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Bolsa Família beneficia 123 mil famílias no Acre em março; pagamentos seguem até dia 31

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Rio Branco concentra o maior número de beneficiários, com 42,1 mil famílias atendidas; valor médio nacional é de R$ 683,75

No estado acreano, o maior número de beneficiários está em Rio Branco, que concentra 42.114 famílias atendidas em março. Foto; captada 

Em março, 123.244 famílias acreanas serão beneficiadas pelo programa Bolsa Família nos 22 municípios do estado. Os pagamentos começaram na última quarta-feira (18) e seguem até o dia 31 de março, de forma escalonada, de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

Distribuição no estado

No Acre, o maior número de beneficiários está em Rio Branco, que concentra 42.114 famíliasatendidas em março . Depois aparecem Cruzeiro do Sul, com 13.937 famílias , e Sena Madureira, que registra 8.708 famílias contempladas.

Já os menores repasses estão em Santa Rosa do Purus, com 1.143 famílias , seguido por Jordão, com 1.707 , e Assis Brasil, com 1.740.

Em todo o país, o programa beneficia mais de 18,73 milhões de famílias, com investimento total de R$ 12,77 bilhões . O valor médio do benefício neste mês é de R$ 683,75 por domicílio.

Número de beneficiários e valores pagos em março
MUNICÍPIOS FAMÍLIAS ATENDIDAS TOTAL DE RECURSOS
Acrelândia 2.070 R$ 1.448.994,00
Assis Brasil 1.740 R$ 1.423.740,00
Brasiléia 4.344 R$ 3.108.590,00
Bujari 1.879 R$ 1.356.525,00
Capixaba 1.763 R$ 1.269.856,00
Cruzeiro do Sul 13.937 R$ 10.309.378,00
Epitaciolândia 2.327 R$ 1.628.369,00
Feijó 5.695 R$ 4.514.806,00
Jordão 1.707 R$ 1.508.052,00
Mâncio Lima 4.426 R$ 3.269.659,00
Manoel Urbano 2.536 R$ 1.947.539,00
Marechal Thaumaturgo 3.581 R$ 2.834.501,00
Plácido de Castro 2.125 R$ 1.464.027,00
Porto Walter 2.078 R$ 1.688.141,00
Rio Branco 42.114 R$ 28.924.956,00
Rodrigues Alves 2.984 R$ 2.222.674,00
Santa Rosa do Purus 1.143 R$ 1.022.648,00
Senador Guiomard 3.095 R$ 2.237.500,00
Sena Madureira 8.708 R$ 6.252.452,00
Tarauacá 8.612 R$ 6.844.799,00
Xapuri 2.631 R$ 1.876.923,00
Porto Acre 3.749 R$ 2.658.468,00
Calendário

O cronograma de pagamento nos 22 municípios acreanos começa nesta quarta-feira (18) e vai até o dia 31, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS). Os primeiros a receber o benefício são os com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. Confira:

  • NIS final 1: 18 de março
  • NIS final 2: 19 de março
  • NIS final 3: 20 de março
  • NIS final 4: 23 de março
  • NIS final 5: 24 de março
  • NIS final 6: 25 de março
  • NIS final 7: 26 de março
  • NIS final 8: 27 de março
  • NIS final 9: 30 de março
  • NIS final 0: 31 de março

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Brasil

Análise: EUA perdem aviões e domínio militar sobre o Irã é questionado

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Dois caças abatidos evidenciam limites do poder americano na região e riscos da guerra assimétrica

A guerra no Irã, que já enfrentava resistência entre os americanos, entrou em uma fase mais delicada após a notícia de que um caça dos EUA foi derrubado em território iraniano.

Ainda há muitas incógnitas, especialmente sobre a situação dos dois tripulantes. A CNN apurou que um deles foi resgatado e recebe atendimento médico, mas o destino do outro permanece desconhecido.

Pouco depois, o Irã atingiu uma segunda aeronave de combate americana na sexta-feira (3). O piloto conseguiu levar o avião para fora do território iraniano antes de ejetar e foi posteriormente resgatado, segundo um oficial dos EUA.

Apesar disso, esses episódios não colocam o Irã em pé de igualdade militar com os Estados Unidos. As baixas americanas seguem limitadas, sem mortes conhecidas nas últimas três semanas. Ainda assim, o caso evidencia os riscos da guerra assimétrica, cujos custos o público americano já questiona.

Os incidentes também colocam em xeque as declarações da administração Trump sobre o “controle absoluto” do espaço aéreo iraniano, questionando a imagem de invulnerabilidade que vinha sendo divulgada.

O presidente Donald Trump e o secretário de Defesa Pete Hegseth haviam afirmado que EUA e Israel tinham liberdade total para voar pelo Irã, retratando Teerã como incapaz de reagir.

Em coletiva de 4 de março, Hegseth disse que o domínio do espaço aéreo estava “a poucos dias de se concretizar”:

“Em poucos dias, as duas forças aéreas mais poderosas do mundo terão controle total do espaço aéreo iraniano”, disse, classificando-o como “incontestável”. “O Irã não poderá fazer nada”, completou.

Nas semanas seguintes, Trump reforçou essa ideia: “Temos aviões voando sobre Teerã e outras partes do país; eles não podem fazer nada”, disse em 24 de março. Ele afirmou que os EUA poderiam atacar usinas e que o Irã não teria capacidade de reagir.

O presidente chegou a afirmar que o Irã não possuía “marinha”, “forças armadas”, “força aérea” ou “sistemas antiaéreos” — chegando a declarar: “Seus radares foram 100% destruídos. Somos imparáveis como força militar.”

No entanto, estamos falando de apenas dois aviões abatidos em meio a milhares de aeronaves. A administração admitiu que poderiam ocorrer incidentes, incluindo perdas humanas. Hegseth já havia reconhecido que “alguns drones podem passar ou tragédias acontecerem”.

Mesmo assim, o discurso oficial sobre o domínio militar era absoluto, com termos como “controle total” e “espaço aéreo incontestável”, sugerindo que o Irã sequer teria armamento para reagir.

Este episódio é mais um exemplo de exagero por parte de Trump e de seus aliados sobre supostos sucessos militares.

Após os ataques a instalações nucleares iranianas em junho passado, Trump chegou a afirmar que o programa nuclear havia sido “obliterado” — o que não correspondia às avaliações de inteligência americana. Meses depois, o país voltou a ser retratado como ameaça nuclear iminente.

Logo após o início da guerra, Trump chegou a culpar o Irã por um ataque a uma escola primária, que investigações preliminares indicam ter sido causado por ação americana.

Recentemente, a CNN apurou que a destruição de lançadores de mísseis iranianos, apontada por Trump, foi fortemente exagerada. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica ainda mantém cerca de metade de sua capacidade.

O problema político é que o sucesso militar americano deveria ser o principal trunfo da administração. Mas os americanos demonstram pouca confiança na missão: os objetivos mudam constantemente e os custos econômicos — como o fechamento do Estreito de Ormuz e a alta nos preços de combustíveis — geram insatisfação.

Hegseth chegou a criticar a mídia por “não reconhecer os sucessos militares da campanha”: “Isso é o que a ‘fake news’ não mostra. Tomamos controle do espaço aéreo e das vias navegáveis do Irã sem tropas no solo.”

Um mês depois, o Estreito de Ormuz continua como exceção crucial, e o controle do espaço aéreo iraniano e o suposto fim do programa de mísseis não parecem tão absolutos quanto anunciado.

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Tribos iranianas disparam contra helicópteros dos EUA

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Ataques ocorrem durante busca por membro da tripulação de caça abatido sobre o Irã

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Irã permite passagem de navios com bens essenciais pelo Estreito de Ormuz

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Autorização abrange embarcações com produtos essenciais, em meio a controle reforçado da rota estratégica; Iraque terá trânsito liberado sem restrições

O Irã anunciou que permitirá a passagem de navios com “bens essenciais” pelo Estreito de Ormuz, atualmente bloqueado, informou a agência estatal Tasnim. Ainda não está claro quais produtos serão considerados essenciais nem se embarcações de países considerados hostis continuarão impedidas de transitar pela rota.

Em documento enviado ao chefe da Organização de Portos e Assuntos Marítimos, Houman Fathi, o vice de desenvolvimento comercial do órgão afirmou que a permissão vale para “navios que transportam bens essenciais – principalmente alimentos básicos e insumos para criação de animais – pelo Estreito de Ormuz”.

O funcionário destacou que a medida vale para navios que se dirigem a portos iranianos ou que já operam na região.“As autoridades competentes devem tomar as providências necessárias, seguindo os protocolos estabelecidos, para garantir a travessia dessas embarcações”, acrescentou.

Além disso, uma lista das embarcações autorizadas a atravessar a rota será “enviada para coordenação”, informou Ghazali.

O comando militar conjunto Khatam al-Anbiya do Irã afirmou que o Iraque estará livre de quaisquer restrições de trânsito pelo Estreito de Ormuz, sinalizando tratamento preferencial para Bagdá, segundo a mídia iraniana neste sábado (4).

Ainda neste sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar intensificar ações contra Teerã caso o país não consiga fechar um acordo ou liberar o Estreito de Ormuz.

“Lembram quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes de todo o inferno se abater sobre eles. Glória a Deus!”, publicou Trump na rede social Truth Social.

*Com informações da Reuters e da CNN

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