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Brasil

Brasileiros tentam resgatar preso em presídio na Bolívia e acabam mortos

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Na troca de tiros, um policial boliviano também foi atingido e passa bem.
Polícia ainda investiga se a identidade dos envolvidos é verdadeira.

Brasileiros foram mortos ao tentarem resgatar preso em presídio da Bolívia (Foto: Dayanne Saldanha/G1)

Brasileiros foram mortos ao tentarem resgatar
preso em presídio da Bolívia
(Foto: Dayanne Saldanha/G1)

G1

Na madrugada desta segunda-feira (17), dois brasileiros foram mortos ao tentarem invadir o presídio de Guayaramerin, na Bolívia, fronteira com o Brasil, para resgatar um terceiro homem, que estava preso. Na troca de tiros, um policial boliviano também foi atingido e passa bem.

A unidade prisional funciona no mesmo prédio da Polícia Nacional Boliviana e, de acordo com o coronel Fredy Roca, por volta das 2h30 os agentes saíram para atender a uma ocorrência, mas ao chegar ao local indicado perceberam se tratar de um falso comunicado. Foi neste momento que os dois homens invadiram a unidade em uma motocicleta e armados com fuzis. “Entraram no presídio com armas de grosso calibre e se enfrentaram com os policiais”, relata o coronel. Vinte policiais estavam no local no momento do ocorrido.

Na troca de tiros, um policial foi atingido na altura do abdômen, mas passa bem. Os dois homens morreram ainda no local. Eles portavam documentos com os nomes de Raimundo Nonato da Costa Almeida, de 35 anos, e Luis da Silva Costa, de 22 anos, mas, de acordo com a polícia, pode ser que sejam identidades falsas. Os corpos foram encaminhados para o Hospital General de Guayaramerin para exames de identificação.

O chefe da Polícia Federal em Guajará-Mirim (RO), Julio Mitsuo Fujiki, esteve no país vizinho para auxiliar a polícia local. “Solicitaram nossa ajuda para identificar os corpos. Se forem brasileiros, a família deve solicitar para enterrar no Brasil”, explicou o delegado. Segundo ele, a identidade do brasileiro preso também é investigada e as suas impressões digitais foram colhidas para averiguação. Ele está preso desde a última sexta-feira (14), mas o motivo não foi revelado.

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Banco do Brasil prorroga condições especiais para renegociação de dívidas até 30 de abril

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Instituição renegociou R$ 1,7 bilhão em março, com mais de 180 mil acordos; clientes podem renegociar pelo aplicativo, WhatsApp, terminais ou agências

O cliente pode acessar o serviço pelo aplicativo BB, pelo WhatsApp (61) 4004‑0001. Foto: captada 

BB estende prazo de renegociação de dívidas após mutirão nacional

O Banco do Brasil (BB) decidiu prorrogar até 30 de abril o prazo das condições especiais para renegociação de dívidas, após o bom desempenho das negociações realizadas ao longo de março. No mês passado, a instituição renegociou R$ 1,7 bilhão, resultado de mais de 180 mil acordos firmados com clientes em todo o país.

A extensão da iniciativa ocorre após a adesão ao mutirão nacional do setor bancário e, segundo o BB, reforça o compromisso da instituição com a recuperação da saúde financeira dos clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito. As condições especiais seguem disponíveis para pessoas físicas com pendências financeiras junto ao banco.

Canais de atendimento

As renegociações podem ser feitas por todos os canais de atendimento, sem necessidade de envio de documentos. O cliente pode acessar o serviço pelo aplicativo BB, pelo WhatsApp (61) 4004‑0001, nos terminais de autoatendimento, no site do banco, pela Central de Relacionamento ou diretamente nas agências.

Educação financeira

A iniciativa também integra o conjunto de ações do Banco do Brasil voltadas à educação financeira. Entre elas está a ferramenta Minhas Finanças, disponível no aplicativo do banco e utilizada mensalmente por mais de 7 milhões de clientes, que permite acompanhar gastos, planejar o orçamento e organizar compromissos financeiros. Segundo o BB, o objetivo é contribuir para a redução da inadimplência e estimular hábitos financeiros mais saudáveis.

A iniciativa também integra o conjunto de ações do Banco do Brasil voltadas à educação financeira. Foto: captada 

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Pé-de-Meia beneficia 39 mil acreanos e alcança quase 65% da rede pública

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O Acre registrou resultados com o programa Pé-de-Meia, que completou dois anos em 2026 e já beneficiou 39.161 estudantes do ensino médio, o que corresponde a 64,97% da rede pública do estado.

Desde a implementação, o número de alunos fora da escola caiu 43% no país, enquanto a taxa de reprovação escolar recuou 33% e o atraso escolar, conhecido como distorção idade-série, teve redução de 27,5% entre 2022 e 2025. A iniciativa faz parte de um esforço nacional que já beneficiou 5,6 milhões de estudantes em todo o país.

O programa oferece R$ 200 mensais aos estudantes que mantêm frequência escolar e um bônus de R$ 1.000 ao concluir o ano letivo, além de uma parcela extra para quem realiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os valores podem ser utilizados para despesas do dia a dia ou guardados em poupança, incentivando a continuidade e a conclusão dos estudos.

Segundo dados do Ministério da Educação, o Pé-de-Meia reforça políticas de inclusão e equidade, beneficiando especialmente meninas e estudantes negros, com 51,5% e 72,9% do total de beneficiários, respectivamente. Em todo o Brasil, 56.929 estudantes indígenas receberam o incentivo desde o início do programa.

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PF prende dois homens com cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo em Boa Vista

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Valor apreendido pode estar ligado a fraudes em licitações e desvio de recursos públicos, segundo investigações

Dois homens, identificados como Idinaldo Cardoso da Silva e Ioladio Batista da Silva Neto, foram presos em flagrante pela Polícia Federal em Boa Vista com cerca de R$ 1 milhão em dinheiro vivo. A suspeita é de que o montante esteja relacionado a fraudes em licitações públicas.

O dinheiro foi encontrado dentro de uma mochila, dividido em cédulas de R$ 200, R$ 100 e R$ 50. A Polícia Federal não divulgou outros detalhes sobre os investigados.

Segundo a corporação, as investigações preliminares indicam que o valor pode estar ligado a irregularidades em processos licitatórios, além de possível desvio de recursos públicos e pagamento de vantagens indevidas.

Os suspeitos foram autuados pelo crime de lavagem de dinheiro e devem passar por audiência de custódia.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos no esquema. O Ministério Público se manifestou pela concessão de liberdade provisória aos presos.

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