Em janeiro deste ano, a Polícia Civil deflagrou a Operação “Casa Maior”, que desarticulou núcleos do Comando Vermelho no Acre, resultando em 15 prisões. A investigação, conduzida em parceria com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apontou que integrantes da facção, mesmo presos, continuavam gerenciando atividades criminosas, incluindo extorsão de comerciantes em bairros periféricos.
Em fevereiro, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/AC) também deflagrou a Operação Regresso, que resultou na apreensão de cerca de 350 kg de cocaína e no cumprimento de mandados em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Aracaju.
Outras ameaças às comunidades indígenas
Além da violência direta de facções, as terras indígenas do Acre enfrentam outras pressões. O Ministério Público Federal investiga uma invasão de grileiros e madeireiros na Terra Indígena Huni Kuin (Kaxinawá) Seringal Independência, também localizada no município de Jordão. Segundo associações indígenas, os invasores derrubaram árvores nativas para extração de madeira e construíram estruturas para abrigar mais de 600 cabeças de gado em território protegido. A área desmatada equivale a mais de 250 campos de futebol.
A Polícia Civil segue investigando o caso da tortura divulgado em vídeo e busca identificar todos os responsáveis pelas agressões. A expectativa é que novas diligências sejam realizadas nos próximos dias para esclarecer os fatos e levar os criminosos à justiça.
Veja vídeo com Juruá em Tempo:
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Secretaria de Agricultura promove curso de formação de barista para cafeicultores e técnicos acreanos
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), realiza nos dias 10 e 11 um curso de formação de barista, profissional especializado no preparo e na extração do café. A iniciativa é voltada a produtores rurais e técnicos da cadeia produtiva do café.
A capacitação é realizada em Rio Branco, no auditório da Seagri, e tem como objetivo fortalecer a qualidade e a valorização do grão produzido no estado, permitindo que produtores e técnicos aprofundem conhecimentos sobre extração, preparo e análise sensorial da bebida, além de técnicas utilizadas no preparo de cafés especiais.
Nesta primeira etapa, o curso é destinado a produtores atendidos pela Seagri e indicados pelo Sebrae, reunindo 12 cafeicultores de diferentes municípios acreanos, entre eles Acrelândia, Porto Acre, Rio Branco, Brasileia, Xapuri, Cruzeiro do Sul e Mâncio Lima. Os participantes atuam na produção de cafés especiais.
Para o produtor Lucas Santos, de Brasileia, a capacitação representa uma importante iniciativa de qualificação para aprimorar conhecimentos e agregar valor ao produto.
“Isso é uma oportunidade muito grande para nós, produtores. Além de produzir o café, estamos tendo a chance de aprender mais sobre o trabalho no pós-colheita e entender melhor o grão que estamos entregando ao consumidor. Esse conhecimento ajuda a valorizar ainda mais o nosso café e melhorar as oportunidades de comercialização”, destacou.
A programação também incluirá um momento de capacitação voltado aos técnicos que acompanham a cadeia produtiva do café no estado, fortalecendo o suporte prestado aos produtores e contribuindo para o desenvolvimento do setor.
A formação é ministrada pela barista Helga Andrade, de Minas Gerais, reconhecida nacionalmente por sua atuação na área de cafés especiais.
“Ao aprender sobre o trabalho do barista, os produtores passam a conhecer melhor o próprio café e entender qual perfil de consumidor é atendido por cada produto. Isso contribui para agregar mais valor à produção, fortalecer o reconhecimento do café do Acre e estimular o sentimento de pertencimento dos produtores, permitindo que a cafeicultura do estado evolua e leve esse café para diferentes regiões do Brasil e do mundo”, afirmou.
A engenheira agrônoma Michelma Lima, responsável pelo Núcleo da Cafeicultura da Seagri, ressalta que a formação também contribui para aproximar os produtores do consumidor final.
“Esse curso é essencial, porque aproxima quem produz de quem consome. Os produtores aprendem métodos de extração e preparo que permitem apresentar o café da melhor forma, valorizando ainda mais o produto cultivado no estado”, explicou.
Segundo Michelma, os cafeicultores acreanos já vêm se destacando pela qualidade da produção. “Nossos produtores já estão obtendo cafés de qualidade superior. O curso vem justamente para fortalecer esse processo, ajudando a expressar na xícara os sabores e aromas diferenciados desses grãos e ampliando as oportunidades de valorização no mercado”, acrescentou.
A secretária de Estado de Agricultura, Temyllis Silva, observou que iniciativas como essa contribuem para fortalecer ainda mais a cafeicultura acreana e ampliar as oportunidades para os produtores.
“A ideia é fortalecer cada vez mais a cultura do café no estado. É uma atividade que vem crescendo muito e ganhando adesão dos produtores. Com iniciativas como o curso de qualidade do café, promovido pelo governo do Estado, conseguimos agregar valor à produção e impulsionar a cafeicultura acreana”, ressaltou.
Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE





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