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Barroso é empossado no cargo de presidente do STF
Ato prossegue com discursos de representantes da PGR e da OAB

Brasília (DF), 28/09/2023, O ministro Barroso, cumprimenta a ex-presidente do STF, Rosa Weber, durante a cerimônia de posse do ministro Luís Roberto Barroso, no cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O ministro Luís Roberto Barroso foi empossado nesta quinta-feira (28) no cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele cumprirá mandato de dois anos e ficará no cargo até outubro de 2025. 

O evento seguiu o rito de tradicional. Barroso assinou o termo de posse e fez juramento à Constituição.
“Prometo bem e fielmente cumprir os deveres do cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça, em conformidade com a Constituição e as leis da República”, jurou.
A cerimônia prossegue com o discurso de representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Barroso também vai discursar.
O evento foi marcado pela participação da cantora Maria Bethânia, convidada para cantar o Hino Nacional, e também foi acompanhado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.
Perfil
Barroso chegou ao Supremo em 2013. Ele foi indicado pela ex-presidente Dilma Rousseff para a vaga deixada pelo ministro Carlos Ayres Britto, aposentado em novembro de 2012 ao completar 70 anos.
O ministro nasceu em Vassouras (RJ), é doutor em direito público pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e mestre em direito pela Yale Law School, nos Estados Unidos.
Antes de chegar ao Supremo, atuou como advogado privado e defendeu diversas causas na Corte, entre elas a interrupção da gravidez nos casos de fetos anencéfalos, pesquisas com células-tronco, união homoafetiva e a defesa do ex-ativista Cesare Battisti.
Edição: Maria Claudia
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Homem de 22 anos é preso por estupro de vulnerável em Canutama (AM); vítima de 13 anos está grávida
Investigação apontou que suspeito mantinha relacionamento com adolescente e a utilizava para buscar drogas no porto da cidade; prisão preventiva foi decretada pela Justiça

Com base nos fatos, foi feita a prisão do autor na manhã desta quarta-feira na região central do município
Adolescente de 13 anos engravidou após abusos; suspeito foi preso no centro do município
Um homem, de 22 anos, foi preso no interior do amazonas, investigado pelo crime de estupro de vulnerável majorado pela gravidez da vítima, de 13 anos, no município de Canutama, a 619 quilômetros de Manaus.
De acordo com o delegado Armando Diadosk Júnior, as diligências tiveram início após denúncias com informações de que o indivíduo estaria utilizando a adolescente para buscar drogas no porto da cidade.

As diligências tiveram início após denúncias com informações de que o indivíduo estaria utilizando a adolescente para buscar drogas no porto da cidade. Foto: captada
“Nós apuramos e, durante o processo investigativo, foi descoberto que os dois estariam namorando e que ela estava grávida dele. Diante da gravidade dos fatos e do perigo de reiteração delitiva, já que, segundo informações, o indivíduo continuava se relacionando com a vítima, representamos ao Poder Judiciário pela decretação da prisão preventiva, o que foi deferido”, relatou o delegado.
Com base nos fatos, foi feita a prisão do autor na manhã desta quarta-feira na região central do município.
O indivíduo encontra-se preso preventivamente, permanecendo à disposição da Justiça.

Homem foi preso, investigado pelo crime de estupro de vulnerável majorado pela gravidez da vítima, de 13 anos, no município de Canutama, a 619 quilômetros de Manaus. Foto: captada
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PF prende mulher com 36,5 kg de maconha skunk no Aeroporto de Manaus
Passageira embarcaria para Recife com conexão a Fortaleza; droga foi localizada em bagagem despachada durante fiscalização de rotina
Com assessoria
A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (2), uma passageira em flagrante por tráfico de drogas durante fiscalização de rotina no Aeroporto Internacional de Manaus. A prisão ocorreu enquanto a mulher se preparava para embarcar em um voo com destino a Recife (PE) e conexão para Fortaleza (CE).
Durante a inspeção das bagagens despachadas, foram encontrados 36,5 kg de maconha tipo skunk, uma das variedades mais potentes da droga. A suspeita foi conduzida à unidade da PF no aeroporto e, posteriormente, levada à Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas, onde foram tomadas todas as medidas legais cabíveis.
A operação reforça a atuação da Polícia Federal na prevenção e combate ao tráfico interestadual de drogas, destacando a importância das fiscalizações em aeroportos como ponto estratégico de controle.

Polícia Federal flagra passageira com variedade potente de maconha em voo interestadual. Foto: captada
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Desembargadores do Maranhão são afastados em operação da PF
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (1º) a operação Inauditus para investigar um suposto esquema de corrupção envolvendo a comercialização de decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão

Durante a operação, dois desembargadores foram afastados de suas funções. Foto: captada
Investigação mira esquema milionário de manipulação de decisões judiciais
Com CNN
Ao todo, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em diferentes cidades, com autorização do Superior Tribunal de Justiça. Durante a operação, dois desembargadores foram afastados de suas funções.
De acordo com as investigações, o esquema envolveria magistrados, assessores e outros agentes públicos na manipulação de decisões judiciais, com o objetivo de beneficiar partes em disputas de alto valor, especialmente em casos ligados a conflitos agrários. Em troca, haveria o pagamento de vantagens indevidas.
A Polícia Federal aponta ainda indícios de “celeridade seletiva” na tramitação de processos, além de movimentações financeiras suspeitas, com sinais de triangulação e ocultação da origem ilícita dos recursos.
Além das buscas, a Justiça determinou a prisão preventiva de um dos principais operadores do esquema. Também foram impostas medidas como afastamento de servidores, proibição de acesso ao tribunal e de contato entre investigados, monitoramento eletrônico de seis pessoas e bloqueio de bens que podem chegar a R$ 50 milhões.
As ações foram realizadas em municípios do Maranhão, além de cidades em outros estados, como Ceará, São Paulo e Paraíba. Os mandados atingiram gabinetes, escritórios de advocacia e empresas ligadas aos investigados.
Os crimes apurados incluem corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Somadas, as penas podem chegar a até 42 anos de prisão.

O esquema envolveria magistrados, assessores e outros agentes públicos na manipulação de decisões judiciais, com o objetivo de beneficiar partes em disputas de alto valor, especialmente em casos ligados a conflitos agrários. Foto: captada

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