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Cotidiano

Botafogo derrapa de novo e deixa Palmeiras, Fla e Bragantino fazendo contas

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Para quem jogou ou não jogou, os resultados da 30ª rodada do Brasileirão trouxeram uma pimenta na disputa pelo título. Especialmente porque o Botafogo derrapou de novo e perdeu em casa para o Cuiabá. Palmeiras, Red Bull Bragantino e até o Flamengo estão de olho.

O que aconteceu
O time de Lucio Flavio parou nos 59 pontos. A diferença em relação ao Palmeiras, agora vice-líder, é de seis pontos.

O alvinegro tem um jogo a menos, mas o próximo adversário é justamente o time de Abel Ferreira.

A distância pode cair, na prática, para três — embora, potencialmente, possa ser de seis, devido ao duelo adiado com o Fortaleza.

Na competição de pontos corridos, por si só, cada jogo é uma decisão. A competição vai afunilando e estamos indo para a reta final. Temos trabalhado jogo a jogo. Para alcançarmos o número mágico, temos que ultrapassar os 59 que temos. De fato, o jogo que teremos na quarta é mais uma decisão contra o adversário mais próximo de nós. Pelo fato de ser dentro de casa, temos que trabalhar em termos de recuperação do resultado.

— Lucio Flavio, técnico do Botafogo.

Quem mais vem aí
A instabilidade do Botafogo e os jogos atrasados deixam não só o Palmeiras com a calculadora na mão, mas dão esperança para Red Bull Bragantino e Flamengo. Os dois iriam se enfrentar neste fim de semana, mas o jogo foi adiado para 23 de novembro para o rubro-negro usar o Maracanã.

O Massa Bruta tem 52 pontos (sete a menos) e o mesmo número de jogos que o Botafogo. Além disso, ainda há um confronto direto em Bragança Paulista na lista dos jogos que faltam no Brasileirão.

O Flamengo tropeçou contra o Grêmio na rodada passada, mas pode se beneficiar daquilo que pode ocorrer no jogo adiado contra o próprio Bragantino e nos confrontos que o Botafogo tem contra os outros dois perseguidores.

Por que o Botafogo derrapa?

O campeonato ganhou novos contornos porque o Botafogo perdeu o aproveitamento perfeito que tinha em casa. O time, no geral, tem perdido a efetividade ofensiva e ainda dá bobeiras, como a que gerou o gol de Pitta, do Cuiabá.

Nos últimos quatro jogos no tapetinho do Nilton Santos, foram duas derrotas (Cuiabá e Flamengo) e dois empates (Athletico e Goiás).

“Nós temos que levantar a cabeça em função do jogo que fizemos”, disse Lucio Flavio, referindo-se ao número de chances criadas diante do Cuiabá.

A patinada alvinegra começou com Bruno Lage, que foi demitido. Com Lucio Flavio, o retrospecto também é de quatro jogos. Mas o alvinegro venceu duas vezes, justamente fora de casa, diante de Fluminense e América-MG.

Contra o Palmeiras, o time precisa voltar à lógica de vitórias em casa que o catapultou com vantagem para a ponta do campeonato no primeiro turno.

Uma boa notícia para o Botafogo nessa corrida final pelo título é que Palmeiras e Flamengo também ainda vão se enfrentar.

O Palmeiras vai chegar?.

Agora perseguidor mais próximo, o Palmeiras já viveu sua instabilidade no Brasileirão — sobretudo no contexto que envolveu a eliminação para o Boca Juniors na Libertadores.

O time de Abel Ferreira chegou a ter quatro derrotas seguidas. Mas o recorte mais recente é de três vitórias — inclusive, um retumbante 5 a 0 sobre o São Paulo e a de sábado, sobre o Bahia.

No primeiro turno, o Palmeiras perdeu em casa para o Botafogo e agora tem a chance de dar o troco e recolocar uma pressão que o alvinegro não vê desde o primeiro terço do campeonato.

“Um jogo de cada vez, faltam nove, temos bom jogo contra o Botafogo. Queremos ganhar a cada jogo, claro, mas um de cada vez. Ganhar o próximo é o objetivo”, disse o técnico Abel Ferreira.

O que vem por aí?
Jogos do Botafogo

Palmeiras (c)
Vasco (f)
Grêmio (c)
Red Bull Bragantino (f)
Santos (c)
Fortaleza (f)
Coritiba (f)
Cruzeiro (c)
Internacional (f)

Jogos do Palmeiras

Botafogo (f)
Athletico (c)
Flamengo (f)
Internacional (c)
Fortaleza (f)
América-MG (c)
Fluminense (c)
Cruzeiro (f)

Jogos do Red Bull Bragantino

Goiás (f)
Corinthians (c)
São Paulo (f)
Botafogo (c)
Internacional (f)

Flamengo (f)
Fortaleza (c)
Coritiba (c)
Vasco (f)

Jogos do Flamengo

Santos (c)
Fortaleza (f)
Palmeiras (c)
Fluminense (c)
América-MG (f)
Red Bull Bragantino (c)
Atlético-MG (c)
Cuiabá (c)

São Paulo (f)

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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.

A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.

Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.

Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.

Últimos campeões

O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.

Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.

Supercopa Rei

Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.

Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.

A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES

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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado

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Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas 

Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.

De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.

Trajetória incomum:

Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.

Estilo de gestão:

Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.

Contexto político:
  • Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);

  • Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;

  • Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.

Fé e projeção:

Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.

Desafios:
  • Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;

  • Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;

  • Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.

A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.

A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada 

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Cenário difícil no Senado e possível vaga no Ministério da Fazenda podem levar Jorge Viana a desistir da candidatura, avaliam articuladores

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Ex-governador estaria cotado para substituir Haddad e evitar derrota eleitoral que mancharia sua trajetória; bancada acreana no Congresso já se movimenta em outras frentes

Ex-governador do Acre, cotado para substituir Haddad, evitaria possível derrota eleitoral e realizaria antiga ambição de comandar uma pasta no governo Lula. Foto: captada 

As possibilidades de Jorge Viana (PT) desistir da disputa pelo Senado em 2026 são maiores do que se imagina, segundo análise de articuladores políticos. Além do cenário eleitoral desfavorável apontado por pesquisas e rodas de conversa, o ex-governador estaria cotado para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Fernando Haddad, movimento que evitaria uma segunda derrota consecutiva nas urnas e ofereceria uma saída honrosa para sua trajetória.

Viana, que já demonstrou interesse em integrar o primeiro escalão desde o primeiro governo Lula, tem sua vaidade destacada por críticos, que lembram suas declarações sobre o “fim do Acre” após sua gestão.

Contexto da especulação:
  • Viana insinuou publicamente estar cotado para a Fazenda, cargo que almeja desde o primeiro governo Lula;

  • Pesquisas internas e rodas políticas no estado apontam um cenário desfavorável para sua eleição ao Senado;

  • Uma nova derrota (após perder para Mara Rocha em 2022) poderia manchar sua trajetóriapolítica.

Análise dos motivos:
  1. Vaidade e legado: Viana é conhecido por seu perfil altivo – chegou a dizer que “o Acre não existe mais, depois dele” – e um ministério seria uma saída honrosa sem risco de vexame;

  2. Cálculo eleitoral: A força do grupo de Gladson Cameli no estado e a ascensão de novas lideranças tornam a disputa pelo Senado incerta e desgastante;

  3. Ambição nacional: Comandar a Fazenda realizaria um sonho antigo e o recolocaria no centro do poder federal.

Posicionamento oficial:

Até o momento, nem Viana nem o Planalto confirmaram a movimentação. Assessores do petista dizem que ele “mantém o foco no projeto para o Acre”, sem descartar “qualquer chamado para servir ao país”.

A decisão deve ser tomada nos primeiros meses de 2026, após o lançamento das pré-candidaturas. Se Haddad deixar a Fazenda, Lula terá de escolher entre atender um aliado histórico ou priorizar a continuidade da política econômica.

A possibilidade revela um Jorge Viana mais pragmático que romântico, disposto a trocar uma batalha arriscada no Acre por uma posição de destaque nacional – mesmo que isso signifique adiar, ou abandonar, seu retorno ao Senado.

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