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Bélgica vira sobre o Japão no último minuto e pega o Brasil nas quartas

Europeus bateram asiáticos por 3 a 2, após adversários abrirem 2 a 0 no placar

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Belgas vencem no último segundo de jogo LAURENCE GRIFFITHS GETTY IMAGES

Bélgica tomou um susto e foi pressionada pelo Japão o tempo inteiro, mas em uma virada espetacular acabou ficando com a vitória no último segundo de jogo: 3 a 2 para os belgas, em Rostov, pelas oitavas de final da Copa do Mundo Rússia 2018. Agora, a seleção belga enfrenta o Brasil, que ganhou do México por 2 a 0 nesta manhã. A “ótima geração belga” vem confirmando o talento de seus craques e avança às quartas de final, mesma colocação alcançada na última Copa, em 2014.

Depois de um primeiro tempo em que as seleções ficaram no 0 a 0 e alternaram bons momentos na partida, a segunda etapa começou de forma eletrizante. O Japão abriu o placar logo aos dois minutos com contra-ataque rápido armado por Shibasaki que lançou Haraguchi. Pouco depois, aos seis minutos, a bola sobrou espirrada para Kagawa, que fez bela jogada chapelando o zagueiro belga e tocou para trás para finalização de Inui. Era o 2 a 0 japonês surpreendendo os belgas.

Depois de alguns momentos em que a Bélgica ficou meio perdida em campo, Vertonghen, aos 24 minutos, achou um gol depois de cobrança de escanteio. Ele tentou cabecear para dentro da área japonesa, mas a bola acabou encobrindo o goleiro Kawashima e entrando. Bola alta na área, aliás, revelou-se o grande problema do Japão na partida. A Bélgica soube aproveitar e, aos 28 minutos, Hazard cobrou para a área e Fellaini, que tinha acabado de entrar do banco de reservas, finalizou de cabeça. Tudo igual 2 a 2.

No final, a partida parecia se encaminhar para as prorrogações quando o Japão teve falta para cobrar no meio campo. Honda, que começou o jogo como reserva, armou uma barreira para iludir o goleiro belga e finalizou com força. Courtois teve que se esticar todo, mas conseguiu espalmar para fora. Escanteio para o Japão, quase 49 minutos de segundo tempo, e aí veio a virada. O goleiro belga ficou com a bola cruzada sem problemas, saiu em contra-ataque rápido tocando para De Bruyne. Ele avançou, tocou para Meunier que cruzou para a área. Lukakudeixou passar e Chadli, outro que tinha entrado na segunda etapa, arrematou para virar.

3 a 2 para a Bélgica em um jogo em que o Japão jogou muito bem, mas acabou sendo punido no final. Os japoneses não ganharam nenhuma bola aérea durante toda a partida, mas arriscaram um escanteio alto no final e deixaram a zaga totalmente desprotegida. Foram punidos por uma bobagem estratégica. A Bélgica teve 56% de posse de bola e chutou oito bolas no alvo, enquanto o Japão chutou quatro. Agora, os japoneses voltam para a casa e os belgas encontram a seleção brasileira nesta sexta-feira. Eles vão para tentar avançar para a semifinal pela primeira vez, o Brasil corre em busca do hexa.

Por El Pais

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Brasil

Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Mega-Sena

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.

Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.

Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).

  • Mega-Sena:

01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;

  • Lotofácil:

03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;

Quina:

01 – 24 – 47 – 06 – 60;

  • Timemania:

07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;

Time do coração: 70 – São José/RS .

  • Dia de Sorte:

29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;

Mês da sorte: 10 – Outubro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

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Reprodução/El Treze
Imagem colorida, Ré por injúria racial, advogada argentina diz que "não teve intenção" - Metrópoles

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.

Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.


Entenda o caso

  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
  • Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
  • Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
  • Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
  • A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina

Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.

A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.

Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.

O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos

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O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200
Médico conversando na sala de atendimento e entregando uma receita ao paciente. - receita médica - atestado médico

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).

Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.

De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.

O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.

Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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