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Brasil chega a 207,7 milhões de habitantes, diz IBGE; confira os estados mais populosos

Brasil chega a 207,7 milhões de habitantes, diz IBGE; confira os estados mais populosos
Por Agência Estado
Censo 2022 está atrasado, mas instituto federal divulgou estimativa de população com base nas informações coletadas até agora
O Brasil tem 207.750.291 habitantes, mostra uma estimativa da população calculada já com dados prévios do Censo 2022, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados foram entregues ao Tribunal de Contas da União (TCU) nesta quarta-feira (28).
Conforme as estimavas com base na prévia do Censo 2022, a região Sudeste se manteve como a mais populosa do país, com 87.348.223 habitantes. Em São Paulo vivem 46.024.937 pessoas. Em Minas Gerais, o segundo estado mais populoso, vivem 20.732.660. No Rio, são 16.615.526 habitantes.
A região Nordeste tem 55.389.382 habitantes, segundo a estimava com base na prévia do Censo 2022. Na região Sul vivem 30.685.598, enquanto a região Norte tem 17.834.762 habitantes, e a Centro-Oeste, 16.492.326.
As estimativas da população por município são entregues pelo IBGE ao TCU todos os anos. A informação é utilizada para o cálculo da repartição do Fundo Nacional de Participação dos Municípios (FPM), que repassa recursos federais às prefeituras, e para determinar a quantidade de vereadores e de deputados federais e estaduais em todo o país. Após a entrega ao TCU, as informações serão publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
Normalmente, as estimativas são calculadas com base no Censo mais recente, utilizando modelos de crescimento populacional. Pelo calendário tradicional do IBGE, a mais completa pesquisa populacional do país é realizada a cada dez anos, mas o Censo 2020 foi adiado por causa da pandemia. Após sucessivos adiamentos e problemas orçamentários, a pesquisa foi finalmente confirmada para este ano.
Desde o início do processo, o IBGE vinha informando que haveria tempo hábil de usar os dados do Censo 2022 para informar o tamanho da população atualizado ao TCU no fim do ano. Só que os atrasos se espalharam também para o período de coleta das informações, ou seja, o trabalho de visitar cada domicílio do país.
Com os atrasos, o IBGE agora estima que terá as primeiras informações completas do Censo 2022 apenas em março próximo, disse o diretor de Pesquisa do IBGE, Cimar Azeredo — os recenseadores ainda estão em campo, coletando as informações.
Diante dos atrasos, o IBGE decidiu calcular a estimativa anual da população para o TCU, com base em informações preliminares já coletadas pelo Censo 2022. A data de corte foi 25 de dezembro último.
Segundo Azeredo, a estimativa foi calculada com dados de municípios já recenseados completamente e com imputações e estimativas estatísticas para as cidades onde a coleta está atrasada. Até a terça-feira (27), o Censo 2022 contou 178,642 milhões de brasileiros em todo o país, ou 83,8% da população total estimada.
Na terça-feira, Azeredo reconheceu que a coleta das informações do Censo, iniciada em 1º de agosto passado, deverá se estender até pelo menos fevereiro próximo, quando o instituto espera cumprir a etapa de verificação de informações coletadas, revisita a domicílios com moradores ausentes e a lares onde houve recusa de moradores, ou endereços que foram relatados pelos recenseadores como não ocupados.
Conforme o IBGE, mais de 4.000 municípios já atingiram cerca de 99% da população estimada como recenseada. A coleta está mais atrasada, aquém dos 80%, em apenas 111 cidades, predominantemente de grande porte, como São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, contou.
Até a terça-feira, os recenseadores já tinham visitado 87,786 milhões de domicílios. O recenseamento está mais avançado no Piauí, onde 96,8% da população estimada já foi recenseada, seguido por Santa Catarina (92,7%), Paraíba (92,2%), Sergipe (92,0%), Rio Grande do Norte (90,4%) e Alagoas (90,1%). Os estados com a coleta mais atrasada são Amapá (73,3%), Mato Grosso (74,8%), Espírito Santo (75,8%) e São Paulo (76,1%).
Desde o início dos sucessivos atrasos no prazo para coletar as informações do Censo 2022, o IBGE vem citando como principal motivo para o problema a falta de recenseadores.
Para os diretores do órgão, o mercado de trabalho aquecido tem diminuído o interesse de trabalhadores em potencial no emprego temporário de pesquisador — a operação do Censo exige a contratação temporária de cerca de 200 mil recenseadores, que têm a missão de visitar todos os domicílios do país.
Desde o início do trabalho de campo, têm sido registradas queixas de recenseadores sobre remunerações baixas e demora no pagamento. A dificuldade de recrutar e manter os recenseadores atuando na coleta forçou o instituto a prorrogar o trabalho, previsto inicialmente para se estender entre 1º de agosto a 31 de outubro.
O IBGE já treinou quase 200 mil recenseadores, mas nunca alcançou o patamar necessário de trabalhadores efetivamente atuando em campo para cumprir o prazo de coleta previsto.
Azeredo informou que há cerca de 50 mil recenseadores em atividade atualmente nos vários estados. Uma solução para a ausência de temporários foi deslocar trabalhadores de regiões recenseadas para outras que ainda precisavam de trabalho de campo. O instituto também firmou convênios com outros órgãos públicos para recrutar servidores como recenseadores.
O IBGE lançou ainda o Disque-Censo 137. Por meio do serviço, os moradores podem checar se alguém do domicílio já respondeu ao Censo e, caso contrário, podem agendar uma visita do recenseador à sua casa. A ligação para o número de telefone 137, disponibilizado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) como um serviço de utilidade pública, é gratuita e pode ser feita de telefone fixo ou celular.
O serviço já atende municípios em todos os estados, e é disponibilizado de forma gradativa de acordo com o andamento da coleta em cada local. É possível checar no site do IBGE em quais municípios o Disque-Censo já está disponível.
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Acreanos pagam mais de R$ 336 milhões em tributos nos primeiros 15 dias de 2026
Valor supera arrecadação registrada no mesmo período dos últimos três anos e confirma tendência de alta, segundo dados do Impostômetro

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Operação policial prende suspeito de tráfico de drogas em Manoel Urbano, no Acre
Homem já havia sido detido anteriormente pelo mesmo crime e usava tornozeleira eletrônica; quantidade significativa de entorpecentes foi apreendida

O histórico criminal do indivíduo também pesou na ocorrência. Ele já havia sido preso anteriormente pelo mesmo crime e chegou a cumprir medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. Foto; captada
Uma operação policial realizada no começo da noite de sexta-feira (16) resultou na prisão em flagrante de um suspeito de envolvimento com tráfico de drogas no município de Manoel Urbano, no interior do Acre. A ação é resultado de meses de investigação conduzida pelas forças de segurança locais.
Durante a abordagem, os policiais encontraram uma quantidade considerável de entorpecentes. O histórico criminal do indivíduo também contribuiu para a prisão: ele já havia sido preso anteriormente pelo mesmo crime e cumpriu medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, mas teria retornado às atividades ilícitas.
Após a voz de prisão e a apreensão do material, o suspeito foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça. A operação faz parte do esforço das forças de segurança para combater o tráfico de drogas em municípios do interior do estado.
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Acre registra apreensão de 502 armas de fogo em 2025 e 2º Batalhão lidera operações no Estado
O estado do Acre registrou, ao longo de 2025, a apreensão de 502 armas de fogo, resultado de ações integradas realizadas por todos os batalhões da Polícia Militar do Acre (PMAC) em diferentes regiões do estado.

Apreensões de armas por batalhão em 2025
- 1º Batalhão – Rio Branco: 49
- 2º Batalhão – Rio Branco: 183
- 3º Batalhão – Rio Branco: 18
- 4º Batalhão – Senador Guiomard: 21
- 5º Batalhão – Brasileia: 61
- 6º Batalhão – Cruzeiro do Sul: 41
- 7º Batalhão – Tarauacá: 21
- 8º Batalhão – Sena Madureira: 35
- Batalhão de Operações Policiais Especializadas (Bope): 47
- Batalhão de Policiamento Ambiental: 23
- Batalhão de Trânsito: 2
- Polícia Comunitária: 1
Impacto direto na redução da criminalidade
De acordo com o secretário de Estado de Segurança Pública do Acre, José Américo Gaia, as apreensões de armas têm reflexo direto nos indicadores criminais, especialmente na capital acreana, onde os números mostram avanços expressivos. Os roubos tiveram uma redução de 14,64% no Acre e 17,35% em Rio Branco, os roubos de celulares caíram 15,72% no estado e 17,80% na capital e os furtos de celulares reduziram tanto no estado quanto em Rio Branco.

“Essas apreensões refletem diretamente na redução dos crimes. Na capital acreana, os indicadores são ainda mais expressivos. Os feminicídios apresentaram redução de 20%, reforçando a importância das políticas públicas voltadas à proteção da mulher. Outro dado extremamente positivo é a redução de 100% nas lesões corporais seguidas de morte em Rio Branco, o que evidencia avanços concretos na preservação da vida”, afirmou o secretário.

As ações ocorreram tanto na capital quanto no interior, envolvendo policiamento ostensivo, operações especializadas, abordagens preventivas e cumprimento de mandados judiciais. A comandante geral da Polícia Militar do Acre, Marta Renata Freitas, destaca que as apreensões são um reflexo de um trabalho conjunto.
“Os números falam por si só. A Polícia Militar retirou 502 armas de fogo das mãos de criminosos, mais que o dobro da nossa meta prevista para o ano de 2025, que eram de 240 armas. Isso é resultado de uma tropa ativa, presente nas ruas e firme nas abordagens e mostra um efetivo proativo realmente. Cada arma apreendida significa menos violência, menos mortes e mais segurança para a população do Acre. Então dessa forma, a PM não recua diante do crime, age, enfrenta e entrega resultados concretos à população acreana”, destaca.

O secretário de Segurança Pública reforça que o trabalho continuará sendo intensificado, com investimentos em inteligência policial, capacitação dos agentes e integração entre as forças, mantendo o foco na retirada de armas ilegais de circulação e na redução dos índices de violência em todo o Acre. “Esses resultados demonstram maior eficiência das forças de segurança no combate à criminalidade, especialmente nos delitos que mais impactam o dia a dia da população”, completou José Américo Gaia.

Destaque para o 2º Batalhão
O levantamento aponta um trabalho contínuo de combate ao crime e reforço da segurança pública, com destaque para o 2º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Rio Branco, responsável por 183 apreensões, o maior número entre todas as unidades, concentrando mais de um terço de todas as armas retiradas de circulação no Acre.

“Esse resultado é fruto do empenho diário dos nossos policiais, do policiamento orientado pela inteligência e da proximidade com a comunidade. Cada arma apreendida representa vidas preservadas e crimes que deixam de acontecer. O trabalho do 2º Batalhão é feito com responsabilidade, técnica e compromisso com a segurança da população de Rio Branco, além disso o resultado trouxe redução nos roubos e nos homicídios”, destacou o comandante Felipe Russo.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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