Acre
Bittar afirma que prioridade do PL no Acre é cadeira de senador e não descarta nomes como Bocalom, Alan e Mailza em 2026
Em entrevista ao ac24horas, senador diz que Bocalom “não é problema” e se subordina à aliança, enquanto reconhece potencial de Alan Rick para governador

O senador Márcio Bittar (PL) fez declarações sobre as eleições de 2026 durante entrevista transmitida pelo ac24horas, nesta terça-feira (19), no Bar do Vaz, em Rio Branco. Foto: capada
O senador Márcio Bittar (PL) definiu as prioridades do partido para as eleições de 2026 durante entrevista ao ac24horas nesta terça-feira (19). Em conversa no Bar do Vaz, o parlamentar afirmou que o foco do PL nacional no Acre é a manutenção da cadeira no Senado Federal, mas manteve em aberto a possibilidade de o senador Alan Rick ser o candidato da aliança ao governo do estado.
Sobre o prefeito Tião Bocalom (PL), Bittar foi enfático: “Bocalom não é problema. Da mesma forma que ele foi prioridade do PL no passado, agora a prioridade do PL nacional para o Acre é a cadeira de senador da República”. O senador acrescentou que o prefeito “se subordina à aliança” e que “nunca impôs nada”.
Quanto a Alan Rick, Bittar revelou não ter problemas pessoais com o senador e reconheceu seu potencial: “Eu me dou bem com o Alan. A irmã do Alan fez minhas campanhas. Ele lidera todas as pesquisas e poderia ter facilitado o caminho dele”. O parlamentar ressaltou, no entanto, que ainda é cedo para definições, lembrando as mudanças de última hora na eleição passada, quando Mailza Assis quase se filiou ao Podemos antes de se tornar candidata a vice.
“Tá cedo para declarar apoio. Não posso descartar o Alan ser candidato da Aliança. Nesse momento o União Progressista está se unindo. Esse Estatuto do novo partido garante que onde houve divergência a direção nacional decide”, concluiu Bittar, indicando que a decisão final poderá ser tomada pela cúpula nacional da recém-formada federação partidária.

O senador também ressaltou que ainda é cedo para declarar apoios. Ele citou o exemplo da eleição passada, quando Mailza Gomes quase se filiou ao Podemos antes de voltar ao PP e se tornar candidata a vice. Foto: captada
Comentários
Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

Comentários
Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
Comentários
Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
-
Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
-
O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
-
A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
-
Socorro Neri
-
Antônia Lúcia
-
Fernanda Hassem
-
Márcia Bittar
-
Vanda Milani
-
Perpétua Almeida
-
Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.




Você precisa fazer login para comentar.