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Brasiléia é o melhor lugar para se viver no Acre, diz observatório

Um levantamento realizado pelo Observatório das Metrópoles, aponta que o município de Brasiléia, no Acre, alcançou o melhor desempenho no Índice de Bem-Estar Urbano Global (IBEU), figurando entre os cinco municípios acreanos com maior pontuação no indicador, com IBEU de 0,707, o mais elevado do estado.
A notícia foi recebida pelo prefeito Carlinhos do Pelado, ao lado da secretária municipal de Planejamento, Goreth Bibiano, que acompanharam a divulgação do estudo e ressaltaram a importância do reconhecimento para o município. Para o gestor, o resultado consolida, com dados técnicos e metodologia científica, aquilo que a população já percebia no dia a dia.
“Durante muito tempo, dizer que Brasiléia é o melhor lugar do Acre para se viver era algo empírico, baseado na vivência das pessoas. Agora, esse sentimento é respaldado por um estudo nacional sério, que analisa indicadores técnicos e compara municípios de todo o país. Isso mostra que estamos no caminho certo”, afirmou o prefeito Carlinhos do Pelado.
Mesmo enfrentando grandes desafios ao longo dos anos, como quatro grandes alagações e inundações, sendo a mais recente em 2024, Brasiléia manteve avanços significativos em áreas estratégicas. Segundo o prefeito, o desempenho no IBEU reflete a capacidade de superação da cidade e o trabalho contínuo da gestão pública.
“Brasiléia já enfrentou momentos muito difíceis, especialmente com as enchentes. Ainda assim, conseguimos avançar em infraestrutura, serviços públicos, habitação e planejamento urbano. Esse índice mostra que, apesar das adversidades, nossa cidade evolui e oferece qualidade de vida à população”, destacou.

A secretária de Planejamento, Goreth Bibiano, enfatizou que o resultado é fruto de políticas públicas planejadas e de investimentos contínuos. “O IBEU avalia aspectos fundamentais como condições ambientais, habitacionais, serviços coletivos e infraestrutura. Ter o melhor índice do Acre demonstra que o planejamento urbano de Brasiléia está alinhado com o desenvolvimento sustentável e o bem-estar das pessoas”, pontuou.
A população estimada de Brasiléia, Acre, para 2025 é de 28.028 pessoas, conforme dados do IBGE divulgados em agosto de 2025, demonstrando crescimento em relação aos aproximadamente 26 mil habitantes registrados no Censo 2022 e às estimativas anteriores. Segundo o IBGE, o aumento populacional acompanha a consolidação do município como polo regional de serviços, educação e integração fronteiriça.
Localizada na fronteira com a Bolívia e o Peru, Brasiléia possui posição estratégica na região do Alto Acre e é reconhecida pelo Governo Federal como cidade gêmea, juntamente com Epitaciolândia (Brasil) e Cobija (Bolívia), formando um importante eixo de integração internacional. Mais de 8 mil estudantes, em sua maioria, escolheram o município como local de moradia enquanto estudam na cidade boliviana de Cobija.
Além disso, Brasiléia é passagem estratégica para o Pacífico pela BR-317, fator que impulsiona o comércio, a logística e a integração regional, sustentando uma economia em constante evolução e desenvolvimento. O município também já foi contemplado com o Selo UNICEF, reconhecimento nacional pelas políticas públicas voltadas à infância e à adolescência

No campo educacional e econômico, Brasiléia abriga o terceiro campus de fronteira da Universidade Federal do Acre (UFAC), fortalecendo o ensino superior e a pesquisa na região. O município conta ainda com a presença de grandes empresas do setor alimentício, como Acre Aves e Dom Porquito, que contribuem diretamente para a geração de emprego, renda e fortalecimento da economia local.
O Índice de Bem-Estar Urbano Global (IBEU) é construído a partir de uma análise comparativa das principais regiões e municípios do país, permitindo estabelecer um ranking das condições de bem-estar urbano e evidenciar desigualdades existentes. O indicador considera dimensões como condições ambientais, condições habitacionais, serviços coletivos e infraestrutura urbana.
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Idoso é esfaqueado após discussão com homem armado em rua de Rio Branco

Vítima de 65 anos caminhava alcoolizada e portava duas armas brancas quando se envolveu em confusão; agressor fugiu após o ataque
O idoso José Medeiros Brandão, de 65 anos, conhecido pelo apelido “Deca”, foi vítima de uma tentativa de homicídio a golpes de faca na noite desta quinta-feira (12), na Rua Boa Ventura, no bairro Vitória, na parte alta de Rio Branco.
Segundo relatos de testemunhas, o idoso caminhava pela via pública em visível estado de embriaguez e portava um terçado e uma faca. Em determinado momento, ele teria iniciado uma discussão com um homem ainda não identificado, que também estava armado com uma faca.
Durante a confusão, e com os ânimos exaltados, o suspeito desferiu um golpe contra a vítima, atingindo a região da virilha. Mesmo portando duas armas brancas, o idoso não conseguiu reagir ao ataque. Após o crime, o agressor fugiu do local.
Populares que passavam pela rua encontraram José Medeiros caído e ensanguentado. Diante da situação, prestaram socorro e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte avançado para realizar os primeiros atendimentos.
Após ser avaliado pela equipe médica, o idoso foi encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Segundo informações iniciais, ele apresentava estado de saúde estável.
A Polícia Militar não foi acionada para atender a ocorrência.
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Hemoacre participa de encontro nacional que celebra 25 anos da Política Nacional de Sangue
Representantes do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre) participaram, na quinta-feira, 12 e sexta-feira, 13, em Brasília (DF), de um encontro nacional que marcou os 25 anos da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados e do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (Sinasan). A reunião reuniu gestores da hemorrede pública brasileira para discutir avanços, desafios e estratégias voltadas à autossuficiência e à sustentabilidade dos serviços de hemoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS).
O encontro contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Luciana Melo, além de representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e de entidades de pacientes, como a Federação Brasileira de Hemofilia e organizações ligadas à doença falciforme.

Ao longo de dois dias de programação, diretores de hemocentros de todos os estados brasileiros participaram de debates sobre a organização da hemorrede, a qualificação das equipes e o fortalecimento das estratégias de captação de doadores voluntários. O encontro também promoveu a troca de experiências entre as unidades, reforçando o papel da integração nacional para ampliar o acesso seguro ao sangue e seus componentes em todo o país.
Para o gerente de Assistência do Hemoacre, Júnior Martins, as discussões contribuíram para aprimorar estratégias de gestão e mobilização de doadores, além de fortalecer o alinhamento entre os estados.
“O encontro reuniu gestores e profissionais de todo o Brasil para discutir diferentes eixos que estruturam o funcionamento dos hemocentros, desde a organização das equipes até as estratégias de captação de doadores. Um ponto central é reforçar a cultura da doação voluntária e altruísta, que é essencial para garantir segurança e sustentabilidade à hemorrede pública”, destacou.

A gerente-geral do Hemoacre, médica hematologista Thereza Picado, ressaltou que a celebração dos 25 anos da política nacional representa um marco importante para a consolidação da hemoterapia no país.
“O momento permite refletir sobre a trajetória da política nacional do sangue e os avanços conquistados ao longo desses anos. Hoje temos uma rede pública estruturada, baseada na doação voluntária e no acesso universal aos componentes sanguíneos. Esse trabalho é fundamental para garantir assistência a diversos pacientes, como pessoas com hemofilia, doença falciforme, pacientes oncológicos e todos aqueles que dependem de transfusões para continuidade do tratamento”, afirmou.
Antes da implementação da política nacional, o acesso ao sangue no Brasil era marcado por desigualdades e, em alguns casos, pela comercialização do insumo. A estruturação da hemorrede pública brasileira consolidou a doação voluntária como princípio fundamental para garantir segurança transfusional e ampliar o acesso aos serviços de hemoterapia no SUS.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Investigado por execução na Cidade do Povo é preso pela Polícia Civil em Mato Grosso do Sul
Um investigado por participação no homicídio de Antônio Marcelino Silva da Conceição, de 31 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira, 13, em Campo Grande, durante ação da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

A vítima, conhecido como “Negão”, que era monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele foi morto a tiros dentro da própria residência após criminosos armados invadirem o imóvel localizado na região da Cidade do Povo, em Rio Branco.
As investigações apontam que a vítima retornava para casa acompanhada da esposa quando foi surpreendida pelos suspeitos, que já mantinham outras pessoas sob ameaça dentro da residência. Antônio Marcelino foi rendido e alvejado no tórax, não resistindo aos ferimentos e morrendo ainda no local. Após a execução, os autores fugiram.
Desde a ocorrência do crime, a equipe da DHPP intensificou as diligências para esclarecer a dinâmica do homicídio, identificar todos os envolvidos e localizar o paradeiro de um dos investigados, que havia deixado o estado do Acre. Com o avanço das investigações, informações estratégicas foram compartilhadas entre as forças policiais, o que possibilitou localizar e prender o suspeito na capital sul-mato-grossense.
“A atuação integrada entre unidades especializadas foi determinante para o sucesso da operação, evidenciando a importância da cooperação entre as polícias no enfrentamento aos crimes violentos letais intencionais, especialmente aqueles que podem ter ligação com organizações criminosas”, enfatizou o delegado responsável pelo caso e titular da DHPP/AC, Dr. Alcino Ferreira Júnior.
O preso foi encaminhado para os procedimentos legais cabíveis e permanecerá à disposição da Justiça.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL








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