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Boate Kiss: 13 anos após tragédia, famílias esperam por memorial

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Após 13 anos da tragédia, memorial da Boate Kiss

Nesta terça-feira (27/1), o incêndio da Boate Kiss, ocorrido no interior do Rio Grande do Sul (RS), em Santa Maria, completa 13 anos. Desde o ocorrido, os familiares das vítimas fazem vigílias em frente ao local onde funcionava a Kiss, primeiro diante das ruínas da boate, e, agora, dos tapumes da obra do memorial às vítima,s que vem sendo construído desde julho de 2024.

A expectativa era de que o local ficasse pronto ainda em 2025, porém o projeto precisou passar por adaptações, porque os limites do terreno eram menores do que o que estava indicado no projeto inicial da obra. Por isso, a construção ficou interrompida entre fevereiro e dezembro de 2025.

Para que a obra pudesse ser retomada, a Prefeitura de Santa Maria incluiu no projeto intervenções no solo, com drenagem para manejo de águas pluviais, aterros controlados e regularização do solo.

O projeto também sofreu uma reclassificação no Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI), motivada pela decisão da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) de permitir a futura locação do memorial a terceiros.

Em virtude desse novo uso, foi necessário incorporar medidas adicionais de segurança, como a construção de um corredor lateral com ventilação mecânica forçada, estrutura indispensável para garantir a segunda rota de fuga exigida pelas normativas do Corpo de Bombeiros Militar.

Com o retorno das obras ao final do ano passado, o novo prazo de entrega está previsto para junho de 2026, segundo a prefeitura.

Saldo trágico de 242 mortos

A tragédia deixou , depois que um integrante da banda Gurizada Fandangueira acendeu um artefato pirotécnico dentro da casa noturna. O fogo encostou no teto da boate e se propagou pela espuma tóxica que recobria o teto.

A mãe de uma das vítimas, Marines Barcellos, diz que já está cansada de aguardar pela finalização da obra: “a gente queria descansar. Parece que estamos batendo em uma pedra, bate, bate e não acontece nada. Demorou para ter o julgamento, agora demora pra ter o memorial”.

Além da demora para entrega do memorial, ela critica a demora para a condenação dos réus. O júri do caso Kiss ocorreu somente em 2021, oito anos após a tragédia. Pórem, depois de serem condenados pelo júri, o Tribunal de Justiça gaúcho anulou as condenações, levando o caso para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Em setembro de 2024, o ministro Dias Toffoli derrubou a anulação, mas as condenações voltaram a valer com penas reduzidas, de cerca de 20 para 10 anos.

Como será o memorial

O memorial terá um jardim circular com 242 pilares de madeira, cada um com o nome de uma das vítimas.

De acordo com informações da prefeitura local, o memorial contará também com espaços para exposições e atividades alusivas à tragédia: “O memorial terá 383,65m² de área total construída distribuída em um único pavimento e inclui sala de escritório, sala multiúso, auditório, banheiros masculino e feminino, acessos ao auditório, depósito, área técnica, varanda e jardim. A construção terá uma estrutura mista de concreto armado e de madeira laminada colada (MLC).”

Para as famílias, que aguardam desde 2013 pelo memorial, a conclusão da obra representa muito mais do que um espaço físico.

“As memórias estão ali para serem lembradas e não deixarem a história morrer, além de contribuir para a prevenção [de novas tragédias]”, explica Flávio Silva, pai de uma das vítimas e presidente da AVTSM.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Flávio celebra encontro com Netanyahu durante conferência em Israel

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Reprodução
Conferencia-flavio-eduardo-israel

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), participou, nessa segunda-feira (27/1), com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo. Em publicação, Flávio agradeceu o convite para participar da conferência e publicou sequência de fotos do encontro.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) também esteve presente no evento.

Flávio publicou no X que foi uma honra se encontrar o Netanyahu e com “autoridades que levam a sério a defesa da vida, da liberdade e da verdade”.

“O combate ao antissemitismo é uma responsabilidade de todos nós. O Brasil precisa estar ao lado das nações que não se calam diante do ódio e da perseguição”, afirmou o filho 01 de Jair Bolsonaro.

Fico muito grato pelo convite para participar da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo em Israel.

Foi uma honra me encontrar com o primeiro-ministro @netanyahu e com autoridades que levam a sério a defesa da vida, da liberdade e da verdade.

O combate ao… pic.twitter.com/ZXNw0X7mhq

— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) January 27, 2026

Eduardo Bolsonaro também usou as redes sociais para celebrar o encontro e o retorno do último corpo que ainda estava sendo mantido refém em Gaza.

“No Brasil, as pessoas não têm ideia — nem poderiam — do que aconteceu ontem nos corações dos israelenses. Em 26 de janeiro de 2026, Israel recebeu de volta o último corpo que ainda estava sendo mantido como refém em Gaza: o do herói Ran Gvili, que matou 14 terroristas no 7/OUT/2023, seguiu em combate mesmo com o braço quebrado”, escreveu o ex-deputado.

🇮🇱🤝🇧🇷A reunião bilateral com o Primeiro-Ministro @netanyahu foi muito, mas muito especial!

No Brasil as pessoas não têm ideia – e nem poderiam – do que ocorreu ontem no coração dos israelenses.

Em 26/JAN/2026 retornou para Israel o último corpo ainda sequestrado em Gaza, o do… pic.twitter.com/txU60iftAe

— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) January 27, 2026

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Embraer firma acordo com grupo bilionário para abrir fábrica na Índia

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Imagem colorida de instalações da Embraer em Gavião Peixoto, interior de SP

A Embraer firmou uma parceria com uma das empresas do grupo indiano Adani para fabricar aeronaves, atuar na cadeia de suprimento e também realizar treinamento de pilotos. O anúncio do compromisso foi feito pela empresa brasileira nesta terça-feira (27/1).

A parceria deve resultar, entre outros frutos, na instalação de uma unidade de produção de aeronaves na Índia. A ideia é que, com o tempo, a ampliação da produção ocorra em suporte ao programa de Aeronaves de Transporte Regional (RTA, na sigla em inglês).

Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, Arjan Meijer detacou a importância do mercado indiano para a companhia brasileira.

“A Índia é um mercado fundamental para a Embraer, e esta parceria reúne nossa experiência no setor aeronáutico às sólidas capacidades industriais da Adani e ao seu compromisso com o desenvolvimento da indústria local”, afirma Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.

O grupo Adani possui conhecimento em infraestrutura aeroportuária, produção aeroespacial, treinamento de pilotos e manutenção, reparo e revisão geral.

“A aviação regional é essencial para o crescimento econômico. Com a ampliação da conectividade aérea em metrópoles regionais e cidades do interior do país, a criação de uma estrutura robusta para a aviação regional tornou-se ainda mais necessária na Índia”, celebrou o diretor da Adani Defence & Aerospace, Jeet Adani.

A Embraer já está presente na Índia com 50 aeronaves de 11 modelos distintos que operam na aviação comercial, de defesa e executiva, além da Força Aérea Indiana.

Brasil de olho na Índia

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), chefiará uma missão internacional à Índia, entre os dias 19 e 21 de fevereiro.

A intenção do Brasil nas relações com o décimo maior importador brasileiro é ampliar o escopo de produtos negociados, mas também a promoção de parcerias em diferentes áreas e a redução da dependência econômica dos líderes globais Estados Unidos e China.

Para a tarefa, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) abriu uma chamada para o credenciamento de até 200 empresários que possam integrar o grupo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Curitiba: 86% concordam com internação forçada de dependentes químicos

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Imagem mostra usuário com cachimbo de crack - Metrópoles

Um levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (27/1), indica que 86% dos moradores de Curitiba são favoráveis à internação compulsória de dependentes químicos.

Em 19 de dezembro, a gestão do prefeito Eduardo Pimentel (PSD) editou uma portaria que autoriza e regulamenta o “internamento involuntário de pessoas com transtornos mentais, associados ou não ao uso abusivo de álcool e outras drogas”.

Segundo a pesquisa, apenas 8,4% dos entrevistados se declararam contrários, 3,1% responderam que “depende da situação” e 2,5% disseram não saber ou não quiseram opinar.

A pesquisa ouviu 802 moradores de Curitiba. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

O levantamento também perguntou se os entrevistados tinham conhecimento da portaria: 68,8% disseram que sim, enquanto 31,2% afirmaram não estar cientes.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi se o entrevistado concordava ou discordava da afirmação de que, “em situações de risco grave, o poder público deve intervir para proteger a vida da própria pessoa e de terceiros, mesmo que ela não concorde com o atendimento naquele momento”.

Nesse item, 89,4% disseram concordar, 6% discordaram, 2,4% responderam que depende da situação e 2,2% afirmaram não saber ou preferiram não opinar.

Entenda a portaria

A norma foi publicada em 19 de dezembro de 2025. Segundo o texto da portaria, a internação involuntária depende de indicação médica e de justificativa formal, e só pode ser adotada quando, em razão da doença, o paciente apresentar ao menos uma das seguintes condições:

  • incapacidade grave para os próprios cuidados;
  • risco de morte ou de danos graves à saúde;
  • risco de autoagressão ou de agressão a terceiros;
  • possibilidade de prejuízo moral ou patrimonial;
  • ameaça à ordem pública.

O documento ressalta ainda que a avaliação deve seguir critérios reconhecidos internacionalmente e não pode levar em conta fatores como condição econômica, posição política ou social, orientação sexual, ou pertencimento a grupos culturais, raciais ou religiosos, nem qualquer outro elemento alheio ao estado de saúde mental da pessoa.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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